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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

[Projeto Reverso] a última mensagem

Título: A última mensagem - parte 1/12. (por BRMorgado)
Cenário: Original - Projeto Reverso.
Classificação: 18 anos (violência, linguagem imprópria).
Tamanho: 841 palavras.
Status: Incompleta.
Resumo: A viajante acidental no tempo pensou que havia parado no presente, mas uma surpresa a aguarda na porta da geladeira.
N/A: Projeto novo na área, Reverso será uma compilação de 12 contos pequenos sobre uma mesma situação, ambientada em um mundo atemporal ao nosso com um grupo de pessoas tentando escapar de alguma catástrofe eminente, o básico de sempre, sabe? E viva os universos paralelos que os sonhos nos proporcionam! Sim, a ordem dos contos está toda embaralhada \o/

A ÚLTIMA MENSAGEM [1]MÁ REPUTAÇÃO [2] - SEM TÍTULO [3] - A GELADEIRA [4]
SEM TÍTULO [5] - SEM TÍTULO [6] - COMO ANDAR DE BICICLETA [7]
A CONTRABANDISTA [8] - SEM TÍTULO [9] - SEM TÍTULO [10]
SEM TÍTULO [11] - SEM TÍTULO [12]

Trilha sonora:



"Querida criaturinha que criei como se fosse da minha espécie, 

Quando você ler esse email será tarde demais. O armistício era uma grande mentira, o que nos prometeram jamais irá acontecer, não há lugar seguro para ninguém, nem mesmo para sua espécie tão cuidadosamente criada para sobreviver a qualquer situação de risco. 

Os cornudos estão mais do que certo em encher as nossas boas de drogas sintéticas, abrir nossos corpos, pesquisarem o quanto quiserem até desvendar todos nossos segredos. Acho que ainda não entenderam que somos os seres mais medíocres na cadeia alimentar, vermes e parasitas ganham da gente no requisito "servir para algo que preste". 

É por isso que estou aqui, nos meus últimos momentos lúcidos, antes da doença dos cornudos atingir meu cérebro de vez. Quero ter certeza que minha cria ficará longe de toda essa insanidade que se tornou as províncias. 

Entenda, cria, quando você nasceu, tão frágil dentro daquela jaula fedorenta, eu tive que perder um braço pra te tirar da selvageria dos seus. Sei o quanto te faltou alguém do teu tipo, do teu sangue para fazer companhia, tudo o que você teve a infância toda foi esse velho carrancudo aqui, com cheiro de repolho e roupa enxovalhada. Queria poder ter te dado mais, feito você conhecer mais dos seus, não feito você se misturar com os genuínos por medo deles te repudiarem. Alguém sempre irá, não duvide disso. 

Tudo que é meu deixo para ti, meus planos, minha parafernalia, meu trailer. Jogue os experimentos que fizemos fora, não quero que caiam em mãos má intencionadas. Esvazie as gaiolas de cobaias, incinerei parte dos meus papéis e livros. Há apenas esse cel-smart contendo essa mensagem e um espaço suficiente para você preencher com o que quiser. Há uma pasta que fiz para você, são nossas fotos, aquelas que tiramos nas feiras itinerantes nas fronteiras, recordações bobas você irá resmungar, mas uma coisa é certa: aquela foto no stand dos Patriotas foi e sempre a minha favorita. 

Você é especial, melhor que eles, a criaturinha mais perfeita que tive a audácia de manejar e criar conforme a lei da fraternidade. E não se preocupe, eles jamais saberão de você se assim quiser, és o meu trabalho magnífico de anos, te ensinei tudo que precisava para não confiar nesses putos. 

Já estou velho demais para ser piegas e pedir desculpas pelo que estou fazendo, mas não quero deixar a incumbência de sacrificar o bode infectado para mais uma memória ruim para sua cabeça. E sua mente é o seu maior trunfo nesse mundinho de merda que os antigos construíram. Você é mais do que eles, nunca duvide disso.

Lembre-se que para cada desejo do coração, nasce um ideal a se fermentar aos poucos, a cada ideal crescido, há a responsabilidade de ecoar sua vontade, e que sua vontade seja feita sem atrapalhar o Fluxo, os Nós e a Teia. Outros como você saberão de seu nome, seu poder, sua luta, és cria de minhas entranhas ciberespaciais, em teu corpo perfeito corre o óleo que bombeava meu coração, os seus olhos veem a luz e a escuridão, não há nada que o Sol e a Lua esconda de tua presença, os verdadeiros milagres acontecem quando o Equilíbrio é atingido. 

