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domingo, 6 de março de 2016

vislumbres



Beneath the noise
Below the din
I hear a voice
It's whispering
In science and in medicine
"I was a stranger
You took me in"

The songs are in your eyes
I see them when you smile
I've had enough of romantic love
I'd give it up, yeah, I'd give it up
For a miracle, miracle drug

Às vezes te descubro em lugares onde supostamente alguém como você não deveria estar. Já é o começo do questionamento: é realmente alguém para se acreditar ou apenas uma ilusão concreta o bastante para me dar vislumbres de que essa situação tem jeito?

Às vezes é no meio de uma conversa despretensiosa, entre as palavras em um livro antigo, em uma anotação sem sentido escrita há muito tempo, às vezes é antes de dormir, ao colocar a cabeça no travesseiro, respirar fundo para imergir no Reino dos Sonhos (que pelo que tenho idéia, continua sendo sua casa), às vezes é em lembranças de outros rostos queridos, eu meio que te reconheço sem precisar de muita investigação. 

E dói. 

Porque eu me afastei e não espero voltar a me dar bem contigo. "Amor deve ter confiança!" - você uma de suas versões clássicas uma vez gritou achando que poderia dar alguma lição de moral na minha eterna ancestral. Não é porque o Amor é cego que sou obrigada a não te reconhecer. 

Talvez seja essa a maldição. Te reconhecer em outras formas ao invés da verdadeira (e aí entramos numa discussão acirrada do que é verdadeiro e falso, real e imaginário, concreto e não-tangível, forte e frágil) parece ser uma sina perpétua que mesmo me negando a voltar para dar uma espiada no caminho de pura areia branca de milhões de conchinhas dilaceradas pelo tempo, fui feita pra perseguir o fio de prata enroscado no meu calcanhar e bem preso nessa coleira de normas e leis que mantenho desde pequena. A coleira é boa, me faz me manter lúcida, ou parcialmente convencida disso.

A areia do seu caminho é gostosa debaixo dos meus pés machucados, mas guess what? O preço é muito alto (um coração em estado aproveitável para ser arrancado da normalidade) e o meu custo é bem humilde. O meu só faz o que tem que fazer e nada mais (até bacon cortei da dieta pra não prejudicar tanto), não me preocupo tanto e queria que soubesse que entulhei ele com outras caixas pesadas de valor inestimável por uma razão: é pra não enlouquecer. 

Entre ficar biruta ou virar a tia ermitã da biblioteca, prefiro ir com o que me deixa feliz da vida. Parece justo né? 

Depois de tanta gritaria, ranger de dentes, palavras que viraram ecos insistentes dentro da cachola e desencontros, creio que seja o mais justo para ambas as partes (bem, só sei da minha, você nunca foi muito de falar francamente e você sabe como sou péssima em entender sinais truncados). Mas mesmo assim sei que vou te reconhecer pro resto da minha vida de escriba. 

Talvez algum dia, atrás dos balcão cheio de tranqueiras, entre as prateleiras da vida, entre uma correria de um setor a outro, ou até mesmo na ida ou volta pra casa eu te veja ao vivo - e pode apostar cada fiozinho de cabelo desse seu cocuruto magnífico e rostinho que nunca consegui ver direito quando criança ou enquanto dormia que você não vai me ver ou reconhecer. 

E talvez eu diga olá e pergunte porque não podia esperar a hora do café ou algo do tipo, mas vamos dizer que hipoteticamente nesse cenário já hipotético, eu vá apenas me esconder. Vamos ser sinceras?

Você não precisa de mim.
Eu preciso de você.
Mas nessa vida acho que não mais, então se a relação já não está sendo igualitária nesse plano, me cobre veementemente no outro quando eu chegar. Se eu chegar, pretendo ficar aqui por um bom tempo, sabe?

E vamos conversar sobre todas as coisas que poderíamos ter criado, vivido, descoberto juntas. Me questione sobre cada dia em que duvidei que você existia, pergunte me se cada ação na minha vida não  era uma prova de que a nossa conexão nunca se foi, mas só era sublimada por esse imperativo do medo de estar ficando louca.

Não sei se você vai entender dessa forma que escrevo. Ultimamente ando tão calada para poder dar explicações ou justificativas (Calada? tou é cansada), então caso houver alguma dúvida quanto à isso que estamos passando, fica tranquila. Estarei sempre à sua disposição, como uma colaboradora, não mais como protagonista.

