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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

acerca 50 tons de cinza

A BDSM-style collar that buckles in the back. ...
(Photo credit: Wikipedia)
 Com toda a controvérsia sobre 50 tons de cinza - o filme - causando por aí, tive a oportunidade de deliberar wtpowha devo me posicionar quanto a isso (hehehehe trocadiiiiilho):

Méh.

Vai ser um daqueles filmes que terei o prazer (mais outro trocadilho) de baixar ilegalmente sem sentir pena alguma da distribuidora, estúdio e salários dos envolvidos.

Na época em que "li" o livro - ler é uma expressão razoavelmente parecida com o exercício monótono e rápido que fiz até quase a metade, passando os olhos entre página e outra pra vasculhar se havia algo realmente interessante e apenas ver que é inner-dialogue O TEMPO TODO e descrito de forma nada criativo - meu interesse principal eram os parâmetros usados em relações BDSM. Mas aí quando fui pesquisar o histórico do enredo, deixei de lado e fui fazer algo mais interessante.

Não desmerecendo o trabalho árduo da autora E.L. James em escrever uma fanfiction A.U. de Crepúsculo - o que me dá uma oportunidade boa para explicar o que é fanfiction para as pessoas que desconhecem! E hey, até seus desdobramentos espaço-temporais dá para se discutir - mas sério, amiga, que lesse um pouco mais da cultura underground, faz bem pra escrita pesquisar ANTES, vivenciar talvez (Nunca se sabe). E yep, quando o assunto é polêmico como tabus sociais, tem que ter cuidados extras. Não é questão de moral, cívica e toda essa bobagem, é questão do dever glorioso de ser escritor

Povo estadunidense tá ameaçando boicotar o filme por vários motivos: violência contra mulher, relações afetivas com abuso psicológico, porque vai te levar pro Inferno, porque vai influenciar a quiançada fazer a mesma coisa (As if) e a lista vai aumentando. Aqui no Brasil a classificação indicativa ficou para maiores de 16 anos, o que me dá uma esperança que alguém lá do Ministério da Justiça LEU a fanfiction, depois o livro, achou uma porcaria e julgou bem o quanto de zoeira isso pode causar.

Well done Coordenação de Classificação Indicativa, vocês às vezes acertam na limitação da zoeira - apesar de que classificação +16 não vai resolver coisa alguma nesse país.

Esse tipo de livro me deixa no muro inquietante dos "nãos" e "sims", pois há tantas nuances de o que fazer e o que não fazer. Não vou mentir: ver esse reconhecimento de 50 tons de cinza me dá esperanças como fanficwriter, como escritora amadora, oh hell, se essa criatura escreveu algo assim e foi reconhecida, eu que escrevo BEM MELHOR posso ir longe. #HýbrisEmAltaHoje

Mas o lado de ser humano racional e emotivo também me deixa em completo estupor por tudo que isso pode desencandear em uma geração que tá cheia de informação sobre tudo, disponível a hora que quiser, mas que não sabe lidar com os filtros. Meu lado bibliotecária apoia ter essa trilogia em uma biblioteca pública ou universitária, mas não se sente feliz se estivesse em uma biblioteca escolar. Meu lado anarquista quer espalhar conhecimento pra tudo quanto é canto, sem me importar com quem esteja captando as mensagens, mas for crying out loud, se os "adultos sérios e responsáveis" tratam os jovens como se estivessem nos anos 50 ainda, como isso vai ser possível?!

A powha do pensamento crítico não ajuda nessas horas.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

[dica de site] Fanfiction: 50 flavors of creampuff por DaniSnape

As férias estão lentas demais para quem se assumiu workaholic ao encontrar a carreira ideal na vida, logo passo parte de meu tempo pesquisando, pesquisando e fuçando as interwebs para prover algo nesse hiatus entre as séries que gosto - na verdade só 1 porque o resto acabou, foi cancelada ou tá indefinida pra voltar.

Então eu leio fanfics.

