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domingo, 29 de maio de 2016

As memórias de Marnie [2 de 3] - Trilha Sonora por Priscila Ahn

[Edit 15/08/2015] Essa postagem será separada em 3 partes, essa aí embaixo da música-tema da trilha sonora, a primeira foi sobre a animação e a terceira e última sobre o livro que baseou as duas primeiras.


Para checar as postagens em ordem, segue:

[x] Animação - [x] Trilha Sonora - [x] Livro

Como já havia postado em abril de 2015, após ver a animação resolvi me deixar imergir por essa fabulosa obra-prima do Studio Ghibli.

Na quarta passada - Dia Internacional do Orgulho Nerd (25/05/2016) - tive a oportunidade de ver As Memórias de Marnie na telona do CCE com uma porção de gente inocente que mal sabia o quanto essa animação desidrata. 

A sensação foi diferente, óbvio. Entender melhor a história, com todo o repertório que andei pesquisando e vivenciando, tudo isso faz com que cada assistida seja um baque emocional mais atenuado.

Quando assisti sozinha, em casa, sem ninguém por perto, de madrugada, com a cabeça cheia de minhocas devido a questões ferradas do emocional/psicológico, a vertente de lágrimas foi por horas, até após respirar direito e colocar ordem em algo na minha vida de escriba. A segunda foi na companhia virtual de minha querida Ammë, que me deu tanto apoio em tanta coisa que precisava mostrar para ela o quanto antes. Foi uma experiência boa, catártica na verdade e tudo mudou na minha percepção do enredo. 

Nesse meio tempo li o livro e pesquisei o background da animação, e então veio a ideia das postagens com o review de cada um. 

Essa animação em especial mexe muito comigo por inúmeras razões, porque é algo que não conseguirei dissassociar de situações muito muito emocionais para mim. E é por isso que depois desse tempão vou retomar a análise das músicas da trilha sonora da animação, feitas pela fofa da Priscila Ahn

É engraçado fazer o rememoramento do impacto que a música me deu, porque naquela hora eu só lembro de estar quase em sintonia com a voz da Ahn e fazendo a tradução simultânea dentro do cérebro e pescar o que provavelmente aquele filme seria.
(BTW: as desconfianças do spoiler maior começaram com "would you cry if I die, would you remember my name".)~

Para ouvir essa trilha, vai aqui. Arquivo .Rar, dentro .mp3 e funcionando direitinho.


domingo, 7 de julho de 2013

Odeio, mas escuto: Oasis.

Post "basiquinho" sobre algo na vertente do "tenho vergonha, mas escuto".

Não gosto de Oasis, mas escuto. Esse é o ponto a se tratar.

Quando a MTV era MTV mesmo - com vídeos de música que se chamavam "clipes" - e o ano era de 1997, eu em meus 11 anos e meio gostava de me concentrar em Literatura e música, juntar as duas coisas era rotina e acabei fazendo isso um hábito para exercitar a memória conforme a leitura progredia.

Os melhores livros lidos naquela época em que eu só devia me preocupar em qual era a merenda da escola (Estava na 6ª série do Ensino Fundamental no estilo antigo tá? Sei lá que ciclo que é agora), quais livros iria conseguir terminar até o final da semana e passar nas provas bimestrais. Também tinha essa preocupação sobre manter minha sanidade em estado perfeito, mas isso é para outro post.

Foi nessa época que descobri três autores que me influenciaram pacas em minha escrita pro resto de minha vida:

1 - Agatha Christie: a Rainha do mistério engendrado, manipuladora de leitores.
2 - Edgarzinho Allan Poe: oh Lenore! Lenore, te cortaram da tradução! Fernando Pessoa fiodazunha!
3 - Sir Arthur Conan Doyle: Sherlock Holmes foi o melhor detetive ever!

Quando você vive em uma cidadezinha de interior em que pouco da adolescência latente te interessa e você não consegue extravasar coisa alguma, é melhor descontar nos livros e na escrita, né? Por anos pensei dessa forma: escrita é terapia e assim sempre será, amém!


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Trilha para Feéricos: How to sleep in a stormy boat

Descobri essa moça de Nashville (Antro perfeito para artistas folk/country lá nos estaites) e fiquei completamente apaixonadinha pelas músicas dela. Amy Speace contribuirá ótimamente com a trilha sonora de meu projetinho lindo, ainda mais nas partes em que há muita calmaria para divagar no universo de Feéricos.



Red sky ahead, of the morning sun
And I've heard it said, that's when trouble comes
Have been blown by this wind, and I know this eve
I've been out here before, it's not a math that I need

Show me how to fly in the starless sky
Help me to hold on when there's no guiding light
Teach me how to sleep, how to sleep in a stormy boat.

I've been blown by this love
And I know these ways
There's no compus on earth
Could guide my way
I still don't know
but at the end of the day
Is it as simple as this, I want you to stay

Show me how to fly in the starless sky
Help me to hold on when there's no guiding light
Teach me how to sleep, how to sleep in a stormy boat.