Cansei do Amor romântico, querida. Ultimamente desisti por uma droga milagrosa (e se chama Biblioteconomia).

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

eu não tenho hexacosioi-hexeconta-hexafobia

Para identificar o post de número sexcentésimo sexagésimo sexto, deixo aqui informações super relevantes sobre uma das fobias mais bacanas que o nosso mundo ocidental resolveu inventar ao traduzir o Apocalipse de João com uma licença poética linda.
(O original tá em grego vulgar, gente. E aí traduziram pro latim, do latim pra umas trocentas e outras línguas, cês acham MESMO que os livros traduzidos e impressos são o original escrachado?)

Hexacosioi-hexeconta-hexafobia é o medo irracional pelo número 666.

Da ONDE tiraram isso para se transformar num fenômeno global, jamais irei saber. Mas foi uma sacada genial. Isso e qualquer superstição bizarra vinda de textos escritos.
(Porque não há forma mais eficaz e absoluta que estigmatizar uma palavra ou expressão para poder ganhar vantagem de alguma forma)
Por exemplo, na maioria das ruas em que ando, tento ver se o 665 ou 667 estão ali estampados nas fachadas das casas e nopes, eles pulam até esses números perto para não dar alusão ao 666.

Uma curiosidade besta (no pun intented) o ônibus 665 aqui em Floripa vai para o Abraão.

Dizem que aquela música do Iron Maiden também é pra esse número.
Como o dia já tá péssimo por diversos motivos, vou deixar aqui uma mensagem bonita de nosso querido Senhor. Ele consagrou a música pra ficar mais bacaninha.


Fiquem com seja lá o que vocês acreditem e busquem forças quando algo chato acontece e muita luz na cuca!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

[video] Clocks por Coldplay

Acordei do Carnaval com essa música na cabeça. 2 dias inteiros de intensa experiência com o ser humano em estado eufórico dos foliões abençoados por Loki, creio que ter uma pausa para o cérebro para depois cair uma ficha básica de normalidade faz bem pra essa escriba que vos narra.


Essa música em especial me chamou atenção - além de estar grudada na minha cabeça - por conta da letra e o andamento. Não é uma das minhas favoritas do Coldplay (E não escuto eles por motivos, because...), mas o negócio de se movimentar quando ela começa a tocar é essencial para acordar as ideias.

The lights go out and I can't be saved
Tides that I tried to swim against
Have brought me down upon my knees
Oh I beg, I beg and plead, singing

Come out of things unsaid
Shoot an apple off my head and a
Trouble that can't be named
A tiger's waiting to be tamed, singing

You are

Confusion never stops
Closing walls and ticking clocks
Gonna come back and take you home
I could not stop that you now know, singing

Come out upon my seas
Cursed missed opportunities
Am I a part of the cure?
Or am I part of the disease? Singing

You are, you are, you are
And nothing else compares
You are

Home, home where I wanted to go


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

[video] hand on your heart da tia kylie minogue

A música é de 1989, mas é a coisa mais cutch-cutch na versão da Abbey Road Sessions:



Put your hand on your heart and tell me
That we're through, ooh
Oh, put your hand on your heart
Hand on your heart

Well it's one thing to fall in love
But another to make it last
I thought that we were just begining
And now you say we're in the past
Oh, look me in the eye
And tell me we are really through

You know it's one thing to say you love me
But another to mean it from the heart
And if you don't intend to see it through
Why did we ever start
Oh, I wanna hear you tell me
You don't want my love

Put your hand on your heart and tell me
It's all over
I won't believe it till you
Put your hand on your heart and tell me
That we're through, ooh
Oh, put your hand on your heart
Hand on your heart

They like to talk about forever
But most people never get the chance
Do you wanna lose our love together
Do you find a new romance
Oh, I wanna hear you tell me
You don't want my love

Put your hand on your heart and tell me
It's all over
I won't believe it till you
Put your hand on your heart and tell me
That we're through, ooh
Oh, put your hand on your heart
Hand on your heart

Put your hand on your heart and tell me
It's all over
I won't believe it till you
Put your hand on your heart and tell me
That we're through, ooh
Oh, put your hand on your heart
Hand on your heart

