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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

[bibliotequices] por que me arrombar com TCC?


São coisas que deveríamos nos questionar, ao invés de apenas fazer/obedecer.

Se desde as primeiras fases nos alertam que referenciar TCCs pode dar uma "desvalorizada" em sua escrita de trabalhos acadêmicos e artigos e tudo mais pelo status quo da produção acadêmica louvar apenas artigos de certos tipos de revistas A2 pra cima, então para quê exatamente serve a feitura de um TCC?

Se verificarmos socialmente a usabilidade de um TCC dentro de nosso percurso na graduação e vermos que ao ser colocado como subalterno na coleção de "fontes valorizadas de pesquisa", então por que nos preocuparmos ao ponto de travamentos, ataques de ansiedade, pânico, sentimentos ambíguos e altamente ferozes e destrutivos ao produzir algo que não necessariamente será usado em um futuro por qualquer pessoa?

Por que a atualização de repositórios de TCCs acabam sendo não priorizados, pois é academicamente mais "rentável" buscar fontes mais seguras e confiáveis (???) como artigos nessas A1 e A2, teses e dissertações?

Começa assim...

Entende a incoerência desse discurso?

É como se me dissessem que o 1 ano que botei todas minhas forças, funções, pensamentos, horas, escritas e atenção para a redação do TCC não servissem para absolutamente nada, em raros casos, caso alguém se interessar e ainda assim sofrer esse estigma de não ser muito adequado para se referenciar em trabalhos, seja lá onde for produzido.

Entende que ao desvalorizar uma referência de TCC, de quebra, posso inferir que também estão desvalorizando o que aprendemos na graduação por um conceito mercadológico de produção academicista que prefere invisibilizar esse tipo de produção? E que desvalorizando a graduação feita - e a vivência da pessoa ao produzir tal trabalho, e o orientador que também gastou horas auxiliando, e banca ao analisar e o ritual da defesa e o armazenamento desse esforço em algum lugar (Repositório, disquete, CD, pendrive, lá nos fundilhos de alguma biblioteca, lalalala, dentro de uma caixa).

Aí se transpomos essa noção de rasura de referência sobre um TCC para o cenário atual da pós-graduação com os cortes e as sandices interinas e golpistas, como é que vocês acham que a gente da graduação arruma estímulo pra redigir um trabalho que não vai servir de nada, não será resgatado por outros pesquisadores/estudantes por conta dessa cultura de apagamento e plim! Plim! Nós bibliotecários, os profissionais da informação se virando nos trinta para estabelecer prioridades na hora de fazer escolhas tanto para nós mesmos em nossos locais de trabalho, assim como auxiliar pesquisadores. Vamos atrás de quê? Artigos na maioria das vezes.

Então a produção acadêmica feita na graduação em seu sentido literal é virar lixo eletrônico, como mais um grãozinho de areia na poeira cósmica da recuperação de informação. Se usar o TCC para a pós, aí talvez tenha uma chance de virar o começo de uma estrelinha e ser referenciado posteriormente, mas quando se limita ao limbo cósmico? Vai ficar lá e não vai voltar dos mortos.

Entende que é esse tipo de educação formal que se preocupa obsessivamente tanto com a produção final, mas só se mantém no processo daquela coisa e é isso que arruína a valorização de nossa própria identidade acadêmica?
(Alguém cita Marx aqui, não sou tão na dele...)

Parks and Recreation traduzindo a vida acadêmica...

Pra quê estamos produzindo na graduação?
Pra servir a quem?
Por quê produzir afinal?
E principalmente: por quê cês tão perdendo pontos de sanidade por algo que vai pro limbo cósmico biblioteconômico se a própria academia/mercado não valoriza sua produção?

Incoerência, a gente vê muito aqui.

Bejas de luzes e intézes!

sábado, 9 de junho de 2018

Balanço do semestre


There I go.

