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quarta-feira, 20 de maio de 2015

pesadelos e acerca de uso de dorgas

Yes Morgan, é sim!
Eu seriamente tenho um problema com remédios que afetam meu sistema nervoso de um jeito peculiar. Além de estar fazendo boot em coisa que tá com defeito, é tipo pedir prato cheio pra ter pesadelos com todo os esqueminhas de dor e bagunça de sinapses.

Nem quando eu tou bêbada eu tenho pesadelos horríveis como esses dessa semana.

Sonho dentro de sonho, coisas estranhas acontecendo, flashbacks que parecem ser muito muito reais, nada muito simbólico pra eu pedir um exorcismo ou uma benção bem brava, mas perturba quando é pra acordar de madrugada e ficar andando pela casa pra ter certeza que está mesmo acordada (Duas vezes FAIL e fui saber que tava em outro sonho, me vendo dormindo, patcha que la rojas!)

Botei o gato Walter pra workar, né? Repelente de mau agouro, certo? O chuchuzinho enroscou em mim essa noite toda e não conseguiu dormir direito - assim como eu - deixando dois bobões zumbis danificados durante o começo da manhã. Ele aguentou ficar acordado mais um pouco e desabou na tarde, já eu capotei geral, esqueci de almoçar e só vim ver a luz do dia muito tempo depois.

Isso irrita. E tá irritando ele >:( meow meow


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

corrente da oração de Loki para posteridade

Primeira noite em semanas sem pesadelos.

Yep.
SEM PESADELOS!

Deveria ter um achieve pra isso.

Um prêmio, assim... Tipo comida. Lasanha e queijo. Queijo de Minas. Tá Guinness e queijo de Minas... e a lasanha...

Tudo que estava embolorando parece ter levado uma enxaguada de luz do Sol e pura maravilha.
O peso em minhas costas (And oh, poor Atlas, the world’s a beast of a burden) foi levantado e colocado em algum lugar que desconheço (Meu baço vai bem obrigada.).

E a notícia awesome confirmada por autoridade competente: mais 1 ano de estágio na linda escola onde parcialmente resido.

É DE ABENÇOAR DE PÉ!!

Mas como sou devota de Loki, vai ser algum movimento embaraçoso de meus quadris para demonstrar o quão awesome me sinto por dentro por finalmente servir pra alguma coisa - e é claro, saber que vou acordar os próximos dias até o contrato findar com a sensação que cada dia vivido aqui vai ser uma lição e tanto.

E o mais overall awesomeness awesome: NÃO TENHO A MÍNIMA IDEIA DO QUE TOU FAZENDO!

Se isso se chama de vida, tou acertando.

Obrigada.



terça-feira, 2 de dezembro de 2014

como acordar carrancuda e ir pra casa sorrindo?


O mesmo sonho estúpido de novo.
E de novo.
E finalmente de novo.

Sem resolução, óbvio. Há coisas na vida que não vão se resolver sozinhas dentro da sua cabeça, mas hey! Eu tento!

quinta-feira, 27 de março de 2014

pesadelos, mim tendo

A quantidade de pesadelos que ando tendo está passando do nível de qualidade para tê-los.

I mean, acordar do nada e deliberar: "Oh pesadelo esquisito! Oh well..." e voltar a dormir dando whatever pra seja lá o que ocorreu está se tornando corriqueiro.

Já disse algumas vezes que levo meus sonhos à sério, sejam eles frutos de meu subconsciente ansioso e extremamente funcional em coisas que não deveriam ser fundamentadas, ou seja lá que o Destino, as Musas ou mesmo os Deuses queiram me informar. Os pesadelos em si são avisos básicos de soberba, arrogância e aquela pitada linda de desordenamento de prioridades que vai se materializando em IRL. Como é o dia após tantos pesadelos? Literalmente normal, sem muitos altos ou baixos, mas a taxa de distraimento aumenta em 50% e se eu tiver fazendo uma tarefa que exija minha atenção máxima, vai dar probrema... Eu sei que irei esquecer algum detalhe.
Trocando em miúdos: se minha vida tá perfeita aqui do lado de fora, maior será a quantidade de pesadelos toscos e sem fundamento algum.

Isso aumenta o grau de periculosidade e de cautela, pois se eu achar o pesadelo tosco demais, vou acabar ignorando-o por default, logo probremas podem vir com a desatenção. Eu sei bem disso, sei como meu corpo reage nesses casos e por incrível que pareça, os problemas diários são os últimos da lista na interpretação morfética de pesadelos regulares. Pela semana que começou no sábado com alguns temas recorrentes (listados abaixo), 2 em particular estão se tornando tão comuns que já estou providenciando em exterminá-los com algum tipo de sonho lúcido o mais rápido que for:


  1. sonhar que estou procurando alguém e a pessoa que encontro é a última pessoa que quero ver em sonho;
  2. sonhar que tá chovendo e tem água subindo até meu pescoço (E não sei nadar no sonho, mesmo sabendo aqui fora);
  3. mãe, irmã, parente querido ou qualquer outra pessoa que considero apreciável de mínima confiança me dando bronca, me xingando ou simplesmente me ignorando;
  4. pés doloridos, perna machucada, mãos mutiladas nos dedos (ou amarradas nas costas) e lingua maior que minha boca. Ah! E gritos, não meus, de alguém atrás de mim tendo o mesmo problema.
  5. pessoas que sei que falhei tremendamente procurando me machucar fisicamente (E pela 1ª vez na vida estou revidando com um vigor absurdo que me assusta);
  6. aranhas. Falantes às vezes, sempre querendo me morder ou pular na minha cara.

A apatia que vem após acordar de um sonho desses não me é familiar. É como se houvesse um pacto silencioso de punição assistida, se eu tenho pesadelos é porque os mereço. O complexo de barroquismo não termina por aí, porque os últimos sobre o item 1 estão me deixando ansiosa para NÃO me render a alguém que já estou deveras encantada - mas o corpo diz outra coisa bem diferente, com direito a mariposas circulando livremente abaixo do diafragma.

Já o item 5 ferra com a minha lógica lúcida (por serem sonhos reais demais, acabo me colocando radicalmente na defensiva sem mesmo deixar um pouco da racionalidade comandar) e por me reafirmarem que eu falhei e guess what? não sou eu que vai ter que consertar dessa vez.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

[direto do Tumblr] E se o ursinho é o pesadelo e a criatura o protetor?

Postei isso no Facebook um tempo atrás, mas vi a fonte no Tumblr por aí. Adorei a explicação do porquê de ursinhos Teddy e o porquê de monstros debaixo da cama, dentro do armário:

Tá em inglês, foi mal. Não vou traduzir, vai perder a graça.

On the importance of a teddy bear…

(artwork by Begemott)

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