Pesquisando

Mostrando postagens com marcador amor em suas particularidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor em suas particularidades. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de julho de 2014

A linha demilitadora

[post patrocinado por episódio estranho de sonho lúcido, gripélfica até as tampas e eventual silêncio reinando no mundinho azulado que tento manter intacto]

Lembro de um dia formalizar a metodologia de conhecimento para provar empiricamente que estou apaixonada a tal grau que seria impossível tomar algum tipo de atitude imatura.

Verificando os níveis de Amor e Ódio em um mesmo ponto.

Se a linha tênue delimitadora marca um começo de Amor, paixão, luxúria, prazer, ternura, carinho, altruísmo, empolgação - há também ali, entre 3mm da mesma linha uma demarcação para o ódio, ou a ira, a hybris, a cegueira da Razão, a universal torturadora de nossos desejos mais íntimos. Se você ama uma pessoa ao ponto de odiar isso ou odiar uma pessoa ao ponto de amá-la é que vai chegar a conclusão que tento sabiamente me acalmar durante esses dias de falta de bom senso.

Estão tão juntos que é bem fácil pular de uma para outra, quase como uma faceta da mesma moeda a girar.

Então, hoje, digitando meus medos pra fora em um gesto mecânico de meus pulmões, a conclusão vem, gaguejante, inocente, sentando-se em meu colo, saboreando cada palavra defensiva, borbulhando o caldo de suas frases, chorando e rindo ao mesmo tempo, como se nada importasse além desse sentimento de pássaro enjaulado, mas a gaiola sempre esteve aberta.

Amor e Ódio são praticamente gêmeos, nascidos de quase mesma intenção, mas desviados um do outro por situações. Encontrar o equilíbrio entre eles é um bocado dificil, mas experimentá-los de forma abrupta pode ser um passaporte para a perdição. 

Às vezes é preciso colocar essas coisas em ordem antes de se adiantar em qualquer movimento.
E damn! Nunca a letra e clima de uma música fez tanto sentido!



Posted via Blogaway


domingo, 23 de março de 2014

a procura

Só para constar: eu sonhei com você hoje.
Você está do mesmo jeito como eu te conheci quando era criança, sem mais, nem menos. o rosto me pareceu mais nítido, o sorriso está mais radiante, os olhos claros e ao mesmo tempo escuros também me fizeram ter ecerteza que você é real.
Possivelmente também é exatamente o que as cartas me descreveram um dia. Terei mais certeza quando fizer mais estudos sobre - se Tarot é a manifestação mais lógica que consigo perceber na Espiritualidade, então talvez seja uma boa saber no que estou mexendo antes de criar expectativas (novamente).

Sei também que você tem o pavio curto e não leva desaforo pra casa, se irrita fácil com muita enrolação e odeia que façam hora com a sua cara. Perfeito, porque sou exatamente a pessoa mais indicada para não atrasar o processo caso algum dia nos encontrarmos. Tá certo que desentendimentos irão ocorrer, mas acredite, consigo ser bem paciente quando a causa vale a pena esperar.
(E já que tive que esperar uma vida inteira antes e mais 27 anos nessa, creio que é sim algo que se valha a pena muito esperar para acontecer.)

Soube também que nós já nos trombamos por aí nessa vida aqui, brevemente, talvez tenha sido tão breve que nenhuma de nós duas percebemos o que era, e isso meio que me assusta e me alivia ao mesmo tempo já que o que as cartas disseram estavam de acordo com essa premissa.

Só queria dizer que ainda não coloquei a placa de neon certa na minha testa, talvez por precaução e/ou por medo, de qualquer forma, voltar pra conchinha não será uma opção até 2015, então quando o Destino (E a Lady Murphy que adora brincar com ele) decidir de vez, sei que vai acontecer.

Mas só para constar mesmo: sonhei com você hoje.
E era você mesmo.

domingo, 24 de novembro de 2013

percepções familiares nos diversos Amores

Gosto de metáforas. Elas me são úteis no futuro quando preciso revisitar aqui para entender porquê raios escrevi tal coisa em tal tempo e em tal situação, é um exercício de autoconhecimento que pratico desde os 13 anos e mesmo com a interrupção por conta de Sumo-sacerdote de Deus Ancião nas Profundezas do Mar, creio que voltar ao seu próprio texto pode trazer benefícios para a saúde mental.

Para mim, em minha opinião afetada pelo imperceptível joguinho cósmico de emoções e razões, o Amor seria representado como uma reunião familiar bem desconfortável.

Afrodite: "Vai lá, apronta mil confusões com uma turminha do barulho e
volta pra casa pra me contar os babados, ok fiote?"
Eros: "Mas mainha, e o estrago? E minha merenda?"
Afrodite: "Isso fala com teu pai, ele que cuida disso..."


$(function(){$.fn.scrollToTop=function(){$(this).hide().removeAttr("href");if($(window).scrollTop()!="0"){$(this).fadeIn("slow")}var scrollDiv=$(this);$(window).scroll(function(){if($(window).scrollTop()=="0"){$(scrollDiv).fadeOut("slow")}else{$(scrollDiv).fadeIn("slow")}});$(this).click(function(){$("html, body").animate({scrollTop:0},"slow")})}}); $(function() { $("#toTop").scrollToTop(); });