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segunda-feira, 4 de julho de 2016

top top top - 10 músicas!!

Já que deu pra dar folga em 2 artigos, 1 análise, 1 preparação de aula (???) e preparação psicológica pra prova de amanhã, resgatei alguns rascunhos pra me alegrar a escrever criativamente again. Até a meia noite desse dia vai ter uns posts aqui nesse trem!

E sim, eu sei que "top" é gíria de pessoas heterossexuais, mas como não tenho preconceito linguístico algum e sacaneio TUDO sem a menor piedade, vou deixar esse título por vias de lolz. E no Lolz a gente SEMPRE confia.

:P
Lista de 10 músicas e 10 filmes que marcaram a sua vida.
(A minha, não a sua, mas se você concordar com o que tá escrito aqui, recomendo que faça também. É um bom passatempo relembrar certas escolhas da sua vida.)

O post originéba veio do Facebook - e como não dá para traçar a rota de origem quando se está em uma rede social - mas bora lá que isso vai preencher um legado... ou não.

As 10 músicas:

(Não particularmente nessa mesma ordem)



Walk On - U2. Essa música me salvou tantas vezes que até perdi a conta. É essa versão desse vídeo mesmo, porque a versão single não me representa tanto (vai entender?!). E Deus está em todos os lugares, inclusive no Rio de Janeiro.

Debaixo do link mais piração musical, muita nostalgia e fangirling, because...

sábado, 9 de janeiro de 2016

top top top 10: álbuns que me influenciaram

Um tempinho atrás me marcaram nessas correntes musicais lá no Facebook (Você acha que se livrou disso no Orkut, mas mera ilusão, mortais) e achei significante deixar registrado aqui para posteridade.

Se houvesse algum tipo de mantra compulsório que me fizesse sossegar o facho seria com esse álbum em específico. Atyclb foi o marco e a volta do U2 para a música e guess what? Lançado em 2000, uma transição enorme na minha vidinha élfica. Todas as letras são importantes pra mim, TODAS! E há uma em especial que me faz querer ser uma pessoa melhor quando ouço (Faixa nº4 btw). Eu fui decorar as letras copiando do encarte diversas vezes em qualquer pedaço de papel que eu tinha e ir andar na rua repetindo os versos sem ter nada o que escutar. Pra mim foi como estar num momento de pura sintonia com a música.


2 - Madonna - Ray of Light
1999, Madonna voltou com um som meio zen? Como assim sair de Erotica pra modo zen? Simples, a maternidade trouxe esse elemento incrível para a pacificação do discurso dela. A kabbalah judaica também ajudou, assim como o esforço dela superar aquilo que ela já havia feito antes. RoL é a perfeição em música, desde a 1ª (minha favorita) Drowned World/Substitute for Love, aos singles básicos até o final Mer Girl. Não chega a categoria de mantra divino inspirador, mas me dá um trem engraçado no coração quando ouço ele inteiro.

3 - The Corrs - Unplugged
1999 também, foi ali o começo da minha pessoa individual, musical, espiritual, emocional, racional. Música irlandesa me chamou atenção imediatamente e aprendi a tocar violão com esse álbum em especial (Sim, eu tocava TODAS as músicas de 1 até a 14 sem titubear), quando vou ouvir algumas esses dias, tenho ataque nostálgico de OMFG como eu era feliz!! - The Corrs continua sendo uma das minhas bandas favoritas.

4 - Dido - Safe Trip Home
Eu já amava a Celeb/Dido desde sempre, ouvir o Safe Trip Home em casa, sozinha, com as luzes apagadas e apenas o encarte do cd nas mãos acompanhando as letras foi mágico! Ela captou um importante momento na minha vida e creio que não irei esquecer como foi escrever a letra de Burnin' Love em um papel de fichário da Pucca com marcador rosa e verde e pregar na parede pra decorar a letra logo e depois tirar as cifras no violão. Bons tempos...

Foi o 1º álbum que ouvi inteiro do Patrono. E dude! Starman, Five Yars E ZIGGY STARDUST!! Minha paixão por rock glam já estava florescendo, mas ao perceber a obra-prima no auge do Ziggy foi excitante! E se a purpurina fica na falta na minha vida, volto sempre a esse álbum, porque Tio Dave é Tio Dave! (E tenho profunda adoração por ele)





6 - Rammstein - Liebe ist für alle da (O Amor é para to(l)dos)
Rammstein foi o meu 1º contato com metal industrial e toda a parafernália da euro-synth-pop-EBM-whatever dos anos 80 pro 90. Esse álbum representou muito nas minhas decisões libertárias de serzinho humano e também foi o embalo para o momento mais foda da minha vida de ver o show no Via Funchal em 2010.

7 - A Perfect Circle - The Thirteen Step
Eu gostava do APC, só não entendia as letras! O negócio é que com APC precisa de preparação antes pra entender o que raios o Maynard quer dizer. Orestes? Yep, Orestes e na época eu tava lendo na tacada Ilíada e Odisséia, depois cismei com as tragédias gregas (fanfiction clássica lalalalala) sobre os "sobreviventes" da Guerra de Tróia. Caiu como uma luva. E só fui entender as letras cerca de 4 meses atrás, viu como é demorado? Quase 7 anos fangirling e só agora vem a iluminação.

8 - Taylor Swift - 1989
Yep, podem tremer os sapatinhos vermelhos, mas eu adoro ouvir a Tay-tay. Primeiro que ela é uma songwriter antes de tudo, poxa a formação musical dela é do roots do country e folk americana, óbvio que ter o que contar ela tem e as letras delas não saíram dessa linha de storyteller desde o 1º álbum. 1989 é importante, pois foi o álbum que comecei a gostar dela mesmo, parando para analisar as letras, vendo o que se encaixava, apreciando o que o pop poderia proporcionar em tempos tão sombrios. 1989 foi meio que catarse para mim, já que o automático aqui é ir para algo barulhento e depressivo quando me sinto malzinha, mas hey! Auto-terapia começa quando tem música pra rebolar e pra pensar. Com esse dá pra fazer os dois. Favoritas desse álbum? Out of the Woods, I know places e Clean.

9 - Emilie Autumn - Opheliac + 4 o'clock + Fight Like a Girl (São 2 álbuns e 1 EP, mas pra mim é obra única!)

Opheliac
Opheliac (Photo credit: Wikipedia)
Essa peça de Arte Musical e Lírica da maluca da Tia Emília fez o meu cabeção pirar na soda quando saquei dos esquemas (Junto com o Livro também né?). Ouvir a obra completa em pedaços foi como despedaçar o storytelling que a prolixa Emilie Autumn consegue ser ao narrar o seu mundinho, o grande problema é: o processo criativo dela é meio parecido com o meu, então por isso, aprendi um bocado a NÃO espalhar demais as dicas, assim dá pra fazer algo compacto antes de dar a cereja do bolo pro público. Sim, quando é Tia Emília Otono, não sou nada modesta!

10 - Tom Zé - Defeito de Fabricação
O senhorzinho vestido de terno esfarrapado, cuspindo verborrologia com rimas mais do que manjadas me interessou na hora. Não sou chegada em música brasileira, muito menos na época da Tropicália, mas a presença desse senhor de idade de Irará, interior da Bahia me fez repensar uma pancada de coisas sobre o movimento musical. Uma pena ele não ser tão bem reconhecido na história da música tupiniquim, porque com certeza #LokiAbençoa esse velhinho. Favoritas do disco? Esteticar e Cedotardar.
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