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segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

mooni criou vida!!!!!!



Mooni era como eu chamava a necromante que pensava que estava jogando em Diablo II e já formava todo um enredo possível para essa personagem (Ainda no gênero feminino) sair da descrição em palavras e brotar alguma inspiração visual.

Mas eu nunca conseguia!
Luan Resende, incrível fodástico ilustrador conseguiu!
Para conferir o trabalho dele, segue lá que é firmeza:
TWITTER - FACEBOOK - INSTAGRAM

Mooni serviu de ponte para a Sorena de Shindu Sind'orei (fanfiction essa de outro jogo da Blizzard World of Warcraft), como um fantasma de realidade alternativa, também atormentada por demônios, muitos problemas familiares e um desdém completo por hierarquias.

Enquanto jogava Diablo 3 desde seu lançamento em 2012, sempre me coçava para que saísse logo uma expansão com necromantes, é a minha classe favorita e sempre será. Mooni ficou ali, guardadinha em um rascunho de 20 páginas, não encontrando nenhum espaço em alguma plataforma de fanfictions para ser postada. Acabei pegando muito do conceito de personagem e alguns rascunhos para transportar para a elfa sangrenta viada e nonsense da Sorena Atwood. Até sua cisma com certas arqueiras <3

A personagem foi um desafio pessoal para mim: queria escrever sobre alguém agênero e uma pessoa com deficiência e varias nuances e confusões que essas características trazem para uma pessoa em uma época medieval como a retratada em Santuário. Mooni virou Daehir "Olhos-sem-Vida" Mooni, nefalem de level 15, aprendiz de Xul, o necromante de Diablo II.

Realmente não sei como descrever essa sensação de ver essa artwork para uma pessoa que estava descrita dentro da minha cabeça e não saía de lá tão cedo e assim, do nada, em um passe de mágica e muitas conversas pelo Instagram, brotar desta forma.

A fanfiction é essa aqui embaixo, incompleta como sempre, volta e meia colocando um capítulo ou outro quando sinto que o angst tá subindo (E agora que maratonei The Witcher, com certeza vai vir mais coisas)

quando o toque do anjo não é uma benção (9602 words) by brmorganChapters: 2/?
Fandom: Diablo III, Diablo II, Diablo (Video Game), diablo III reaper of soulsRating: Mature
Warnings: Graphic Depictions Of Violence
Characters: Necromancer (Diablo III), Necromancer (Diablo II), Female Witch Doctor (Diablo III), Male Necromancer (Diablo III), The Nephalem (Diablo series), Amazon (Diablo II), Rogue (Diablo II), Myriam Jahzia (Diablo III), Lyndon the Scoundrel
Additional Tags: Non-binary character, Gender Non-Conforming Character, reaper of souls expansion, westmarch, Idiots in Love, Love/Hate
Summary:
Um grupo de mercenárias faz missões errantes para proteger a população das ameaças pós-conflito dos nefalens contra Diablo e os Males Supremos. Ganhando dinheiro que os lordes podem bancar e descobrindo segredos deixados desde os tempos de confronto contra as forças do Mal, o grupo "Rastejantes" mantém uma certa paz na cidade sitiada e destruída, capital do Reino de Hespéria (Ato V).
Sien é a líder dos "Rastejantes", estrategista e amazona exímia vinda das Ilhas Skovos.
A imortal feiticeira Irina dos Vizjerei é o apoio mágico do grupo.
A bruxa-doutora Zunimyi saiu de sua tribo para descobrir o mundo após a queda da estrela cadente.
A jovem Kyla Haile, que presenciou sua cidade sendo devastada pelos ceifadores de Malthael.
Daehir, necromante sacerdote de Rathma, a pessoa que guia o grupo nas missões.
E Míriam, a mística acompanhando o grupo nas empreitadas.
Tropes: Love/Hate - Idiots in Love - descrição detalhada de cenas violentas - pode conter cenas inapropriadas (NSFW).

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

[games] the sinking city - turistando em Oakmont

Assim como qualquer fã do mundo que aquele mané bizarro do H.P. (não o bruxo, mas sim o escritor falido e preconceituoso) inventou, quando The Sinking City foi anunciado em 2016, a minha cabeça explodiu.

Esperando pacientemente e no final de outubro lançou finalmente a versão final do mundo aberto inspirado nos escritos de H.P. Lovecraft e outros tantos por aí (Sim Stephen King, tou te chamando na rodinha!) perpetuaram.