Não confie essa vida a ninguém, a não ser quem viu a face do Ceifador nas areias infinitas. Você nasceu no cativeiro, mas não teve dono algum. Você é livre como uma folha ao vento. Que a sua vontade seja feita e transforme esse mundo. 

Mantenha o senso de direção sempre aguçado, que prevaleça o orgulho de seus ancestrais, fique bem longe daqueles com a marca da rosa negra no ombro, quando for sua hora (e certamente ela chegará um dia) estarei aqui, no calço junto ao Barqueiro a te esperar de braços abertos para um novo início. 

Sinceramente, 

Adrian. 

Ps: lembra quando eu disse que a minha maior invenção estava escondida em um lugar onde eu nem conseguia mais saber? Pois então: a curiosidade matou o gato. Não seja esse maldito gato.

===

O trailer estava deplorável com os restos de fluidos cerebrais, sangue e tufos de cabelo grisalhos. A parafernalia já havia sido saqueada horas atrás, os experimentos quebrados e espalhados junto com os dejetos do cadáver de seu dono. Antigo dono, quase pai, chato pra caralho, mas fazer o quê? 

Ali estava sua herança: uma bagunça dos infernos para limpar e tocar a vida pra frente. Não era assim? 

Passou pela porta do trailer e fazendo o reconhecimento do que poderia levar ou não, pegou tudo que era seu, enrolou firmemente na rede que usava de cama quando estava muito frio lá fora, deu pulos no assoalho de madeira e metal para não macular o túmulo do velho que a criara desde sempre, antes de sair daquele veículo maldito viu de relance uma alavanca que nunca estivera ali, perto da pia da cozinha. 

Sem pensar duas vezes, puxou a alavanca com toda força até ela ficar rente a parede. 
Viajar no tempo era como andar de bicicleta.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

[Projeto Reverso] a geladeira

Título: A geladeira - parte 4/12. (por BRMorgado)
Cenário: Original - Projeto Reverso.
Classificação: 18 anos (violência, linguagem imprópria).
Tamanho945 palavras.
Status: Incompleta.
Resumo: A viajante acidental no tempo pensou que havia parado no presente, mas uma surpresa a aguarda na porta da geladeira.
N/A: Projeto novo na área, Reverso será uma compilação de 12 contos pequenos sobre uma mesma situação, ambientada em um mundo atemporal ao nosso com um grupo de pessoas tentando escapar de alguma catástrofe eminente, o básico de sempre, sabe? E viva os universos paralelos que os sonhos nos proporcionam! Sim, a ordem dos contos está toda embaralhada \o/

SEM TÍTULO [1] - MÁ REPUTAÇÃO [2] - SEM TÍTULO [3] - A GELADEIRA [4]
SEM TÍTULO [5] - SEM TÍTULO [6] - COMO ANDAR DE BICICLETA [7]
A CONTRABANDISTA [8] - SEM TÍTULO [9] - SEM TÍTULO [10]
SEM TÍTULO [11] - SEM TÍTULO [12]

Trilha sonora:





Abriu a geladeira com os olhos pesados, observando a quantidade de água armazenada e o pouco de comida a ser degustada. Estava com sede mesmo, abriu uma das garrafas e sorveu metade em uma golada só. A solidão iria acabar logo, logo. Se estava mesmo na linha temporal que os cálculos do maldito fizera anos atrás, estaria agora no presente que era seu.

Dá última vez que beberá água de verdade, sem ser feita em laboratório ou colhida da chuva radioativa, filtrada tantas vezes que ainda tinha perigo de estar contaminada, fora algumas horas atrás. Diziam que água não tinha gosto, mentira, aquilo sim tinha gosto de vida. Pura e incessante vida. 

Fechou a geladeira, percebeu que haviam consertado a porta (da última vez que estivera ali, tinha que subir um pouco a porta para encaixar no buraco feito improvisadamente para fechar com a corrente e o cadeado) e girou nos calcanhares para o balcão da cozinha improvisada.

[Projeto Reverso] a contrabandista

Título: A contrabandista - parte 8/12. (por BRMorgado)
Cenário: Original - Projeto Reverso.
Classificação: 18 anos (violência, linguagem imprópria).
Tamanho861 palavras.
Status: Incompleta.
Resumo: (sem resumo).
N/A: Projeto novo na área, Reverso será uma compilação de 12 contos pequenos sobre uma mesma situação, ambientada em um mundo atemporal ao nosso com um grupo de pessoas tentando escapar de alguma catástrofe eminente, o básico de sempre, sabe? E viva os universos paralelos que os sonhos nos proporcionam! Sim, a ordem dos contos está toda embaralhada \o/

SEM TÍTULO [1] - MÁ REPUTAÇÃO [2] - SEM TÍTULO [3] - A GELADEIRA [4]
SEM TÍTULO [5] - SEM TÍTULO [6] - COMO ANDAR DE BICICLETA [7]
A CONTRABANDISTA [8] - SEM TÍTULO [9] - SEM TÍTULO [10]
SEM TÍTULO [11] - SEM TÍTULO [12]

Trilha sonora:


Coçou entre os seios com certo prazer. Havia essa cicatriz chata que a incomodava, mas quando coçava do jeitinho certo, tudo ficava incrível. Os mercenários das fronteiras gostavam de se vangloriar de seus feitos mostrando as cicatrizes de batalhas, nem lembrava como ganhou aquela. Nascera daquele jeito pelo que sabia. 


