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quarta-feira, 6 de julho de 2016

astrologia, linguagem, AD e outros baratos aí

As convivências na Biblioteconomia são sempre uma caixinha de surpresas - tipo Joseph Klimber e talz - e conversar com colegas sobre algo altamente fora da estrutura acadêmica como astrologia é deveras interessante. Porque a posição das estrelas no momento em que você nasceu vai traçar toda a trajetória da sua vida. 

Assim como a Meritocracia.
Sim, isso foi uma piada sem graça, eu vejo mais lógica em astrologia do que na Meritocracia.

As categorizações que são as mais fantásticas, desde o ariano territorialista e possessivo, taurino sedutor e teimoso, câncer supermelodramatico e de família, geminiano duas caras difícil de entender, leonino vaidoso e audacioso, virginiano crítico e totalmente rude, libriano indeciso e voto de minerva, escorpiniano misterioso e criptográfico, sagitariano aventureiro e inocente, capricorniano sem rédeas e dono do próprio nariz, aquariano porra louca porque YOLO e piscinianos viajões na maionese e intuitivos.

Como dito em postagem anterior, as categorizações me matam, mas ver um pedaço de folha e dizer que meu mapa astral pode ser uma fonte primária para dissertar sobre minha personalidade, também é divertido e penoso. Parece Psicologia.


A gente precisa de categorizações pra viver, mas quando isso atrapalha a percepção pelo Outro e a nossa percepção de vida, é melhor jogar essa teoria fora. Pra ser fiodaputinha não precisa ir muito longe nas estrelas, galeris. Eu com certeza não dou razão pro meu signo (Virgem) por acaso, há todo um aparato psicológico, sociológico, histórico para que essas percepções padronizadas de signos possam realmente fazer algum sentido. Porque às vezes fazem e mesmo eu desacreditando na powha do empirismo, devo tirar o chapéu para a "coincidência das coisas".


Porque não é possível toda pessoa que conheço nascida em dia tal, que coincide com a casa tal ter o comportamento tal conforme a tal pré-disposição do signo. Difícil de engolir né? Faz o teste, verifique o signo de cada pessoa que você conhece bem, enquadre o comportamento da criatura no estereótipo do signo e voilá!

Temos uma formação discursiva prontinha por uma ideologia base: que somos regidos por posições dos astros e ainda mais, essas posições são tão pré-determinadas que nos faz desconfiar que existe uma força ou inteligência maior para orquestrar isso sem a gente perceber.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

mood pro resto da semana

Já tô vendo como vai ser até o final das provas...



Tô bem de baixo prá poder subir
Tô bem de cima prá poder cair
Tô dividindo prá poder sobrar
Desperdiçando prá poder faltar
Devagarinho prá poder caber
Bem de leve prá não perdoar
Tô estudando prá saber ignorar
Eu tô aqui comendo para vomitar

Tô te explicando
Prá te confundir
Tô te confundindo
Prá te esclarecer
Tô iluminado
Prá poder cegar
Tô ficando cego
Prá poder guiar

Devagarinho prá poder rasgar
Olho fechado prá te ver melhor
Com alegria prá poder chorar
Desesperado prá ter paciência
Carinhoso prá poder ferir
Lentamente prá não atrasar
Atrás da vida prá poder morrer
Eu tô me despedindo prá poder voltar

quinta-feira, 30 de julho de 2015

A inexorável, inoxidável Lady Murphy

O legal de não vir equipada com aquele negócio que chamam de "intuição feminina" - algo que me é altamente interessante, mas pelo jeito devo ter pulado a fila da distribuição antes de vir pra cá (Provavelmente peguei o "pacote pragmatismo" nessa) - é que existe uma Lady que ajuda a gente perceber o quanto o dia vai ser desastroso.


Tão graciosa que ninguém resiste!
Adorável senhora folgada que tem peculiaridades e trejitos exóticos para se aprochegar das pessoas. Quando vejo que as chances de algo dar errado estão acima do normal para os padrões da senhora chiar, respiro fundo, firmo os pés no chão e yep, vai dar merda.

Ela pode vir como uma dama insolente, desregrada, rebelde e irresistível, sentando em nossos colos, tomando conta de nosso espaço pessoal e suspirando as mais obcenas verdades óbvias que fariam o Capitão Óbvio sentir inveja. Ela te dá uma certa euforia em viver: "Oh ohohohoho contrariar as leis pré-existentes! Vamos lá!", aquele espírito aventureiro de fazer traquinagem já sabendo que será descoberto cedo ou tarde, aquela ponte imaginária ligando a sua medida com a hýbris ao redor, até algo deliciosamente errado, bem, dar errado. Essa face perigosa da dama me faz ter alguns espasmos de lucidez amarga, mas a aceito gentilmente ao meu favor. Nimb sabe os dados que me lança, Loki me abençoa todos os dias, pra quê ter medo do Caos então?
(Feck deez sheep, feck dah puliça, gimme sum shenanigans!!)