Como resumir esse semestre?
Altas doses de oxitocina no começo do ano, muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, um alívio imediato por conseguir prosseguir no schedule acadêmico/profissional, aí aquela queda no poço da Samara com direito a aperto emocional de me fazer querer sumir da face da terra, um microondas queimado, receber apoio, dar apoio, sumir de vez em quando pra manutenção da sanidade, bombar em pelo menos duas disciplinas, pois não é saudável nessa altura forçar demais e ter uma crise nervosa, morder a própria língua, engolir o ego e o orgulho, voltar a morar na casa da mãe, melhora substancial de comportamento felino, as dorgas legalizadas que enganam as química dos celebro manolo!, Aurora Nealand, Ranhinha Ostraliana do Glitter, reconhecimento de alguns aspectos da vida, continuar no poço da Samara? Sim, mas agora confiar na rede que não vai me deixar na mão se eu escorregar. Falar pra minha mãe que sou trans não-binarie e não sofrer repreensão, negação, repulsa, incompreensão.

Dor.
Saudades. 
Escrita voltou. 

E que meu curso, de acordo com os doutores mais conceituados em suas bolhas alheias ao mundo real, NÃO É DA EDUCAÇÃO. Vixi Mary.

Foi um tanto de coisa, mas tô aqui, sobrevivendo. Tentando não entrar no ciclo vicioso de pensamentos infelizes e ações piores ainda.

Até deu pra notar novamente que meu coraçãozinho rude e gelado ainda funciona! Parece milagre, mas é só o atestado de que a maturidade emocional veio, então deve ser que haja alguma coisa boa para se aproveitar na vida além de querer causar caos e gerar questionamentos.

Ah! Voltei a sonhar.
Talvez seja a hora de reler os contos de fada com outros olhos.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

empirismo não me decepciona

Empirismo não me decepciona

Além do sarcasmo e da apatia, algo que me rende bons frutos (e menos ansiedade, dores no corpo e afins) é o empirismo condicional da vida corrente.

E como qualquer criatura ansiosa e insegura, é de lei que irei me basear na vivência mundana através de fatos e não de lados. Porque lados há muitos, se apenas vemos em 3 dimensões, miguxe, experimenta passar dias em medicação forte pra ver o quanto de percepção a gente capta em poucos segundos de observação.

Já fui trouxa, admito com certo orgulho, pois a trouxice me ensinou a medir empiricamente os limites entre a minha realidade e a do Outro, essa esfinge inabalável com charadas ferinas na ponta da língua e muito silêncio constrangedor.

Diferente de Édipo e Perseu, não tou nem aí em decifrar charada pra ir adiante, prefiro bater aquele papo com a Medusa, ser tão estimável e subestimado na categoria de "monstros da mitologia" - lembrando que a Medusa foi amaldiçoada por Atena, sim aquela deusa da "Justiça" que esqueceu o detalhe básico de que a moça antes humana estava sendo assediada constantemente e então violada por Poseidon no templo dela.

Conversar com a Medusa traz solidez (bora começar com os trocadilhos?!), traz convicção, traz sinceridade. Olhar em seus olhos mágicos e instantaneamente se petrificar com o fato ali dado: não adianta fazer muita coisa se só vai quebrar a cara.

Então, em certa situação, vamos dizer, em que pai e filho, encarcerados em um Palácio estonteante no meio de um labirinto de desespero, têm a brilhante ideia de construírem asas enormes de penas resistentes coladas com cera para escaparem dali para a liberdade. O pai preocupado com o filho avisa que podem haver consequências graves se voarem muito perto do Sol, mas o ímpeto do filho (éesua admiração/curiosidade ao deus-sol) é tanto que é certo sua queda fatal.

Pai em luto esquece sua invenção, sua liberdade, sua promessa de felicidade para reaver o defunto do filho tão jovem, tão cheio de ideias, de sabores, de amores, de projetos e planos. Foi assim que Dédalo e Ícaro terminaram, o guri estropiado indo pro Hades, pai se sentindo eternamente culpado por não ter contido o episódio funesto, mesmo sabendo das consequências de se fabricar asas coladas com cera.

Se substituir pai por minha vontade de criar e filho como as ideias que costumava ter, temos esse paralelo super bonitinho para se deliberar. Engessamento nas práticas dentro de um ambiente educacional mata mentes criativas. O excesso de ordem e progresso mata quem precisa se expressar constantemente em forma de atuação direta com a sociedade. Sonhos são esmagados ao darmos a autoridade maior ao sol e não quem produz as asas com cera.