Oh, look me in the eye
And tell me we are really through

Put your hand on your heart and tell me
It's all over
I won't believe it till you
Put your hand on your heart and tell me
That we're through, ooh
Oh, put your hand on your heart
Hand on your heart

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

videos - out of the woods por taylor swift

Tava vendo que ela estava spammeando demais a timeline do Twitter com a hashtag #OOTW e o nome de Joseph Kahn, aí que caiu a ficha: OMFG TAY-TAY E OUT OF THE WOODS!!!!!!!!
<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3<3


É uma das minhas favoritas no álbum 1989 e os versos são incríveis!

Remember when you hit the brakes too soon?
Twenty stitches in the hospital room
When you started cryin', baby, I did, too
But when the sun came up, I was lookin' at you
Remember when we couldn't take the heat
I walked out and said, "I'm settin' you free,"
But the monsters turned out to be just trees
And when the sun came up, you were lookin' at me
You were lookin' at me
You were lookin' at me,
I remember, oh, I remember

Are we out of the woods yet?
Are we out of the woods yet?
Are we out of the woods yet?
Are we out of the woods?
Are we in the clear yet?
Are we in the clear yet?
Are we in the clear yet?
In the clear yet?
Good

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

bibliotequices: dando tchau, tchau, tchau

Assim como a musiquinha grudenta da Vovó Mafalda, estou dando tchau para essa biblioteca linda onde me firmei como pessoa biblioteconômica (???). Não, não irei viajar porque isso é coisa de bibliotecárix ryyyyyyycxxxxh e famozxxxxx, então resolvi gravar um vídeo sobre a despedida.

Para aqueles que estão tentando entender o que quero dizer, é porque faz cerca de 2 dias que não durmo direito, logo o discurso tá meio fuén-fuén balão furado: 


Ano que vem estarei em outra escola da Rede Municipal, por mais 6 meses e a notícia não me deixou muito bem durante esses dias. Sim, eu sei, a oportunidade é ótima, novos ares, coisas novas, mas mesmo assim eu e mudanças? Não nos adaptamos bem de cara.

Agradecendo à escola que me acolheu tão lindamente desde o começo, por entenderem que dar voz aos alunos é bem mais importante que seguir o status quo, que tudo se resolve no diálogo, que as peculiaridades são preciosidades e que colocar um violão com cordas na hora do recreio faz milagres com alunos bagunceiros. 

No resumão? Sei lá o que tou sentindo, mas aqui vai ser o meu marco inicial de toda a bagagem que vou levar pro resto da minha vida nessa carreira.

Há o problema do workaholismo também. Fiquei parada por muito tempo no começo do ano por conta da perna, meu ritmo de trabalhar foi quebrado justamente quando tava começando a produzir bem e aí houve o trem da dedetização que parou por quase 2 semanas e bem... Eis o motivo de não conseguir dormir direito!

Final do ano sei que estarei uma pilha básica de produção e vou ter que direcionar pra algum lugar - e não vai ser para o acadêmico pelo jeito.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

A slip of the tongue



Para todxs que me mostraram que amor romântico é legal, amor é sensacional, um recadinho: ouçam essa música e leiam esse texto.

Disclaimer: vou voltar nesse post amanhã para escrveer com mais calma.


E pode culpar a sociedade moderna e os escambau, até entendermos que amor não é possuir ou sentir, mas sim um instante bem pequenininho de nossa existência, fragmentado em diversos setores da nossa vida, aí sim o trem anda. 

Não é de hoje que visito blogs de dominatrixes para investigar ingenuamente o discurso delas - geeeeente quanta coisa interessante para Análise do Discurso que vou te contar... Pronomes principalmente! - e às vezes me deparo com discussões muitos bacanas sobre relacionamentos e sentimentos dessas mulheres com uma percepção do mundo um bocado diferente do que costumamos ver por aí. Mesmo que não tenha muito o compromisso de informar totalmente sobre o que fazem entre 4 paredes de uma dungeon, as femdoms que acompanho tem um domínio bem bacana de extravasar em literatura o que sentem no momento. O blog Domme Chronicles é o exemplo lindo que une informações instrucionais para os que não estão acostumados com o mundo BDSM, mas também dar aquele toque pessoal da blogueira e domme Ferns.

