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quinta-feira, 21 de junho de 2018

o se cuida

Com a idade vem a ruminação. 
Aprendi essa semana ao fazer o processamento de um livro ensaio sobre uma das teorias do Nietzsche que esse termo traduzido condiz ao se remoer um conceito até a exaustão para dali regurgitar algo. 

Não muito longe do verbo ruminar, a ação que os ruminantes bovinos fazem para completar seu ciclo de alimentação, a ruminação aqui se deve a uma constatação besta de ordem repetitiva. 

Pode ser uma pessoa motivada por um zelo extra ou por não saber o que falar mesmo, mas deparei-me com essa de desejar sempre pra todo mundo que passa por mim e/ou trava algum tipo de diálogo comigo com o "Se cuida.". 

Esse "Se cuida" não está mais reservado a quem tem meu apreço, mas com alcance até quem nem conheço, com a idade vem o peso das besteiras e às vezes, às vezes a gente precisa se cuidar. Ou ser lembrado disso. 

O cuidado consigo mesmo vai em diversas esferas de preservação. Ao dizer "se cuida", espero mesmo que a pessoa tenha cuidado consigo e não se exponha a nada que a tire de um estado normal de status quo. 
Porque o status quo mata, ainda mais quando são pessoas que não estão acostumadas a serem cuidadas, nunca cuidaram de nada ou que cuidaram de todo mundo menos de si mesmo.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

vigilância constante

Fui perceber o quanto tava difícil de manter a seguridade da cachola quando percebi que não queria escrever mais.

Sério. Não escrever mais.

Deixar as histórias que estavam na minha cabeça esvaírem, não descerem pela corrente sanguínea, encontrarem os dedos.

Essa é a minha bandeira vermelha de que algo muito muito ruim tá acontecendo e não tou conseguindo controlar como o devido no modo "mecanismo de enfrentamento" 24/7.

É exaustivo.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

sucinto srsly assunto


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É realmente estranho chegar no chegado a você e jogar a real de que você está na bédi da depressão.

sábado, 6 de setembro de 2014

slow motion na conchinha

O bom de se entender que a conchinha do Gary é algo necessário para a manutenção de uma Sanidade com alguns pontos ainda restantes é deixar tudo no slow motion:


Apenas lembrar que é um dia de cada vez, nada de afobar e sinceramente: nada de me importar com a opinião alheia - ninguém paga minhas contas, não lava a minha roupa, não coloca feijão na minha mesa minúscula, logo...

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

manifesto da legitimação da conchinha

Deus do Céu, pode me avisar até quando e o quanto vou ter que chorar pra finalmente entrar no closure e não me preocupar mais com certos assuntos que eu nem deveria estar mais me preocupando agora? E please, dá um toque nas pessoas queridas que amo e que insistem em falar que "Vai ficar tudo bem, a próxima vai ser melhor" que não, não é momento para dizerem isso? Não vai ter próxima, não está tudo bem, eu vivo no maldito presente, última coisa que quero agora é pensar em futuro e muito menos relembrar passado algum (tá virando uma obsessão ferrada esses dias).

A conchinha está de volta por motivos de segurança nacional (Ou patrimonial corporal/mental).
Ao ver que o estabelecimento da ordem binária entre o "fiz porque quis e fui feliz" e o "me arrependo amargamente pelo resto da minha vida" está sendo ameaçada para um dos pólos, é decidido em sessão extraordinária que haja a legitimação da conchinha, padronizada durante anos de pesquisa, arquitetura social e estratégia válida de autopreservação psicológica e física.

Com a legitimação da conchinha há a possibilidade remota de enfrentamento da Realidade 2.7 com embasamento teórico fundamentado na teoria da desconstrução, da desmistificação e principalmente na desatribuições de significados e significantes dos processos destrutivos inferidos por projétil de calibre incerto, desferido por moleque estrábico e míope que se autoproclama Eros, filho único e legítimo da Deusa do Amor - Afrodite - e do Deus da Guerra - Ares.

A presente escrivã desse Blog se entrega inteiramente ao encarceramento consentido na então intitulada Conchinha de Gary (meow) para que danos maiores não sejam perpetuados em larga escala por conta de seu ego ferido, personalidade de natureza rude e volúvel, atitudes que podem beirar ao puro extremismo em pânico e/ou talvez perpetrar situações constrangedoras para si mesma e para outrem. (E sim, tenho ciência do karma que atraí pra mim mesma nesse processo todo e como vai ser difícil de sair andando sem mancar de desconfiança, ter coragem de novo pra qualquer coisa ou simplesmente sentir qualquer coisa.)


Conclusão: Não tem como mais ficar fingindo que tudo está ok e sorrindo. Tá na hora da autorreflexão (E fuga da Realidade, senão todos meus medos infantis e de adulto irão subir com a mesma quantidade).

Outubro, era para você ser legal, mas não foi.