Não foi isso que me obrigo a acordar todos os dias, mas tá sendo o default.

Mas como sempre, toda vida, porém, contudo, o capitalismo tem uma vozinha de sereia atacando a nau de Ulisses: se hipnotizar com a harmonia do sistema e se afogar com sua falácia até findar mais outro Ícaro.

E ver Ícaros caindo tem sido constante nesses últimos tempos, e dói mais quando a cera usada nas asas deles também é base pra minha. A qualquer momento o sol/Hélio pode muito bem chegar e decidir aumentar de temperatura, esquecer das ordens de Apolo e me transformar em torresmo. E ele vai, essa é a certeza.

Então antes de acontecer: se aprochegue a miguxa Medusa. Mais precisa e com um toque de realidade. Um exterior esculpido em pedra, para quê voar se minhas asas estão debaixo dessa carapaça petrificada?

O mais importante: por que ter asas se a esfinge está apenas esperando abocanhar suas palavras, seus sonhos, suas ideias, sua criatividade com as intermináveis charadas?

Por que tentar se o padrãozinho medíocre sócio-instalado e sufocar até a morte quem desvia do normal?

Pra que entrar em desespero com isso?
Pra modiquê perder noites de sono, suco gástrico estragado, tentativas de interação e buscar aprovação se NÃO É ESSA A RAZÃO de aceitar a missão?

Conviver com esfinges, minotauros, reis megalomaníacos, deuses abusivos, Dédalos e Ícaros está perfeitamente encaixado no meu empirismo. Relevar a importância deles em minha vida pessoal/profissional é que está sendo novidade. A conclusão geral de mais um episódio desse teatro que insistimos chamar de vida?

Mantenha a vida pessoal LONGE da profissional. 
Faça o que a função pede. 
Não seja idiota em achar que vão dar a mínima (não irão). 
Você é um mero parafuso no mecanismo, seja invisível.
(Tá sendo ótimo, empirismo nunca me decepcionou ao me distanciar do objeto de estudo)

quarta-feira, 28 de março de 2018

sobrevivendo na administração

Irei falhar miseravelmente nas aulas de administração.
Por que?
Porque passo mais tempo observando a dinâmica de estudantes com a aula do que realmente prestando atenção no conteúdo.
(Não tem como desligar esse modo cientista-analítico, não tem! Não quando é tão peculiar!)

Eles têm diversas formas de expressar dominância uns sobre os outros, a vestimenta, as conversas altas, por que as meninas sentam na frente e os rapazes no fundão? Há a questão também de haver alunos mais novos que frequentemente confundem a sala de aula com pátio de escola.

Ainda tou tentando compreender como eles funcionam, como eles enxergam o mundo, mas tudo parece um pouco forçado pra mim. Há uma camada de aparência ali que não me é tão feliz em perceber, como se todos os olhos estivessem vigiando cada um, pronto para julgamento, repreensão e vaias.

Oh acontece bastante na sala: sons altos demais para alguém que esteja estudando entenda o porquê estar acontecendo aquilo.

Então quando o fessor levanta aquela bandeirinha tímida do materialismo histórico, começam a elevação de voz até culminar em algo inteligível que denota oposição a qualquer tipo de pensamento além da visão empresarial-comanda-os-pobres-peões. E essa visão que me é ainda uma incógnita.
Na verdade já estive em um lugar assim por um tempo há anos atrás e era uma sala cheia de doutorandos em aula ouvinte de pós-graduação. A batalha de egos era eminente a cada aula e diferenças ideológicas visíveis.

Assusta?
Muito.
Ainda mais quando teu emocional tá abalado e oscilando entre o vulnerável para o extremamente frio-calculista.

Eu deveria prestar mais atenção nas aulas, fixar a matéria, decorar os nomes.
Tá difícil de entender como eles funcionam.
(Peraê, eles funcionam?! Porque parece um mundo de sonhos pra esses camaradas...)

sexta-feira, 31 de março de 2017

[bibliotequices] faz sentido

Tem coisas na minha vida de escriba que normalmente não fazem sentido. Tipo minha vida amorosa, a vida familiar, a vida privada que o Nelson Rodrigues fazia comédia (referência nenê?), mas estar novamente atuando em biblioteca faz total sentido.