Esse texto "I love you / Now I don't" me impressionou devido a familiaridade da situação - o dizer "eu te amo" e depois voltar atrás por ter dito fora do tempo, cedo demais, tarde demais. Chega a dar uma chacoalhada emocional ao perceber que outras pessoas tem a mesma percepção do assunto tão delicado assim como eu.

Amar socializa (vide fandoms), amar une grupos, amar é a cola universal invisível disfarçada de um fio prateado enroscado nos pés de todos. Amar é aquele nó na colcha de retalhos que cobre a gente nessa Realidade. Amar é apenas um verbo, gente. Não um objeto, um sujeito, nem predicado, muito menos adjetivo.

O mote de deixar os outros viverem e amarem, assim como viver e amar também, não parece ser tão difícil de seguir, problema é quando se há muitos poréns na vida passada para poder realmente se sentir segura em seguir. Aquele achievement de desapego demora a chegar (quase 30 e esperando). O amor próprio, a apologia ao Ego, o narcisismo costuma se disfarçar como Amor. A emoção pode virar uma catástrofe na vida de quem não consegue balancear as balanças (Oh well Emoção vs Razão).

As três palavrinhas podem ser infelizes quando dizemos por obrigação, por costume ou por qualquer outra desculpa. É bisonho como a gente se obriga a demonstrar o quanto ama uma pessoa com essas palavras sem realmente ter pensado sobre. O direito reservado (e velado) de se questionar o "eu te amo" e admitir que não foi verdadeiramente honesto com seu próprio coração e com a pessoa é um grande passo para se conhecer a si mesmo.

A Oráculo tava certinha, Neo. E não tem colher alguma!
Conhecer-me a mim mesma me dá a consciência dos limites meus e do Outro. Logo parece bem drástico, mas quando falamos "eu te amo" de forma em que realmente não se irá levar à sério, é melhor retirar o que disse e se retratar. Difícil pra baraleo, gente!

Uma coisa boa desses textos é que elas falam bastante de limites, aquilo que se é permitido a fazer e aquilo que você se sente confortável em fazer. O que teu corpo rejeitar não deve ser incentivado de maneira alguma, tanto na parte mais... ahn... bem, cês sabem, elas são dominadoras... quanto do modo de se relacionar com o mundo. Saber recuar e rever os próprios conceitos e pensamentos também é uma boa, não um sinal de indecisão.

De acordo com minha vivência, falar essa frase tem se tornado um problema de proporções homéricas. Tenho uma mãe que resmunga às vezes por não dizer mais isso como antigamente. Chegar ao ponto de falar isso para alguém que gosto muito é deveras raro, e houve muitos mau-entendidos, oh se houve! O falar antes e me deparar com o peso das palavras nas vidas das pessoas, o dizer tarde demais (Ou nem dizer, o que é pior) e receber uma resposta recheada de puro rancor e insegurança. Ou receber um feedback bonito! Ou simplesmente ser questionada horas depois do porquê não repetir a frase novamente.

(Gentem não é obrigaçãooooooo, é sentir que se quer expressar o mundo com essas palavras)

Como fui criada com essa noção romântica ultra-paradoxal do século 18: chegar à essa máxima requer treinamento e muitas reflexões de chuveiro (Porque as melhores ideias e os pensamentos mais profundos sempre acontecem quando estamos no banho...), sem contar que me pesa como uma responsabilidade esmagadora. Isso tava me destruindo, sério. Decidi dar um breque para não alastrar demais pela minha esquálida pessoa sem muita paciência para amor romântico (o tempo passa, o tempo voa, e as ideias mudam, faz parte).

Sim, eu fantasio sobre coisas românticas como qualquer menininha da Clamp, mas me deixar submetê-las à Realidade, aí outra história.

sábado, 26 de setembro de 2015

Roda roda roda roda roda roda rodou!

Arte de Stephanie Pui-Mui, gente!
20 coisas para se escrever quando estiver em um bloqueio de escrita com um assunto que estou desatualizada no momento, mas vou tentar o melhor possível dar as informações necessárias. Ou não. Nunca se sabe o que pode servir ou não ^_______~

Plus: não sou adepta ativa da arte do baralho adivinhatório e não tenho as skills necessárias para tal, gosto de estudar sobre por conta da simbologia impregnada nas leituras e também por parte dessa "magia" estar na minha família.

