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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

essa é a minha vida de cdf since 1986

Apenas para dizer que eu AMO voltar a ter aulas, porque o ambiente universitário é coisa que me relaaaaaaaxa (irmã Selma feelings).

E agitar pompons para professoras que não só admiro como quero tudo de bom nessa vida é muito, muito bom. É a perspectiva de que posso ter diálogo com elas sem firulas que dá esperanças na vida bibliotequera. São esses os exemplos que a gente pode levar pro resto da carreira e criar lacinhos fofuxos de dominação mundial via bibliotecas.

No evento em que fui hoje sobre algo que me fez refletir sobre o que raios faço todos os dias desde 2013 e quero fazer o resto da vida, foi overload de pompons internos, tipo cheerleader mesmo gente, não vou negar.



Quando é pra dar apoio pra quem me inspira todo dia, pode apostar que farei de um jeito esquisito. Ou sei lá, sair no meio da palestra pra abraçar muito a pessoa que me ensinou sobre a importância de uma gestão focada no serumaninho do que em dinheiro. E que foi muito muito muito gentil comigo em tempos difíceis de superação de crises existenciais sobre o curso (já tive duas esses 4 anos, firme e forte nas estantes!).

Aí a minha mestre Jedi senta no fundão e já me enche de orgulho por ela estar ali compartilhando as ideias e que sim, vou poder sentar e conversar sobre trocentos planos para o futuro.

E a pessoinha mais sorridente e awesome que senta ao meu lado e que me dá aula desde começo do ano que não faz ideia do quanto me ajuda a fazer o que mais amo nesse mundo (Biblioteconomia) de um modo em que posso ter certeza que não tou fazendo bobagem, não tou errada por pensar fora da caixa, que querer fazer um mundo mais legalzinho não é ideia de jerico, por me dar uma força (mesmo não sabendo lalalalala) quando me vejo fora dessa universidade, atuando na profissão que escolhi pra mim.
(A única decisão própria acertada na vida, lembram?)

A cerejinha do bolo é receber um abraço de esmagar as juntas e um presentão incrível e do coração da molieeeeer virginiana mais interessante e idealista que conheci - obrigada ACB por isso - me vejo muito nela e também presto bem atenção no que ela faz pra ter uma base de como continuar nessa vida de escriba.

É muito pompom pra quem não consegue conter o fangaling quando precisa. É mazomeno assim:


Apesar de saber que não posso transparecer o quanto fico em um estado de euforia frenético quando vejo tanta gente awesome que me inspira tanto, escrevo essa postagem mesmo assim, porque sério? Desde a Letras aprendi a valorizar meus docentes decentes como eles merecem, só faço em silêncio pra não me chamarem de cdf.
(Tá, pode chamar de teacher's pet também... Nem ligo mais, há coisas na vida que a gente esquece de agradecer por essas pessoas pertencerem a um continuum espaço-tempo mesmo que o nosso e expressar gratidão da forma mais sincera possível vem sendo minha resolução desde que saí da primeira graduação.)

Obrigadão pessoas lindas, vocês sabem quem são. E prometo não causar muito distúrbio ao agitar os pompons!
(Onde será que vende um par desses hein?)

sábado, 14 de janeiro de 2012

defeito 3 - politicar - profissão e professores

[originalmente publicado em 02/04/11 18:33]

Como hoje não tem maniçoba e nem folga no serviço, fui lá cumprir algumas horinhas preditas no contrato. Sábado de tarde é a pior coisa que possa existir na loja, ainda mais quando se sabe que não haverá movimento após às 13h. Em compensação os carros tunados com funk no último volume foram desafiadores. Mal sabia distinguir letra de batidão e muito menos conseguiu ouvir as pessoas ao fazerem os pedidos.

Tudo melhorou quando os tunados saíram e deram lugar ao churrasquinho de gato do açougue ao lado. Maravilha. E eu tava com fome naquela hora, e com calor e com sono. 8 horas não estão dando mais para manter os olhos abertos. Acho porque acordo de madrugada e fico morcegando nas palavras-cruzadas enquanto o sono não chega.

Se não fosse isso eu pudia tá robano, matano ou cherano pó royal nas esquina da vida na roça de Betinópolis.

Esse objeto em particular tirou o meu sono por alguns dias: GUILHOTINAS DE PAPEL.

Operar guilhotinas sempre foi meu desejo secreto quando via os anúncios no incrível jornal Betim do Canal 53 – a Tv que é a sua cara – mas ao manusear o objeto pareceu-me uma daquelas cenas dramáticas de novelas mexicanas em que o protagonista se vira para a câmera e faz uma cara de aterrorizado.

Essa porcaria é um inferno de mexer, sério. E tive que fazer uso do maldito instrumento torturador durante a semana. Quando a coisa não cortava torto, cortava pela metade. Suspeitei que precisava de uma amolação no fio, mas nem assim ajudou muito. Então o desastre eminente se aproxima: mais de 50 encadernações para se fazer e o papel era ofício. Brilhante! Lá fui eu tentar cortar a papelada na guilhotina e o que me custa? Lágrimas de suplício e momento Amy Winehouse nela. Deu um chutão, não doeu meu pé, fiquei mais aliviada.

Claro que fiz isso em hora ociosa do expediente. Jamais perderia a compostura beeeesha na frente de um cliente.

Final de contas: Após muito lutar e não compreender a amargura vinda da guilhotina from Hell, percebi que fazer o trabalho via estilete é mais produtivo. Demora mais, mas é garantido. Parecia ser bem fácil durante a Revolução francesa Sr. Gillete.