Há uma premissa que gosto de repetir pra mim mesme: "Quanto mais insano, mais normal fica" que acaba se encaixando bem em tudo relacionado na vida de bibliotequere. A vida faz sentido aqui entre as estantes. O exercer o meu existir faz sentido aqui no balcão.

Pode parecer besteira, ver alguém enaltecendo a própria profissão como algo divino, não é, não deve ser e pelamoooooor não seja. Eu amo a Biblioteconomia utópica dentro do meu plano de ideias que entendo, compreendo e compartilho, mas tem muita coisa pra se melhorar.

Aconteceu alguns fatos nesses dias em que estou estagiando que me fizeram reavaliar muito o que me leva a ser tão apaixonade pela profissão - e aí vamos na batalha de emoção versus razão? Com esse assunto em específico, eu perco a compostura e me entrego de corpo, alma e coração. Pode levar toda minha integridade física e mental que aceito!

O motivo para tanto furor é a forma como certas cousas estão se encaixando, desde o momento do compreender o que raios faço aqui, como vou fazer, pra que/quem é porque fazer. Isso está se concretizando.

Faz sentido passar aperto no estágio por conta de situações que não dá como controlar, que se necessita de uma ética pautada até em algo superior a ciência e o academicismo pra compreender, analisar, simpatizar e resolver. Que há aulas que foram assistidas pra sr lembrar na hora do aperto e dizer "véi de Bowie, obrigade pessoa que me deu aula por existir, por ter uma consciência incrível, por estar na minha vida" - esse feeling, aliado com um pequeno papo de banheiro com velhinha simpática que exclamou "esse banheiro é feminino" em um tom escandalizado e excludente para evoluir em um diálogo de respeito e alteridade. É o puxar papo com docente decente sobre um relampejo de ideia para algo a ser produzido no futuro.

Essas pequenas coisas. 

Elas me fazem sentir vive e útil e bem comigo mesme, as pequenas vitórias. O bilhetinho para BFF com zoação, a preparação de algo improvisado que dá certo, é eficaz, as pessoas são beneficiadas. Esse feeling? Sabe esse, de fazer o coração gelado pulsar na garganta, os pulmões absorverem mais oxigênio, deixar a mente anuviada com as inúmeras possibilidades se amanhã ocorrer mais surpresas e coisinhas a se resolver com a teoria vista em sala de aula?

Eu troco todo tipo de coisa que já senti nesse mundo por esse feeling sendo habitual.

Não é take it for granted, mas é que quando se encontra a quest da sua vida, não é pra deixar ela escapar pelas mãos quando se apresenta. Ser bibliotecárie me traz muita alegria e momentos memoráveis também. Tem coisa ruim, mas entra aí nas alegrias e talz, a gente não vive suficientemente para entender o quanto pode ser feliz com pouca coisa nesse mundo, o fazer por onde está sendo constante, tá fazendo sentido.

Por mais que tenha umas criaturinhas tumulares que gostem de arranhar a superfície do quadro pra causar aquele som horrendo, elas não ganham dessa sensação. Queria que fosse permanente, tou apostando minhas fichas para manter o feeling por mais tempo.

Teve dois cliques nesses dias, um mandou o vitimismo pro fundo do poço (Sorry Samy) por saber que posso ser forte, bem mais forte que qualquer um quando preciso me posicionar como ser vivente. O outro clique foi compreender que ter um olhar mais crítico de uma situação potencialmente perigosa/vexatória pode salvar pessoas de desconfortos, inclusive o meu. E o meu desconto com o mundo se resume a um demonho bem bem beeeeeem específico: leio o mundo como se não fosse o bastante.

O mundo não é criado para ser o bastante, eu devo estar perdendo algo disso, sentir culpa faz parte (sim, eu sei, absurdo!), consertar a minha bagunça é inevitável.
E isso vai pra tudo. 

Isso também arruinou muitas oportunidades de ser feliz plenamente, mas verificar que a culpa não vai me levar a lugar algum continua sendo uma barreira a se quebrar todos os dias.


Não quando esse feeling de ser fucking awesoooooome e útil na biblioteca vem. Ele preenche tudo, transforma toda energia pesada carregada, mantém o controle e a serenidade. Pra se chegar a um level de entendimento comigo mesme foi torturante, agora o se autoflagelar não parece fazer mais sentido.