Bora perder alguns pontinhos de sanidade?! Tchuchucoooooooooooo ahn, vem aqui com seu tigrón!!

Você pode ver o desastre básico de como eu estou jogando esse trem:


Assista a Turismo em Oakmont - Dia 2 de brmorgan em www.twitch.tv

sábado, 29 de junho de 2019

sobre traduções amadoras, jogos e a Era Orkut.


Aqueles textos sobre games...
É que eu amo muito a franquia Diablo e quanto mais pesquiso sobre o enredo do jogo, mais fico feliz de ter reservado metade do meu cérebro pensante em detalhes do Mundo Santuário.

Então em um CD velhaco aqui nas montoeiras de coisas que ainda guardo tem um txt imenso com a tradução fuleira de Diablo II que uma comunidade do Orkut disponibilizou na época do lançamento no Brasil, ali entre 2001/2002.
(Obrigada forévis pro meu incrível primo Oto Melo por me apresentar o jogo)

O arquivo das falas estava escondido em um diretório do programa quando você terminava de instalar e tinha umas pessoas lindas que descobriam como dar um jeito de extrair, fazer traduções livremente, mudar algumas funções, fazerem o que chamam de "mod" em jogos (É uma modificação customizada que pode ser divertida até).

E nessa comunidade rolava muita troca de traduções e termos e coisas afins sobre o jogo, porque entendam era 2001, não existia Wikipedia, o site da Blizzard era todo em inglês, os manuais que vinham nos CDs do jogo não tinham tantas informações assim e muito era definido no "tato", o de jogar, jogar, jogar, voltar e interpretar a história e ver como a narrativa se encaixava.

E estamos falando de um jogo entre 36 a 46 horas para começo e fim. Era diálogo pra caramba! 
O que a gente fazia?
Pegava dicionário fuleiro, conhecimento avançado em inglês, alguns privilegiados que sabiam mais do idioma anglo-saxão e metíamos as caras em uma tradução que sim, sabíamos que não era uma maravilha, mas que ampliava a jogatina para outras pessoas que sabíamos que não se aproximavam de jogos assim devido a barreira linguística.
(Quantas vezes em locadora, com dicionário de bolso faltando páginas, junto com a molecada pra tentar entender enredo de começo dos games que amávamos?)

E aquele pequeno esforço foi dando meio que certo, pois a cada ida e vinda de correções e tópicos sobre termos e volta e meia uma referência cruzada com outros jogos da Blizzard (THERE IS NO COW LEVEL!) me fez perceber o quanto eu me afeiçoei a uma franquia não pela sua qualidade ou jogabilidade ou essas coisas técnicas que gamers gostam de exaltar, foi pela comunidade de nerds bestas que com o mesmo problema ("não sabemos inglês, bora traduzir essa powha? bora!") consegui ter paixão por esse jogo em particular.

Tinha bastante mina na comunidade, aliás era um dos poucos lugares onde eu me identificava como pessoa do gênero feminino sem ter receio de assédio, babaquice e tudo que vem com isso. Acho que nosso foco era tão obsessivo em traduzir logo a powha do texto pra poder jogar direito (E mostrar pros amigos que davam pra jogar também) que não tinha tempo pra desqualificar ninguém por ser isso ou aquilo.

Okay rolava uns preconceitos contra necromantes (Minha classe, aliás), mas é porque depois da expansão rolou um ajustes de classes e a gente literalmente ficou overpower, acima da média das outras classes (Tá, okay! Necro era classe roubada, okay? Admito! Aff) - além disso? Não lembro de haver desrespeito durante as discussões nos tópicos.

Ninguém reclamava da robalheira das Assassinas!