Se espreguiçou para espantar a letargia da manhã, tinha que voltar a rotina com o velhote Adrian pra conseguir sintetizar uma bactéria modificada pra matar as algas venenosas que cresceram na única fonte subterrânea de água que tinham por ali (constantemente filtrada, tratada, reutilizada, testada). Aquele trabalho intelectual não era lá mil e uma maravilhas. Não tinha educação suficiente pra saber resolver as equações quilométricas do velho louco, mas sabia bem como testar os efeitos dos experimentos. Quando o velhote precisava de uma cobaia, ia mais que feliz até a colônia dos cornudos, passava horas na espreita e caçava um deles que desse mole. 

Alienígenas eram descartáveis para ela, assim como tratavam os humanos na segunda invasão. 

terça-feira, 26 de maio de 2015

[Projeto Reverso] Má Reputação

Título: Má Reputação - parte 2/12. (por BRMorgado)
Cenário: Original - Projeto Reverso.
Classificação: 14 anos.
Tamanho: 1915 palavras
Status: Incompleta.
Resumo: O laboratório está muito cheio para se fazer Ciência.
N/A: Projeto novo na área, Reverso será uma compilação de 12 contos pequenos sobre uma mesma situação, ambientada em um mundo atemporal ao nosso com um grupo de pessoas tentando escapar de alguma catástrofe eminente, o básico de sempre, sabe? E viva os universos paralelos que os sonhos nos proporcionam! Sim, a ordem dos contos está toda embaralhada \o/

SEM TÍTULO [1] - MÁ REPUTAÇÃO [2] - SEM TÍTULO [3] - A GELADEIRA [4]
SEM TÍTULO [5] - SEM TÍTULO [6] - COMO ANDAR DE BICICLETA [7]
A CONTRABANDISTA [8] - SEM TÍTULO [9] - SEM TÍTULO [10]
SEM TÍTULO [11] - SEM TÍTULO [12]

Trilha sonora:



Muita gente. Muita. Estão tocando nos tubos de ensaio que sobraram, tem um escorado na única mesa cirúrgica, rastros de lama por todo chão, se fosse sangue eu suportaria a bagunça, mas reuniãozinha de clubinho justamente no meu local de trabalho?!
 - ... não podemos confiar nos muros do Sul, reforçaram com arame farpado e uma barricada, mas mesmo assim não tem como conter caso façam uma entrada maciça.
 - Pessoas usando vocabulário bonito, parabéns... - eu comento no meu tom menos usual (Aquele cheio de sarcasmo, mais aproximado pra um grunhido de depreciação).
 - Podemos fazer rondas a cada 2 horas, diminuir o tempo à noite.
 - Temos pouco pessoal, não há como fazer isso sem... Ai! Qual é o problema, maluca? - o tapa bem dado com a minha única luva de cirurgia pesada deu conta do recado, o idiota saiu de perto da mesa.
 - Ignore ela, diga-me, como estão as entradas para o metrô.
 - Bloqueadas até então. Tem um túnel transversal que era usado pelos trabalhadores na manutenção de lâmpadas...
 - Mas é apertado e não se sabe onde vai dar. Pode haver...
 - Tá rindo do quê, maluca...?
 - Nada, só uma piadinha infame que ouvia no colégio... - disfarcei a frustração de ter um pensamento insano sobre metáforas de tunéis apertados e a pessoa que me dirigiu o insulto de "maluca" novamente.
 - Mande os catadores lá, dois deles, três dos nossos. se o Russo quiser enviar algum deles, pode deixar. - ouvindo essa conversa me dá um sono imenso de acompanhar, preparo uma cartada boa para afastar aquele grupinho de revolucionários sem noção do meu laboratório, abro o freezer de bom uso e tiro um pedaço daquilo que a gente tanto luta desde o começo dessa bagunça toda. Até onde sabemos, noss país foi literalmente pro saco por culpa desse pedaço desgraçado que seguro com força para não escorregar e jogar na mesa cirúrgica. O cheiro é o primeiro a chamar atenção. Estou protegida com a máscara, avental e luvas, mas eles? Bem, não tou nem aí se eles não estão.
 - GUARDA ESSA PORRA NO CONGELADOR, MALUCA!! - gritou um deles, o mais perto do pedaço e colocando a mão no rosto para tapar o nariz. Os outros instintivamente se afastaram, mãos no nariz ou cobrindo com os tecidos de suas roupas maltrapilhas, a líder da revolução dentro do laboratório não piscou ou saiu do lugar.
 - Pessoal, tudo bem. Não é o que pensam... - ela disse firmemente não tirando os olhos da coisa, um brilho assassino atrás daqueles olhos escuros tão distraidores dos meus pensamentos de dias e infestando meus sonhos à noite. - Ela faz isso pra me evitar sempre quando pode.
 - E sempre funciona. - respondo tranquilamente metendo a faca de cozinha afiada rusticamente pra tentar causar mais desgosto ao grupo. Eu quero ficar sozinha com minhas coisas, preciso do meu tempo sozinha e eles não andam respeitando muito bem as placas ameaçadoras que faço na porta lá fora.
 - Não mais. E então senhores?
 - Catadores, Esquilo, Parafuso e eu podemos ir de boa. Vou ver se o Russo vai querer alguém no grupo.
 - Quanta coragem pra entrar num beco apertado na principal via daquelas coisinhas nojentas... Boa sorte...
 - Vai se danar, maluca... - alguém disse, não sei identificar quem com quem, depois da pancada na cabeça da queda da bicicleta o cérebro não registra mais faces. Ótimo mesmo, não quero lembranças desse povo nem que a vaca tu...
 - Coelho, fora daqui. - a "líder" disse, parece que a coisa ficou feia pro lado deles. os outros que arrastaram os pés do laboratório murmuravam coisas que não me interessavam, estava mais preocupada com o fluxo viscoso saído do centro do pedaço enorme da coisa. Já tinha visto isso uma vez na viagem a campo lá de Agosto e pelo que testamos com os braniacs de lá, é porque finalmente o tempo de manter guardado pra testes e análise havia acabado. Cubro a coisa com plástico usado de outras cirurgias e me desfaço do embrulho colocando dentro do freezer que não funciona. Se começar a feder, é só jogar o caixote ladeira abaixo. Vai fazer diferença alguma.

domingo, 2 de novembro de 2014

[Projeto Reverso] Como Andar de Bicicleta

Título: Como andar de bicicleta - parte 7/12. (por BRMorgado)
Cenário: Original - Projeto Reverso.
Classificação: 14 anos.
Tamanho: 1007 palavras.
Status: Incompleta.
Resumo: Alguém se deixa levar por muitos pensamentos em uma varanda de madeira de algum esconderijo do grupo.
N/A: Projeto novo na área, Reverso será uma compilação de 12 contos pequenos sobre uma mesma situação, ambientada em um mundo atemporal ao nosso com um grupo de pessoas tentando escapar de alguma catástrofe eminente, o básico de sempre, sabe? E viva os universos paralelos que os sonhos nos proporcionam! Sim, a ordem dos contos está toda embaralhada \o/

SEM TÍTULO [1] - MÁ REPUTAÇÃO [2] - SEM TÍTULO [3] - A GELADEIRA [4]
SEM TÍTULO [5] - SEM TÍTULO [6] - COMO ANDAR DE BICICLETA [7]
A CONTRABANDISTA [8] - SEM TÍTULO [9] - SEM TÍTULO [10]
SEM TÍTULO [11] - SEM TÍTULO [12]

Trilha sonora:

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Como é sentir que vai morrer?
É como andar em uma bicicleta após anos sem praticar.
Sério, não é tão difícil assim. Apenas sentir que todas suas forças se esvaem de seus poros, deixando marcas no chão, nas coisas em que toca, nos outros que estão ao seu redor, tudo retorna ao pó quando se vem do pó. Extrema-unção nunca fez tanto sentido para mim.
O pequeno livrinho preto de capa rasgada está em meu bolso do jaleco, não atingido pela torrente suave que vai tomando conta do deck de madeira, o que importa agora as palavras sábias de antigamente? Quase nada, a não ser que minha mão tremendo está involuntariamente querendo alcançá-lo desde que me deixei vencer pelo cansaço, pela fome, pela hemorragia interna sistêmica.
" - Vai melhorar, você só está cansada" - eu convenço o meu corpo dolorido com essas palavrinhas mágicas, logo delibero o porquê não sentir mais meus dedos dos pés e minha visão estar turva. Algo errado está ocorrendo e eu só consigo sangrar até morrer aqui nessa varanda.
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