A descoberta linda do fandom de Creampuffs - fãs da webserie Carmilla da VerveGirlTV - foi a incrível gama de artistas que está por lá, desde de desenhistas, videomakers, músicos, gente sem o que fazer na vida, mas com teorias interessantes e principalmente os escritores... E oh vocês fanfic writers, como são awesome!!

Como alguns clamam veemente no fandom: QUE AS ROTEIRISTAS DE CARMILLA NÃO LEIAM O QUE VOCÊS ESCREVEM!! - porque o Angst & Pain que rola solta seria demais para a fanbase aguentar (Chega, meldelzo, chega de sofrer nesse barco!).

Para apaziguar os fics de puro chororô, veio essa brilhante escritora DaniSnape (Hein?) com uma "paródia" de 50 tons de cinza para um AU (Alternative Universe, ou Universo Alternativo) de Carmilla the series. O nome da fic é 50 flavors of Creampuff (Ou 50 sabores de um bolinho com creme gostoso no meio) e explica exatamente TUDO que o livro mundialmente famoso infelizmente ferrou com tudo.

Legal é ver as notas de começo e final da escritora, pois ela diz o que mudou, no que mudou e porque mudou. Sem contar que o Lolz corre solto durante o texto, mas também cenas um bocado desconfortáveis, mas anyway... Estudo é estudo e nada ganha do site da Dominatrix de Nova Orleans (Aliás, cadê os updates dela?).

Para quem sabe ler em inglês e quer se divertir com uma paródia bem feita sobre o universo de Carmilla, aí vai:
Resume: I dared myself to transplant Hollstein into the book that shall not be named.
Rated: Fiction M - English - Humor - [Carmilla, Laura] Danny, Betty.
Chapters: 12 - Words: 47,726.
Published: Jan 9.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Fanfiction - a ficção de fã

[Texto originalmente produzido e publicado para o blog Nerdivinas no dia 02 de março de 2013. Reprodução total do conteúdo com permissão da autora]


Para quem está ligado nos desdobramentos das interwebs sabe muito bem o que é uma ou um fanfiction - ficção de fã. O/a fanfiction é literatura feita de fãs para fãs. Consiste em histórias de longa ou curta duração, postadas exclusivamente na internet para fins de entretenimento. Apesar de usar o enredo de material protegido por terceiros, o/a fanfiction explora o melhor dos fãs: a criatividade em criar e recriar a história já feita.

Sabe quando você termina de assistir um episódio do sua série/filme/etc favorito e não gostou do final? Gostou do final e está empolgado com teorias além do roteiro original? Mais e mais empolgado ainda que gostaria de ver tal personagem do série/filme/etc contracenar ficcionalmente com outro personagem de outro cenário que você curte? Pois então, estamos falando disso!


quinta-feira, 7 de março de 2013

Conto: O lugar mais esquecido


O lugar é frio e nada hospitaleiro, mas sinto uma familiaridade espetacular ao dar meu primeiro passo. A pegada que se fixa na neve fofa e congelada não me traz lembranças, mas sim dores antigas. Já estive ali em alguma vez na vida ou em meus sonhos, um lugar distante, esquecido e sem muito eco para denotar algum vazio. É apenas neve branca e sem graça. Meus passos são arrastados, cobrindo uma vasta extensão na planície ampla. Eu sinto frio, claro que sentiria, como alguém vestido com poucas peças de roupa para um clima tão hostil. Não há vento, o que agradeço profundamente enquanto sigo meu caminho sem destino na imensidão clara.

Ruminando uma canção antiga e esquecida, eu sigo. de olho no horizonte como se ele fosse me guiar a um lugar mais aprazível, mas todos nós sabemos qual é a finalidade disso tudo: é a sobrevivência. Desta vez não carrego bagagens, nem tenho bolsos, apenas a roupa do corpo e a vontade de descobrir o que vou fazer em seguida. A curiosidade vai além de qualquer racionalidade, sempre foi. As melhores conquistas vieram dela, mas também admito que os piores erros foram abençoados pelo mesmo mal. Mais alguns passos e vejo que não estou sozinha. Há pessoas comigo nessa caminhada no gelo que não termina mais.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Projeto sem título no Planner 5D - Térreo do Hotel

Projetinho de planta baixa para ambientação de aventuras de Changeling - o Sonhar. Comecei anteontem e já está tomando forma no Planner 5D. É um hotel abandonado, sombrio e de esquina em alguma metrópole qualquer aí desse mundo nosso, tem muito espaço e coisas entulhadas nas paredes, estantes de livros everywhere!