And I've been out here too long,
Where it's dark and deep
Not waiting on words, it's not words that I need.

Show me how to fly in the starless sky
Help me to hold on when there's no guiding light
Teach me how to sleep, how to sleep in a stormy boat.
How to sleep in a stormy boat,
How to sleep in a stormy boat.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Como achar trilhas sonoras de seriados

[Texto originalmente produzido e publicado para o blog Nerdivinas no dia 14 de fevereiro de 2013. Reprodução total do conteúdo com permissão da autora]



Todos nós já passamos pelo aperto de acabar de ver um episódio de nosso seriado favorito e ficarmos literalmente malucos atrás de uma música específica que toca em uma certa cena marcante. Amigos nerds, os seus problemas acabaram!

Aí vão algumas dicas de sites especializados em fazer exatamente isso que gastaríamos horas no Google ao digitar no Search "música do episódio tal, temporada tal, na hora em que fulano de tal está em tal lugar conversando debaixo de uma chuva torrencial com beltrano". (É, acreditem, vai encurtar bastante a procura...)

tune
O primeiro site é o TuneFind, um compilador de tudo que praticamente já tocou em seriados, filmes, além de dar dicas de novos artistas e música popular no momento. Como uma Wikipédia musical, o TuneFind vai sendo construído aos poucos pelos próprios usuários, que identificam a trilha sonora dos episódio e alimentam o banco de dados com o nome da música, do artista e também da cena em que a música toca.

Com uma interface bem fácil de navegar, algumas opções do TuneFind são: adicionar e editar a música que toca em certa parte do seriado (Se você souber quem é o artista e o título da música), comprar a música através da Amazon ou do Itunes, votar se a música está correta mesmo na cena em que foi adicionada e quando não há rastro da música escolhida, você pode perguntar a comunidade.
Tudo isso é bem organizadinho, com categorias, temporadas, episódios e por ordem de cena ocorrida. 

Uma bela mão na roda hein?

O bom do site é que há uma lista imensa de seriados que parece crescer mais e mais a cada episódio que passa - belo trocadilho - além de seus usuários poderem cadastrar novos (ou antigos) seriados que estão no ar. Tudo é muito livre e bem fácil de mexer. Já o ruim é que precisa se cadastrar via Facebook para ter acesso a certas informações do episódio que você procura a música. Além de te darem um nickname horrível caso o seu já esteja sendo usado. Há um aplicativo no Facebook que apenas te redireciona ao site.

Outro site ótimo para referências musicais é o HaveDog-Play, um projeto simples de um webdesigner que resolveu pegar alguns seriados fazer a mesma compilação de episódio, música, cena. Seriados como House M.D.LostBonesAlias e Criminal Minds estão por lá, entre outros.

Se esses sites não foram suficientes para ajudar na investigação de novos sons em seus ouvidos, deixem um comentário com recomendações de métodos de descobrimento de trilhas sonoras.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Sucker Punch - Trilha Sonora

[originalmente postado em 10/05/11 21:05]




Ver Sucker Punch rippado do cinema foi algo desastroso, mas não estragou nem um pouco o filme de temática steampunker/ação-psicológica (Se é que isso existe?!). A realização de Zack Snyder (De 300 THIS IS SPARTAAAAAA!! e Watchmen e heeeey Dawn of Dead?! WUT?!) foi de fazer um Alice no País das Maravilhas com muitos elementos da cultura steampunk somado a herança da Trilogia Matrix e os Irmãos Wachowski ou como ele mesmo falou: “Alice com metralhadoras”… Okaaaaaay, eu já desconfiava que havia armas escondidas debaixo daquele cogumelo da Lagarta…

A coisa é confusa por assim dizer, quem gosta de ação vai amar os efeitos especiais e o non-stop violence, agora quem tenta entender o que se passa realmente se perde na metade do filme.

Baby Doll – a loirinha ali chamada Emily Browning que foi a maravilhosa Violet Baudelaire de Desventuras em Série – é internada em um sanatório após cometer um crime em defesa própria. Seu padrasto inescrupuloso dá um jeitinho para que ela fique lá até apodrecer e a sentença de “morte” para a pobre garota abusada é lobotomia que será realizada em 5 dias.


Pelo menos não foi 7 dias e não envolve a Samarinha…


Para fugir da tortura psicológica diária de um sanatório dos anos 50, Baby Doll – que não tem seu nome revelado em NENHUMA parte do filme – se refugia em sua própria mente, o que inclui alucinações sobre o cotidiano onde o sanatório é um bordel (Não tão longe da verdade, hahahaha!!) e as internas são dançarinas/mulheres de vida fácil todas comandadas por uma psiquiatra, Madame Gorski e o cafetão Blue (Que no mundo “real” é o médico responsável do sanatório).

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