Essa é a plenitude que quero pro resto da vida. É nisso que irei focar de aqui por diante. As pequenas coisinhas, elas fazem diferença.

quarta-feira, 8 de março de 2017

[bibliotequices] o que, pra quem e porquê?

[Disclaimer: não uso o nome da Federal em que curso, porque já sofri uns backlashs lindos do próprio curso ao ter perfil de Facebook exposto em sala de aula por pessoinhas super bem intencionadas. Uso alusões a saga Star Wars para direcionar minha linda jornada na universidade mais tradicional de todo país. Também uso de sarcasmo e ironia pra poder escrever sem que ninguém em particular se sinta ofendido]

Uma piada recorrente entre os anos de 2004 a 2008 na PUC Betinópolis era sobre como nosso dinheiro da mensalidade ia para o Vaticano para construção da nova Estrela da Morte¹.

Because, razões tinham de sobra...

Uma coisa também que era zoeira na época - por conta de não perceber exatamente o que estudar com os Sith poderia criar - era como nossos professores eram extremamente avaliativos e rigorosos com nossa formação humana. Não era pegar a powha da Gramática e fazer pomposidade no idioma nem falado pela maioria da população, era usar aquele trambolho como instrumento de cidadania e destrinchar cada preconceito linguístico, cada inadequação temporal, cada vício elitista de "falar certo e falar errado" e mandar pro espaço sideral.

Estudar com os Sith me tornou, pasmem, Jedi. O lado iluminado da Força até pode ser feito de escuridão também (hello, bora estudar um pouco de física e refração da luz e espectros de cores), mas o que ficou na PUC dentro de mim foi esse bichinho miserável da avaliação contínua do que raios tou fazendo, pra quem tou fazendo e porque tou fazendo.

As tias fessoras mais didáticas é que adoravam repetir a romaria, quando você escreve um texto é pensando nesses três fatores - o que, pra quem, porque - e isso não mudava né um pouco na prática docente. E ser professor, caso tenha escapado do memorando, é uma das coisas mais sérias desse universo.

Se perder a noção do que tá fazendo, pra quem e porque, o trem desanda. E com consequências tão tão ferradas e sem lógica que você só vai perceber a m**** que fez daqui há 9 anos ou 12 anos, dependendo do ciclo educacional que pegar. Pra aí encontrar um colega de turma na primeira fase que não sabe interpretar uma notícia de jornal, escrever o essencial para reivindicar um direito seu, imagina só se meter com bibliotecas e livros e gente e talz?

A responsabilidade é enorme, algo que não quis abraçar a princípio por conta do olhar mais crítico que a PUC me abriu. A virginianice também tem culpa no cartório, a criação restrita com uma mãe detalhista, mas o olhar humanizado sob algo concreto, real e com consequências em longo prazo? 
Os Sith me deram.



E é com esse mesmo olhar que entrei na Biblioteconomia e é por isso que me sinto na obrigação de fazer avaliação atrás de avaliação sobre o rumo do curso, sobre tudo que aprendi até então e principalmente, ver o que isso tudo tá causando nos colegas de sala e de futura profissão. Não quero dar o pedala Robinho de imediato, mas a vida fora dos murinhos invisíveis da Universidade é bem cruel e a nossa atuação é parte fundamental em fazer alguma diferença no percurso acadêmico de uma criança cheia de sonhos, esperanças e fôlego.

Debaixo do link, avaliações, resultados, surprise, surprise modafóca, isso vai ser isso o tema do meu TCC até eu jubilar...

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

let the cray-cray do semestre begins


Primeira prova do semestre e única coisa na cabeça é: "como irei recuperar aquela habilidade linda e ninja de sumir da face da terra por alguns dias por estar extremamente ansiosa, cansada e cheia de coisas pra fazer?" 

Tá tão tenso que ontem meu estômago se rebelou no modo "Yo modafóca, vou fazer você se arrepender por ficar tão chill out por muito tempo!" 

Quero a minha cama! 
(Ah! Boas vindas ao equinócio. A roda vai voltar a girar nessa época, pqp, tava muito a fim não...) 


Postado via Blogaway