Os protagonistas do conto vivem aí e é o quartel-general para o grupo de caçadores de Quimeras costuma ser ali na cozinha ou na sala de estar com a sinuca. Indo agora para o 1º andar com os quartos vazios ver o que sai. Mais info sobre esse conto postarei posteriormente com um perfil resumido de personagens.


Depois de um belo tempo sem escrever, finalmente consegui a inspiração perfeita e a beta incrível e paciente para indagar e aguentar longas descrições de situações xD Apreciando cada momentinho que tenho nesse projeto, mesmo que seja apenas exercício literário, quem sabe algum dia não aproveite para uma grande aventura em um compêndio como um livro, ahn? Ahn?

Não custa nada Sonhar... (Ah custa sim, custa glamour e o meu é bem temporário lolololol)

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Conto - O Soldado Perdido

Tudo acontece em poucos minutos, como se a decisão tivesse sido feita nesse pequeno intervalo de tempo, tão urgente e apressada que mal sabia se os resultados seriam viáveis. Arrastando sua perna dilacerada por uma bala inimiga, uniforme coberto por lama, suor e sangue, rosto marcado por ferimentos e lágrimas que jamais iriam se curar, o olhar distante e marejado, nas mãos vazias apenas o lenço delicado, bordado com a inicial de seu nome em um verde tão claro que parecia ser transparente. Apesar da aparência doentia, destruída e sem esperanças, o lenço o fazia sorrir.


E ao mirar o pedaço de pano de textura fina, ele sorriu mais uma vez, entre o pesar, o desespero e a alegria fugaz que a lembrança trazia ao ver que um pouco de sua antiga vida sobrevivera ao massacre de milhares de almas naquele campo de batalha vazio.

O soldado se arrastou mais alguns metros, sentindo a dor na perna se tornar nada além de um estímulo distante, ali no meio daquele campo vazio, ele se endireitou, face virada para a névoa que cobria os corpos de seus companheiros e inimigos, cobria a vergonha e a insensatez, cobria principalmente suas esperanças de voltar para casa. O Sol não existia naquele pedaço de Inferno na Terra, apenas o frio da manhã que engelerava seus ossos, o pestilento ar úmido dos cadáveres pútridos sendo consumidos pela terra em que pisavam, o vento que assoviava tão alto que era difícil manter uma conversa com qualquer um. Mas afinal de contas: Quem gostaria de conversar em cenário tão deplorável?

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Conto - Intrusão


O breve roçar nos joelhos fez com que a brincadeira iniciasse.
O tempo era curto e precioso demais para se desperdiçar em papo furado (Certo de que o papo furado também servia como pretexto para o jogo, mas esse não era o caso agora.), um joelho no outro, como se fosse apenas uma cutucada para acordar a pessoa do lado. E assim começou a intrusão.

A brincadeira inocente, não trouxe a disputa de quem tinha mais forças de empurrar o joelho de quem, mas forçou a aproximação entre as duas pessoas, como uma conexão imediata, logo ombros e quadris estavam no mesmo alinhamento e grudados um ao outro. Até então, nada era arriscado, nada era tão impossível e definitivamente nada era tão divertido quanto estar ali, sentada ao lado da pessoa que mais admirava em uma briguinha silenciosa iniciada por um breve roçar de joelhos.

Suspirou, não iria ganhar muita coisa demonstrando apenas isso, mas preferiu deixar a brincadeira seguir as regras da outra pessoa, sem se importar se conseguiria mais que o toque breve nas pernas, no quadril ou no ombro. Realmente não importava muito ter qualquer outra demonstração mais ávida de afeto, contando que aquele corpo ali não se afastasse do seu. Aí sim seria angustiante.

