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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

butthurt da quinta-feira

Tenho esse recorrente feeling que estou perdendo alguma coisa no grande esquema das coisas universais, na maior parte do tempo é tempo. Escrevo nesse blog pra poder ler depois e reavaliar muitas coisas que acontecem na minha vida, o butthurt da quinta-feira costuma se alojar quando são questões familiares - e sinceramente eu as evito de qualquer maneira.

TL;DR: debaixo do link tem um bocado de mimimi que precisa ser vaporizado e deixado na posteridade pra eventual consulta.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Feliz Carnaval de surpresas!

(Post patrocinado pela letargia pós-festa de carnaval improvisada com música trash e não, tequila, não te quero mais!)
Pra você que desejou muito ter uma surpresa do nada e acabou a noite se perguntando o porquê de estar tão empolgada com a oportunidade única de fazer algo fora da zona de conforto. 

Se bem que com essa turminha do barulho que apronta mil e uma confusões que fui tão bem acolhida, essa deverá ser a primeira de muitas. 

Agora vou ali pesquisar, porque preciso deixar alguém orgulhosa de mim até dia 16/03/2015, oh ohohohohoho.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

considerações no dia de são valentim

Possivelmente um dos dias mais estranhos desse começo de ano, com direito a dobradinha especial da sexta-feira 13 de ontem com a Lady Murphy me cortejando divinamente. E a chuva.

The fucking chuva.

O importante é que durante o período de claustro em que me encontro devido fatores climáticos e emocionais, mesmo estando bem equipada com gaterapeuta, chocolate, playlist musical boa (Apesar de ter um pequeno probleminha com Bonnie Tyler no começo da manhã até a tarde), artigos bons para se ler, chá quente e muito pensamento positivo, deu para se perceber que não precisa de muito para ser felizinha aqui na conchinha do Gary.

Na verdade faz tempo que não passo um dia quietinho na minha, cuca meio fresquinha e acordada (Graças a Eru,sem mais caídas de sono bruscas) para aproveitar o dia. Faz tempo que não sinto que os pensamentos estão em ordem, que posso sentir um pouco do controle voltando, que posso fazer algo que preste de minha vida sem incluir absolutamente terceiros em minha vida. É um pensamento bem egocêntrico, mas talvez estivesse precisando ter esse momento de clareza para notar que não estou perdida: só meio que desviei do caminho novamente porque a pedra gigante sempre estará lá, só precisava decifrá-la sem pegar atalhos na floresta escura.

A vida circula como a espiral que supostamente deve ser. Muita coisa a ser feita.