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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Padrão Freudiano

Em 28 anos de vida terrena e 15 de saída do armário percebi que toda pessoa que tenho atração física e emocional tem um padrão parecido de características que me puxam mais :

quinta-feira, 1 de maio de 2014

só para constar: transferência na psicanálise

Quando acreditam que a mudança interna de paradigmas que travam a evolução de qualquer experimento com traumas relacionados a co-dependência seja a transferência afetiva, Freud podia estar certo, mas...

Entendamos: se era para haver algum tipo de transferência, ocorreu em passado próximo, não em presente atual. Para se ter uma transferência afetiva tem que haver o ciclo vicioso de ações. Se o ciclo foi fechado, vamos dizer, no mesmo momento em que a situação foi extirpada de qualquer tipo de volta (E um dos protagonistas desse ciclo foi sucinto em cortar tal relação de duplicidade de caminhos e o outro soube imediatamente que a 3ª parte envolvida não iria se contentar com o retorno do ciclo), logo não há transferência. C'est fini.

O que podemos concluir?
Que a palavra "transferência" referida pela pessoa apenas está ocorrendo, pois possivelmente faz parte do territorialismo natural dela. Não de minha ousadia.
Pessoas: cada vez mais subestimando a minha capacidade de ter inteligência emocional suficiente para conceitos freudianos!

Esse post foi felizmente criptografado para referências futuras.

sábado, 8 de junho de 2013

Sobre equipamento de sobrevivência e insinuações freudianas

Vai ser um post rápido, mas incomodado.

Uma das coisas mais absurdas que ouvi durante minha graduação em Letras foi que uma das representações mais clássicas do poder masculino de fecundação - a.k.a. objeto fálico - estava nas armas que os personagens da Literatura Fantástica e Medieval usavam.

Cajados, varinhas, cetros, espadas e por aí são de acordo com a psicanálise freudiana como uma extensão da virilidade do homem que empunha a tal arma. Alguns mais agressivos outros nem tanto, mas tá lá, o objeto fálico em forma similar ao órgão reprodutor masculino enfeitando tantos contos e histórias de contos de fada e grossos exemplares da Literatura que tanto amo.

Eu, como mulher, me senti um pouco enojada ao ouvir tal teoria sendo difundida na Universidade, mas como já haviam me dito antes: graduação é terra de ninguém e todas suas convicções serão testadas ou apagadas. E por ter uma clara ideia de minha opção sexual já estabelecida, fiquei com mais enjoo pela menção de algo que supostamente deveria ser honroso para um guerreiro, mago, Rei, acabar se transformando em um objeto que projeta sua libido e sua satisfação sexual. I mean, batalhas épicas podem ser facilmente explicadas não pela perseverança em um ideal, pela coragem ou honra, mas sim pelo simples desejo de se reproduzir incontrolavelmente?

Foi por isso que Joana D'Arc morreu1? E tantos mártires honrados de suas missões? Nhé? Nhé, né? Em uma sociedade globalizada pelo Patriarcalismo é comum termos esses exemplos de objetos fálicos por aí, mas nunca desisti de procurar referências para possíveis equipamentos mais "neutros" nessa ciranda maluca de representações estranhas.

Respeito o arco-e-flecha, o dardo e também a besta, pois não dão muita margem para 2ª interpretação apoiada na concepção de que tudo que o Homem - seja ele homem ou mulher - cria é para satisfazer os profundos instintos de satisfação sexual. Extensões de membros me irritam, assim como Freud.

E mais uma vez, a minha infância vai por ralo abaixo...

1 - De acordo com o The Smiths foi por culpa da boca grande que ela tinha.