Pesquisando

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

interlúdio entre o que era antes o que foi depois

O legal de se estabelecer uma relação sobre reações que eu tinha há 10 anos atrás e agora é que tem um padrão combinado de coisas que imagino fazer e que realmente faço para poder lidar com certas situações.

Por exemplo:
Tópico - lidar com a possessividade alheia.
10 anos atrás: quase morrer de tanto self-punishiment e angst por fazê-la sofrer pelo mínimo erro que tenha sido.
Agora: don't give a flying duck.

Tópico - lidar com a pressão na Universidade.
10 anos atrás: sair como barata tonta atrás de coisas para estudar para não se afogar na quantidade de coisa nova. Pouco tempo para pesquisa e ação em campo.
Agora: tudo está vindo tão naturalmente que parece que nasci pra isso.

Tópico - lidar com o emocional.
10 anos atrás: OMFG OMFG o que foi que fiz?! Por que deixei isso acontecer?! Por que não fiz algo antes?! Por que fui tão covarde?! Por que fugi?! Porque não percebi antes?! Onde eu estava com a cabeça?!
Agora: fico imaginando o cenário eminente do Apocalipse Zumbi, eu caminhando em passos trôpegos na direção do alvo, agarrando-o, arrancando o escalpo com uma dentada e extraindo os miolos da situação com muito gosto e generosidade. Nem penso no headshot que irei receber por algum sobrevivente ali perto, apenas nesse glorioso momento de antropofagia cerebral. E sorrio, mesmo zumbi, sorrio.

Tópico - a imensa pedra metafórica que está sempre no meu caminho.
10 anos atrás: ficar ali, parada, olhando a grande pedra em seu enigmático momento de "Decifra-me ou te devoro" e vai lá decifrar. Mesmo que isso vá custar todas minhas energias, minhas alegrias, consumir as minhas tristezas e desperdiçar o meu tempo.
Agora: Olha os 2 cantos da pedra enorme (Já sei que o caminho continua ali depois da pedra), faço uni-duni-tê, escolho o caminho aleatório e vou por uma trilha mesmo. Se vai cair num deserto sem água e frutos algum, o problema é meu. Se cair em uma Floresta cheia de criaturinhas estranhas, whatever, eu posso muito bem ser uma delas.

Conclusão: Benjamim Buttom, vamos ter uma conversa?
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