Pesquisando

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Tagarelices: 3 momentos de Alex Vause

Minha obsessão fangirlística recorrente é com o novo seriado da Netflix: Orange is the New Black (Para saber mais, tem esse post aqui no Nerdivinas que escrevi um tempinho atrás, sem spoilers, I swearz!), mais ainda pela personagem de Laura Prepon: Alex Vause.

Porque ya know, não posso me conter: ela é exatamente tudo que eu sonhei e mais um pouco. Menos a parte de ser traficante de drogas em um Cartel Internacional - apesar de que isso poderia ser um add-on estranho para o relacionamento fictício - mas entendo completamente do porquê a Piper Chapman ter ficado literalmente caída por ela.

Três momentos em que me fizeram ter meus pompons de fangirl agitados e derretidos ao mesmo tempo foram:

" - Eu era uma importadora..." *wink wink*
Durante a "reunião" do NA/AA dentro da prisão, ela explica porque começou a usar heroína, mesmo sendo a traficante (Tudo culpa do coração mole que ela tem debaixo daquela fachada badass apaixonante <3).

E ao falar a história do "fundo do poço" é que a gente percebe o quanto ela está ferrada nessa vida que escolheu, enquanto as outras estão apenas passando pelo tempo na prisão com as coisas já acertadas ou ferradas. O momento de "fundo do poço" para ela é ali mesmo, naquele momento, onde ela perdeu tudo que tinha (O poder1 de ser uma manipuladora de 1ª em um Cartel Internacional) e a única pessoa que tem um pouco de noção do que ela era antes é Piper - que está fazendo yoga no momento e morrendo de raiva dela do depoimento dela.

É fofo o jeito que ela trata sua relação com a heroína, a comparando imediatamente com o relacionamento que teve com Piper, então constatamos, mais outra vez: o Amor é uma Droga (Lícita e Involuntária, pelo jeito). Ou como Jojo Ulhoa falaria: é cego, surdo, mudo, ruim de mira e com retardo mental para errar tanto até acertar mesmo onde deveria acertar.


E aí temos a cena da biblioteca em que ela se refugia por alguns episódios e a maluca da Nichols (Oh hai Nichols!) começa a perguntar porque ela se sente tão perdida naquele mundo que ela provavelmente se daria muito bem em se acostumar (Lembrando que para o resto do mundo o porte modafóca badass de Alex mostra que ela é uma mulher do crime organizado, apenas isso.). E aí vem a confissão cuspida de que ela não sabe o que raios está fazendo ali, que perdeu o controle de tudo quando conheceu Piper, que achou que poderia lidar bem com o turbilhão de coisas que veio após o relacionamento tumultuado delas e dude... Ela tinha planos grandiosos para as duas. Ela queria um futuro melhor com Piper, já havia formado sonhos de viverem juntas para sempre e tudo mais. É romântico e decadente ao mesmo tempo, porque se você é uma traficante de drogas apaixonada pela mocinha que faz extravio de heroína em viagens internacionais, é claro que o futuro só vai ficar na utopia, nunca no formato HD, dolby surround system e longe de ser feliz.

O conforto que Nichols dá para ela é simbólico, há esperança sim naquele "fundo do poço" que ela se encontra agora, com as pequenas coisinhas que a vida na prisão pode oferecer - tacos ou macarrão com bife? Hmmm... Macarrão nomnomnomnom... - há esperança dela recuperar o controle que ela tinha sobre si mesma e sobre os outros, há uma esperança em talvez ter a vida que ela imaginava antes de ser presa.

Há esperança e isso é doído de pensar.

E aí nos últimos episódios, ela solta essa pérola de puro romantismo barato, mas verdadeiro. É tipo, pegar todo a construção de personagem sólido que ela tinha e derreter em uma única frase emblemática. Só isso me fez tremer os joelhinhos, porque vai lá no core de toda a estrutura que eu tenho montado para mim mesma quanto ao assunto emotivo e romântico.

Conexões são eternas, não importa se elas ficam fracas durante um tempo, mas sempre estarão lá, no matter what u do para shut it down até elas virarem apenas vibrações de rádio que só são acessadas de tempos em tempos. Isso é meio desanimador, pois se parar para pensar bem nisso, essa porcaria toda de Realidade Estática está interligada o tempo todo, então nada se dissipa no ar, mas continua conectado até o final dos tempos. Será que é daí que vem os ensinamentos de Karma/Dharma? Tudo continua ligado até você reativar ou quando o Universo decidir pregar uma peça e estabelecer a conexão IPv4 ou P2P só para ver se você consegue seguir o curso inevitável das coisas?

Isso é tão Teoria da Clamp!

No caso de Alex, é a reação instantânea de Piper ao passar um tempo em sua companhia. Piper comenta que é como se 10 anos não houvessem passado e ela se sentir com 23 anos (idade boa hein?) novamente, aí Alex fala essa frase e sem ter palavras para expressar o mesmo por ser uma pessoa perturbada, dona Chapman consegue responder com um comentário sobre o porquê o seu noivo chatonildo ainda não entrou em contato depois do feriado - srsly gurl?! Uma mulher dessas, falando isso pra você e srsly?! SRSLY?!

Tagarelando novamente... Elelê...

1 E lá vou eu fazer um post sobre Manipulação/Dominação/Submissão...

(Ps: dica ótima para se entender o que acontece em OItNB é ler as Recaps do site AfterEllen.com, além de ter legendas em assuntos estranhos, há muito lolz para rir nos momentos de tensão.)
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