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domingo, 19 de janeiro de 2014

[seriados] teorias escalafobéticas sobre Lost Girl

Como não tinha nada o que ocupar a minha mente (Ah tá, vai pensando nessa xD), resolvi compilar algumas teorias conspiratórias sobre o que ando vendo no enredo solto e sem nexo dessa 4ª temporada de Lost Girl. Esses últimos episódios estão concretizando alguns pensamentos que eu já desconfiava, outros que foi mindblowing total.
Já deixando claro que são só TEORIAS, nada foi comprovado pelos produtores, atores de Lost Girl, mas se a gente começar a ligar os pontinhos, pode até fazer sentido.
(Tou me coçando desde o 04x08 com tudo isso e sim, isso vai ser LONGO!)



Uma breve introdução: Lost Girl é uma série canadense (VIVA O CANADÁ!!) sobre o mundo desconhecido dos Fae (Sim, fadinhas, muita coisa de Changeling permeando o enredo, amei logo de cara!) e a trajetória da protagonista Bo Dennis (Anna "como consegue ser tão adorável" Silk) para se adaptar com sua... ahn... raça. Sim, porque os Fae podem ser a evolução ou parentes próximos dos homo sapiens, mas com características marcantes em sua constituição física, patológica e psicológica. Bo é uma súcubus - sim, morram de medo - e se "alimenta" do chi das pessoas para poder se curar, ter uma sustança melhor no físico e horas intermináveis de sexo selvagem sem perder o fôlego.

(Agora viram por que gosto dessa série?)




This woman, yep. She'll be the death of me. Literally.


Ao lado de sua escudeira russa e altamente sarcástica, troll, estômago de ferro, sobrevivente das ruas e gótica virada ao avesso Kenzi, Bo tem o lema de salvar o mundo e os fracos e oprimidos, o que ocasionalmente a faz se meter em encrencas maiores com outros personagens, um número infinito de Faes diversos e às vezes sendo pega de surpresa por dilemas bem mundanos do tipo: "Com quem será que eu passo o resto da minha vida? Com a cientista humana que amo loucamente, mas não me sustenta no cardápio principal ou com o homem-lobo que tem vitamina extra, mas me confunde com suas demonstrações de territorialismo canino?"
E tem tudo que uma série precisa para me fisgar, ótimos diálogos, referências cult/pop o tempo todo, revisitação de estereótipos mitológicos, cenas instigantes em dose certa, uma cientista geek, fria e calculista se derretendo pela mulher mais disputada do cenário... Angst, pain, risadas, teorias escalafobéticas e muita inspiração para eu me concentrar na minha escrita.

Mas vamos ao que interessa! se você já sabe do que estou falando, pode clicar no link que tá seguro. Já se não faz a mínima ideia, vá ver Lost Girl, vai? E aproveita que vai estrear no AXN em fevereiro em versão legendada e dublada. Quer mais moleza que isso?
(E por Odin, o AXN foi PÉSSIMO na montagem do site... As descrições tão todas genéricas!)

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