Pesquisando

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

[termos de uso] Manual Prático de Convivência Pacífica (v1.0):

Termos de Uso Pessoal - Manual Prático de Convivência Pacífica (v1.0):

Nem preocupa em aceitar os Termos de Uso, porque já é de costume clicar no ACCEPTACEITOSIM, CONCORDO sem ler os pormenores (Foi assim que vendi minha alma pra Blizzard e pro Google).



  1. Não entendo nada sobre board games e pouco sobre card games. Sei que há muitos projetos para o mundo Lovecraftiano com board games, mas sinceramente não entendo bulhufas, nem quero tentar entender. Truco, buraco e pôquer estão longe da minha esfera de atuação. Não ainda. Livros infantis sobre Cthulhu despertam mais a minha atenção.
  2. Não li e não assisto Game of Thrones. Minha capacidade mental de reter cenários medievais com vasto potencial criativo acabou em Eragon, e mesmo assim não consegui sacar metade do cenário apresentado na trilogia de 5 do PaoliniTormenta que era o meu brazuca favorito foi deixado de lado pela inconstância das edições da extinta Dragão Brasil e posteriormente Dragon Slayer.
  3. Ficção-científica sempre foi meu motor gerativo de ideias malucas. Ficou adormecido por um tempo, mas sempre tava lá com engenhoqueria goblin, steampunk stuff metido em cenários nada a ver e o fato de desejar avidamente por teleportes. Desde pequena me via como cientista maluca com googles de aumento com lasers e provável jetpack nas costas.
  4. Quando estou empolgada com alguma coisa, tagarelo até dizer chega. ou perceber que o assunto não interessa muito a pessoa, então para um convívio bom, só informar ANTES do assunto ser tagarelado que você não está com vontade de ouvir (Como sou uma mocinha bem educadinha, vou ter a mesma consideração, caso não queira ouvir sobre algo que não me interessa igualmente).
  5. Não leio/assisto/ouço coisas por recomendação urgente. Não adianta. Há uma trava enorme na minha cabeça (Começando pelo lobo frontal que coordena meus movimentos oculares e reflexos cognitivos) que me obriga a absorver/imergir na coisa recomendada. Isso leva tempo, traz algumas consequências (Vide item 4) e muitas vezes me dá verdadeira repulsão pela coisa em si (Vide item 2). pode acontecer da coisa recomendada me ser interessante para ler/assistir/ouvir DEPOIS de anos que foi recomendada, mas aí é outro ângulo de convívio que não consigo explicar. Talvez a coisa recomendada também possa me trazer lembranças não muito boas quando associadas a eventos que testemunhei, não senti simpatia alguma e acabei deletando do cache do HD mental (Mas todo mundo sabe que essas coisas não são apagadas).
  6. Gosto de tentar coisas novas de vez em quando, mas na maior parte do tempo sou uma constante bem chatinha que prefere entender as particularidades do processo do que um todo e pular para outra coisa. Por exemplo: posso ficar meses entretida na geografia de um cenário que estou trabalhando e esquecer completamente de escrever a história (Que seria o principal), ou pesquisar blogs de dominatrixes nas interwebs para verificar o uso do discurso em 3ª pessoa ou de palavras no possessivo e em caixa alta quando elas tratam de si mesmas (Eu, Meu, Minha, etc), mas não querer saber muito o que elas fazem nas sessões nas dungeons. I mean, posso admitir ser pervertida, mas ainda não cheguei ao level de conseguir ver algum vídeo sadomasoquista (Tudo tem um limite, o meu deveria ter mais uma barrinha de vida pra suportar a pesquisa de algumas coisas). Não, não, isso bagunça a memória seletiva e ajuda a trava entrar em colapso. Nada bom.
  7. Assisto filmes por causa dos atores/atrizes, mesmo que o filme seja ruim, é muito difícil ver filmes por tema/assunto tratado. Em seriados isso acontece esporadicamente porque de certa forma tá tudo tão interligado que não dá para separar por compatibilidade de atores/atrizes.
  8. Eu escuto e tolero bem o funk carioca, se acostume. Adoro ouvir para rir do lirismo dos versos, a desconstrução de discurso social embutida e pelas trollagens ocorridas. O "bom" senso social costuma ter ojeriza a cultura funk carioca por algum motivo que ainda me é escuso (Ai é muito sexista, é muito indecoroso, ai é muito pornográfico, ai é muito chulo! Caso não percebam ainda, as pessoas que consomem essa cultura são pessoas que não dividem a mesma bagagem "cultural" que vossa senhoria, oh classe média brasileira. Respeito é algo tão lindo quando não envolve a sua cultura com a do outro né?), mas ao ver toda a enxurrada de comentários maldizendo a música e seus respectivos propagadores, lembro do fato de que no começo do Rock 'n Roll o senso comum odiava Buddy Holly por misturar jazz com folk com uso de guitarras (E por ser negro e pobre e ser um gênio musical ao fazer isso), e vetavam Elvis de requebrar as ancas nos anos 50. Então de certa forma essa forma de odiar estilos musicais só vai sendo passada pra frente, nunca analisada ou vencida. Pobres mortais, jamais saberão as palavras sábias de Mc SerginhoTati Quebra-Barraco e Furacão 2000. Se você ainda não engoliu essa minha desculpa, aconselho ver o vídeo abaixo, porque é magnífico:


  9. Estar sempre em cima do muro não quer dizer necessariamente que não tenho opinião. Apenas faço o favor de subir no muro, sentar lá em cima e ver as duas partes se digladiarem sem me envolver fisicamente. Essa postura de neutra caótica me rende mais boas lições do que as pancadas homéricas, pois sei muito bem que se eu tomar algum partido, ficarei obsessiva por tal. É inevitável, nem adianta me persuadir. Logo achei esse modo querido de me manter longe de desequilíbrios psicológicos, afetivos e físicos (Há algumas exceções quando não posso me manter mais em cima do muro por pura espontânea burrice de meu cérebro de informar o perigo, e de querer obedecer de vez em quando o que meu coração manda. Aí ferrou geral.).
  10. Eu penso demais, muito, desnecessariamente em quase tudo que se deve ou não ser pensado. Isso incomoda bastante. Se isso incomodar você, avise ANTES de travar conhecimento com minha pessoa, é um hábito chato que preciso diminuir para não ter mini-infartos pedagógicos ou entrar em pânico rapidamente. Mas posso te garantir que se estivermos em um Apocalipse Zumbi/Robótico ou na Matrix, esse meu defeito fornece Planos A, B e C em menos de 2 nanosegundos (O que é bom quando você está cercado por zumbis famintos e só tem um palito de picolé na mão para se defender e não sabe o que fazer na hora).
  11. Morfeu é meu patrão. Sim, desde criança fui jovem aprendiz do Deus Grego do Sono, depois virei estagiária (Até recebia remuneração boa na época da Graduação, assimilar conteúdo via sonho era normal), aí pedi demissão por não aguentar mais a sonolência que me acometia em horas nada apropriadas, mas no final das contas acabei voltando pro workspace lá nos Elísios. Até gosto de lavar louça das raves malucas que ele faz, mas não simpatizo com as tarefas que ele me passa durante o sono. Minha imagem reflexiva dele é do Morfeu de Matrix (Laurence Fishburne é só um disfarce), não de Sandman do Gaiman (vide item 5), talvez um pouco do Morfeu de Hércules (Desenho da Disney, ele é azulado e com olheiras!). Resumo da ode: eu durmo demais com certa frequência (Fiz algumas experiências insones, mas o físico foi ferradinho no processo, então não obrigada, gimme sum zzzZZZzzz).
  12. Fiz Letras, mas sou contra grammar nazis e o Sistema de Ensino Brasileiro. Não faço powha nenhuma pra mudar a rotina escolar da nova geração por optar seriamente que meu papel social não é de ser professora, mas sim de eterna aluna. Logo prefiro estar no meio da bagunça e me posicionar (vide item 9) sobre algo que mude de dentro para fora do que me colocar em alguma posição acima do usual e tentar de fora pra dentro (Impossível, dudes, semanticamente impossível). Gosto de trollar com grammar nazis também, eles não prestam muita atenção no que os outros convivem e vivem a gramática normativa e a informal, então é sempre bom alertá-los que todo esse policiamento absurdo que eles fazem é algum recalque ou ato falho que andaram cometendo em suas vidas vazias. Sim, porque o mundo vai automaticamente se tornar um lugar bem melhor (Com arco-íris, unicórnios e confetes) se você corrigir brutalmente alguém que não sabe conjugar verbos no tempo certo ou se erra em regrinhas chatas e sem lógica alguma do português. Sim, tenho convicção de que aprender a Gramática Normativa é algo importante para qualquer cidadão (vide post Sobre minha opinião sobre a Norma Culta), mas usar a Língua como forma de opressão me dá nojo e uma ânsia homicida de trollagem over9000.
  13. O conteúdo desse Blog é exclusivamente para pensamentos aleatórios que me passam de vez em quando e tenho que despejar em algum lugar. Já faço isso desde 2004 e me sinto bem assim com essa terapia alternativa. Cthulhu é meu pastor e Pontos de Sanidade algum me retornará. Se quiserem saber o que minha mente perva e fangirl faz visite meu Tumblr, lá é o antro da perdição.
  14. Não tenho medo de comentários, eles são bem-vindos. Espero que você não se sinta desconfortável com as respostas, sou uma mocinha bem educadinha.
  15. Eu finjo que sei de muita coisa, mas na verdade sou burra como uma porta. É, também uso muito do sarcasmo para tentar ser socialmente aceitável (Muitas vezes nem dá para entender a piadinha infame, mas tudo bem). Às vezes dou uma escapada da Realidade Estática com posts criptografados, porque é um modo de eu ler tempos depois e me perguntar: WTF eu quis dizer com isso?! (Tenho uma memória recente bem seletiva mesmo de peixinho dourado)

$(function(){$.fn.scrollToTop=function(){$(this).hide().removeAttr("href");if($(window).scrollTop()!="0"){$(this).fadeIn("slow")}var scrollDiv=$(this);$(window).scroll(function(){if($(window).scrollTop()=="0"){$(scrollDiv).fadeOut("slow")}else{$(scrollDiv).fadeIn("slow")}});$(this).click(function(){$("html, body").animate({scrollTop:0},"slow")})}}); $(function() { $("#toTop").scrollToTop(); });