Suspirou novamente, a troca de olhares foi inevitável, assim como o risinho nervoso e sem graça. O joelho desafiado agora balançava na sua direção, batendo de vez em quando na sua cartilagem e produzindo um ritmo estável no seu corpo, estavam dançando e nem sabiam que música que tocava.

domingo, 7 de outubro de 2012

Conto - Dizia a lenda certa vez

[Dizia a lenda certa vez]   por: BRMorgado
Cenário: Mitologia Grega e imaginário grego-romano.
Classificação: 14 anos.
Tamanho: 1.412 palavras. 
Status: Incompleta. 
Resumo: Psiquê não saberia o que é pior: Ter seus segredos desvendados ou eles serem deixados de lado.
N/A: Baseado na alegoria/mito de Cupido e Psiquê.

Dizia a lenda que quando o menino tão estabanado de passos apressados e coração dolorido na garganta a viu, sua primeira reação foi cair em completo desespero. Não por estar desarmado e nenhum de seus artifícios anteriores funcionarem direito: É porque havia bebido do mesmo veneno que produzia.

O garoto, tão jovem, mas tão sábio em sua Arte de enfeitar a Realidade de seus semelhantes, era tão travesso quanto uma criança de 6 anos, inconsequente de seus atos tão inocentes, mas terrivelmente ameaçadores. Sua mãe não o continha por momento algum, seu pai aprendera a não admoesta-lo e assim se seguiu por anos a fio, preso naquela forma de rapazola encantador, charmoso e irresistível.

Seu nome não era tão importante, na verdade ninguém sabia pronunciá-lo direito e muitos apenas se importavam com as fofocas das suas irmãs, ela cresceu assim, fiando uma jaula transparente contra qualquer um que tentasse chegar muito perto. Quase foi bem sucedida, apenas nessa única vez em que o Destino (Ou será que eram aquelas irmãs fiadeiras que sempre a acompanhavam desde criança?) decidiu que seria diferente. E foi.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Processo de Imersão Nada Amigável

[originalmente postado em 09/07/11 12:59]
imersão (i-mer-são)
s. f.
Ação de mergulhar um corpo em um líquido; resultado dessa ação: a imersão de um submarino.
Astronomia. Entrada de um astro na sombra de outro.


imersão. [Do lat. immersione.] S. f. 1. Ato de imergir (-se); imergência. 2. Astr. Fase inicial de um eclipse.

Isso foi do Aurélio catatau cheio de página edição de 1972 velhaco pra baraleo.

E tem outras definições complicadas para o conceito de imersão, o que inclui a versão religiosa (batismo em águas), lingüístico (Aprendizado de idiomas através de imersão), literário (cibernarrativas como a fanfiction te obriga a fazer imersão sem querer) e teatral (que realmente ainda não compreendi o conceito, mas sinto isso toda vez que preciso escrever fanfiction).

A briga toda com essa última definição que não tenho aparato teórico para explicar é o que mais me incomoda quando volto a escrever uma história que está paradinha por um tempo,a imersão dos personagens não estão lá, eu preciso recriar todo o processo para voltar a “vestir” as personagens. Acontece que isso não acontece comigo faz tempo. Faço o possível para me imergir dessa coisa toda e ver a história como leitor e não como quem escreve (Isso é ótimo às vezes, dá pra ver mais erros/furos de narrativas que o normal, mas te desprende completamente do cenário depois de um tempo.)

Como o Twitter é o SAC da vida e também um antro de discórdia vil e perigoso, me vem a @cleoamachado escrever algo sobre Lothlórien e uma suposta mudança de chefia no local. Eu brinquei que não havia votado na última eleição e onde poderia justificar. E isso desenrolou em uma imersão imediata na personagem da Haryel (De muuuuuito tempo atrás que apareceu pouco por aqui, mas que me definiu como blogueira lalala) que começou a proclamar sobre Política na Terra-média. Okay, isso foi em menos de alguns segundos e já estava a falar com o monitor que o sistema carcerário de Mandos era falho e digitando apressadamente no Twitter que deveriam instalar logo uma CPI contra Irmo pelos maus tratos eternos em Valinor e sua conduta Inexorável com os Noldor.