O Orkut se foi, a comunidade também, o jogo tá aqui bonitinho em 3 CDs encostado bem perto na escrivaninha e esse arquivo bobo me faz ter boas lembranças de como a gente usava a Internet de uma forma tão comunitária que esquecíamos que poderia rolar uns processinhos da Blizzard se soubesse o que estávamos fazendo.
(Mas meu lema sempre foi acessível para toldos. E eu digo TODOS! Mesmo pra quem não quer)

Quando vi em 2012 que a Blizzard ia traduzir E DUBLAR o jogo todo, meu coraçãozinho foi lá nas alturas
E respeito total por todos os envolvidos no projeto aqui no Brasil em dar mais acesso para quem gosta da franquia e queria conhecer mais do Mundo Santuário.
(Estou falando de acessibilidade também, extremamente importante)

Mas também não vou esquecer daquele grupinho de pessoas com tempo de sobra em suas vidas, com modem péssimo após a meia noite da sexta pro sábado, ou em lan houses que utilizavam o pouco que sabiam de um idioma pra dar acesso pra quem não podia ou não sabia ainda.
(Aliás, o que deve ter saído de pessoas com inglês afiado daquela comunidade deve ter sido ótimo, a gente discutia muito sobre termos e eu nem sabia o que era vocabulário controlado e essas parada de linguagens documentárias da Biblio!)

E era isso, mais alguém com uma experiência gamer total fora do padrão aí pra gente assuntar? Não? Sim?

sábado, 21 de julho de 2012

Diablo 3 - Considerações sobre o Ato I.


Okay, eu me rendo. Me deixei levar pelas emoções ontem e passei boa parte da madrugada fungando por essa cena pro Ato II de Diablo 3.



TL;DR se você não se interessar por coisas fangirlísticas de Diablo 3, pule essa postagem. Se sim, pode até estar interessado(a) por uma confissão de adolescente gamer sobre o jogo,continue, sente-se e escute um bocadim...

Quem me apresentou o Universo Santuário foi o incrível Arkakan com o Diablo 2 para PC - joguei uma vez para Playstation e blergh! - e me senti devidamente explorada intelectualmente no jogo. #1 porque era todo em inglês, sem tradução, #2 porque mesmo nos diálogos era um bocado difícil de compreender só ouvindo. Uma tradução de fã não oficial com erros terríveis de ortografia (Não costumo reclamar, mas era hilário ler as traduções à la programas de tradução simultânea) me serviu como base para certas situações.
(Nota: A parte de Kurast Docks, ato 3? JAMAIS ENTENDEREI!)

Não sei ao certo ano, mas lembro do primo Ark ir para a escola e eu voltar tremendo canelinhas para jogar com meu Necromancer nada perfeito no Ato I no Rogue Encampment. Sim, tremer, porque minha fobia por zumbis era tanta que ouvir os mobs de low level chegando e gemendo lamuriosamente era fonte pra ter pesadelos de noite.

E era lindo, tudo lindo! Os gráficos avançados para um top de linha Pentium 4, os efeitos sonoros, a trilha? Eu só sabia colocar a trilha no último volume e deixar o restante bem baixinho para não perder a misticidade da música lúgubre de Diablo 2. Você clicava e matava! OMG! Clicava com botão contrário e saía magia! E keybinds? Gente, colocar magias e itens nas barrinhas e numerá-las e poder usar quando apertasse o tal botão/número? Isso pra mim foi a revolução...

sábado, 14 de janeiro de 2012

American McGee's Alice - PC Game

Baixou ontem, joguei cerca de meia hora hoje – até morrer indiscriminadamente por conta de gosminha verde que tira seu life – e yeaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!!

American Mcgee’s Alice é coisa linda de… ahn… seilá, Nimb talvez? Uma versão psicótica e cogumelada com pitadas de humor sarcástico e menininhas com facões de açougueiro e aventaizinhos sujinhos de sanguinho? A storyline é totalmente macabra e inventiva, horas e horas de frustração divertida, com aquela trilha sonora perturbadora de fundo.

Dizem as ratings que é horror, quando enfiei a faca no primeiro guarda-carta foi realmente, como dizer? "Experiência Raccoon City", sangue por todo lado, mas os cenários são espetaculares, muitos mazes e caramba amei a voz do Cherise Cat perturbado e que dá conselhos nada convencionais – ele já deu algum conselho benevolente ALGUMA vez?!

O game é de 2000, mas a Eletronic Arts está preparando as prateleiras com a continuação a altura do intrigante universo feito pelo cara McGee.




E quem quer jogar, mas precisa ser rápido, bora botar torrents pra funcionar:
ISOHUNTTHE PIRATE BAY - MONOVA - TORRENT PORTAL - SUMO TORRENT - BTMON
Versão Beta executável no Baixaki.

Daemon Tools? É, essa porcaria aí sim que não montou meu DVD do Silent Hill 2 Director’s Cut direito ¬¬” Mas funfou com a Alice \o/ \o/ \o/