Já quando ela se mostra como a velhinha frágil, de chapéu de aba mole, cenho cabisbaixo e rugoso, falando arrastado e mostrando como o nosso papel do Universo é apenas um capricho das leis infindáveis da Física, aí sim me preocupo. Lady velhaca gosta de relembrar isso quando passa, tocando nossos calcanhares com a bengala de madeira maciça e lustrada, um pretexto para que nós prestemos atenção no que ela avisa. Se nada disso adiantar, ela não será como a sua contraparte sedutora, não há espaço para aventuras aqui, ela simplesmente irá meter a bengala na nossa cuca e gritar algo inteligível como: "NÃO FALEI?! TE DIIIIIISSE!!"

Eu gosto de coincidências, gosto de analisá-las bem, só não gosto quando elas aparecem demais já dando aviso prévio que vai dar merda. E acreditem, sempre dá merda. e quando a constante é de vai dar merda nas situações equiparadas em um dia só, é melhor ouvir a velha e não a nova.
(Tudo bem, tudo bem que ela é quentinha quando fica em nosso colo, tão esparramada em todo seu esplendor que é difícil recusar um afago, uma troca de palavras dóceis, e por aí vai...)

Véinha não é mole não...
Se o dia começou estranho com coincidências demais, é melhor já pegar um escudo com bônus em aleatoriedades e randomices, armar a fronte em formação tartaruga e esperar sentada. Nunca se sabe de onde o golpe vai vir.

Este lindo dia foi assim, cercado de detalhezinhos bizonhos pipocando a cada clique ou a cada palavra falada/escrita, cada fluxo de pensamento que me arrastava e culminando com um cochilo às avessas recheado de sonhos esquisitos com gente que não preciso nem mencionar pro meu subconsciente que tem que ficar LONGE dos meus sonhos. Aliás, isso me faz crer que preciso retirar o que disse anteriormente sobre meus sonhos: não os levo à sério, apenas sinto a vontade singular de ruminá-los para fazer o melhor de mim para lembrar do porque querer acordar todos os dias, levantar, tomar café e fazer minhas coisas. E hey, processo de update no software da memória curta para longo prazo? Sim, preciso deles. Não tenho um sótão/quartinho com paredes elásticas aqui em cima na cachola!

"Dreams, inconsistent angel things..."¹ - e eu parei de acreditar neles faz um tempo.
Prefiro fadas.
Ou leprechauns.
Changelings seriam awesome.

Mas a Lady é uma constante universal, assim como as leis da física, não há nada que se possa fazer para evitar sua presença, suas predições e seu empenho em realizar todo um empreendimento já pré-datado que nós, meros mortais, não poderíamos entender em sua totalidade.

E com a lua cheia reinando lá em cima - e um Vênus retrógrado² que me fez rir até chorar ao pesquisar sobre - deixo esse breve recado aos incautos exploradores dessa Realidade Estática: Se a dama sentar no colo, entre no clima, converse com ela, agrade. Ela pode ir com a sua cara. Se a véia aparecer com a bengala: escute, não custa nada (E não terás sua cuca rachada com a pancada, hey isso rimou!).

Obrigada Lady Murphy³, desprovida de "intintos" ou "intuição", respeito vossa sabedoria bem mais que de muita gente por aí.

===xxx===
¹ essa música se chama "We Have Forgotten" e é da banda texana Sixpence None the Richer, vai ouvir!
² que venham as taxações mínimas, sou uma virginiana supersticiosa!
³ e cacetada, mas não sabia que as leis da Robótica entravam na mesma categoria que as de Murphy!

sábado, 10 de maio de 2014

pegada no cantinho

...
Deixa 3 traumatizados.

Essa é a headline do sábado.

A bendita da telepatia élfica avançada ficou lá em Lothlórien, tenho certeza, porque para compreender certas coisas na vida é quase um esforço comparado a subir as escadarias de Cirith Ungol sem equipamento.

domingo, 11 de agosto de 2013

Dica do Domingo - DumbDomme - BDSM Capitalization


BDSM Lexicon Entry #23: BDSM capitalization

E aquele velho interesse-mórbido sobre o discurso personalizado de dominatrixes veio à tona com esse post.
Dumb Domme é um blog que relata algumas experiências engraçadas da autora (Que é uma Domme, oras, e usei capitalização aqui, uia!), tanto a parte mais dolorida quanto as mais lolz. Diferente da Mistress de Nova Orleans com toda uma autoridade gramatical agressiva - até que fico bem confortável com isso, mas LiveJournal? Pessoas usam LJ ainda? - a DumbDomme sabe como fazer ironia sem perder o charme natural de sua linda escolha de estilo de vida que tanto me intriga/instiga/impressiona.

Gosto do jeito que ela compartilha os relatos, colocando muitos pensamentos filosóficos em sessões com o namorado de longa data (Nada descritivo, tá? Ela é boazinha nisso de manter discrição) e também fazendo comentários sarcásticos com a BDSM scene dos EUA. Não pulem os comentários, são os mais hilários!

Tenho a leve suspeita que ela seja virginiana (O overthinking is over9000)
Tenho uma teoria sobre ela já ter cursado Letras ou algo parecido (A desconstrução de discurso/texto/situações me é familiar de gente que foi educada na Humanas).
Tenho essa estranha sensação que quando leio as postagens dela, parece que há uma falha na Matrix.

R-18 - NSFW e nada indicado para quem tem coração mole e fraco para coisas esquisitas.
(Sou adepta de Cthulhu desde quiança, tenho Ph.D em esquisitice!)
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