Por pouco não incitei outra rebelião imaginária em minha cabeça que só terminava com a cabeça de Irmo (Ele tem cabeça? É tangível?) fincada numa estaca e passando as chaves do Palácio de Mandos para a irmã mais nova dele, Nienna. Isso em meros segundos fui reduzida a uma elvish raaaaage testemunhadas por ninguém. Graças a Eru, mas foi assustador.

A imersão é isso? Eu imagino. Você estar tão ligada a um personagem que acaba comprando briga pelo partido dela. Agora sei como os fanáticos religiosos se sentem, e os torcedores de futebol e os jogadores de WoW mais aficionados a lutarem com unhas e dentes pela Facção que pertence. E é estranho porque a Sorena, a personagem que deveria personificar isso tudo não está nem aí pra quem tá brigando ou não. Acabou caindo na Haryel (Como sempre obsessiva-compulsiva em honrar o nome da família fictícia) essa parte da imersão teatral.
Continua sendo assustador.

Eu queria ter mais disso com a Sorena, ou até mesmo com a Tia Anna Danwells Doida de Pedra Rowan, mas a @cleoamachado me proibiu de ir de Cosplay no último HP7 parte2 (Motivos ela tem de sobra, o que inclui a minha idade mental vs minha idade biológica). Medidas drásticas? Nem vou na estréia, nem espero ver o filme. Se não é para imergir na minha personagem favorita de todos os tempos, não vou me deixar ir. E tem DVD daqui há 3 meses e tem na internet 1 dia depois. Pra quê sofrer antecipadamente?!

Agora vou remoer porque perdi essa vontade de imersão em personagens… Eu seria uma péssima atriz… Vivendo sempre na sombra da única personagem em que conseguiu imergir totalmente. Crap.
Oh oh eu consigo imergir na Jojo Ulhoa às vezes, mas isso é biograficamente discutível.

Esse é um post patrocinado pelo Desabafo e o Nonsense. Realidades Alternativas também nos apóia incondicionalmente. (E acabo de perceber que escrevo muito sobre mim com pronome da 1ª pessoa do plural.)

sábado, 14 de janeiro de 2012

Coldplay + Cold Case + Artemísia

[originalmente postado em 29/04/11 23:08]

O que me fez ver Cold Case por muito tempo era principalmente as músicas que tocavam no final de cada episódio, algumas boas, outras nem tanto, mas o efeito dramático era impressionante! Mas essa música é a mais awesome de todas que apareceram no seriado…




Lembro de ver esse episódio, tremer queixinho para não deixar a lagriminha cair e sair voando para meu quarto para escrever. Foi daí que surgiu uma das premissas que a mãe da Soreninha (tratando em diminutivo porque ela se reduziu a uma criaturinha), dona Artemísia aka Serenath era um pouco pancada da cabeça. Mas com uma razão boa! Era a saudades daquilo que não perdeu completamente.Mais info aqui, aqui!

Nhé, quem disse que saudades não faz perder pontos de sanidade? Dano agravado para Incapacitado após alguns anos.

Esquece boa parte do vídeo tá? Se concentre apenas na parte após 2:34 em que a Det. Lily Rush abre a porta, fecha, olha pra mesinha e vê uma chave, senta no sofá, deita depois perto do gato caolho (Okay, essa eu perdi… Ela cria gatos?!) e afasta a chave de si. Esse momento ínfimo é que estabeleceu o background completo da clériga que mudou de nome por vergonha do que fez (Deixar a única filha para trás porque estava abusando do ManaTap demais?). Espero ter mais condições de escrever algo sobre a Artemísia, ela parece ser alguém muito necessitado de compreensão e também porque ninguém sabe fazer piadinhas sarcásticas como ela.

Eeeeeee já comentei em algum lugar que a Lily Rush poderia muito bem ser a mãe da Soreninha na versão cinematográfica da fanfic xDDD até parece…