Write about your favourite tarot card.
Escreva sobre sua carta de tarot favorita. 

É a do esquilo¹.
Urrum, essa mesmo.

#Brinqs gente, escrevi algo bem enorme para poder postar, mas fiquei de saco cheio de pesquisar sobre #SorryNotSoSorry - o assunto não me deixa mais confortável como antes, entooooonces...

Wheel of Fortune ou como chamam por aqui, Arcano Maior da Casa 10 - Roda da Fortuna. O que seu significado na minha vida pode ser sintetizado nesse vídeo aí embaixo:

Maihoooooie roda roda roda RODOU!! 


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¹ E pra quem não sacou a piadinha infame do esquilo, pode deixar comentário.

domingo, 6 de setembro de 2015

[videos] vida pra alugar da Dido

resumo da semana: 29 anos na cara, Celeb! E agora sim a música faz mais sentido:



I haven't ever really found a place that I call home
I never stick around quite long enough to make it
I apologize once again I'm not in love
But it's not as if I mind
that your heart ain't exactly breaking

It's just a thought, only a thought

But if my life is for rent and I don't learn to buy
Well I deserve nothing more than I get
Cos nothing I have is truly mine

I've always thought
that I would love to live by the sea
To travel the world alone
and live more simply
I have no idea what's happened to that dream
Cos there's really nothing left here to stop me

It's just a thought, only a thought

But if my life is for rent and I don't learn to buy
Well I deserve nothing more than I get
Cos nothing I have is truly mine

If my life is for rent and I don't learn to buy
Well I deserve nothing more than I get
Cos nothing I have is truly mine

While my heart is a shield and I won't let it down
While I am so afraid to fail so I won't even try
Well how can I say I'm alive

If my life is for rent and I don't learn to buy
Well I deserve nothing more than I get
Cos nothing I have is truly mine

If my life is for rent and I don't learn to buy
Well I deserve nothing more than I get
Cos nothing I have is truly mine
Cos nothing I have is truly mine
Cos nothing I have is truly mine

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

[videos] Florentina das Maquininhas - (construí um) Barquinho para naufragar


Tia Florentina é o tipo de virginiana que chegou num estado tão avançado de chill e zen nessa vida que o angst transparece nas letras de uma forma tão poética que nem dá para distinguir direito.

As entrelinhas, bebê. As modafócas entrelinhas que fazem a Roda girar.



[...]
And oh my love remind me, what was it that I said?
I can't help but pull the earth around me, to make my bed
And oh my love remind me, what was it that I did?
Did I drink too much?Am I losing touch?
Did I build this ship to wreck?
To wreck, to wreck, to wreck,
Did I build this ship to wreck?
[...]
And good God, under starry skies we are lost,
And into the breach we got tossed,
And the water's coming in fast!
And oh my love remind me, what was it that I said?
I can't help but pull the earth around me, to make my bed
And oh my love remind me, what was it that I did?
Did I drink too much?Am I losing touch?
Did I build this ship to wreck?
To wreck, to wreck, to wreck,
Did I build this ship to wreck?
To wreck, to wreck, to wreck,
Did I build this ship to wreck?



Lembrete para posteridade: nos próximos 5 dias quero distância do Wanderley.

domingo, 23 de agosto de 2015

[videos] gillian welch - look at miss ohio

Devo dizer que bluegrass e folk americana estão salvando muito do meu repertório de música angst aqui. Antes ao apelar para os irlandeses com dor-de-cotovelo, agora as violonistas do interior estadunidense andam fazendo mais efeito.

Comecei com Mary Gauthier ao saber que ela era o nome mais conhecido em folk em Nova Orleans e então dando uma voltinha pelo 8tracks conheço a incrível Gillian Welch - ela é de Nashville capital mundial do country e folk. as letras dela são mais metafóricas que a da Mary (Carregadas de uma crueza tão boa que me sinto totalmente absorta ao ouvir as músicas), mas a melodia que me deixa hipnotizada.




Oh me oh my oh, look at Miss Ohio
She’s a running around with her rag-top down
She says I wanna do right but not right now

Gonna drive to Atlanta and live out this fantasy
Running around with the rag-top down
Yeah, I wanna do right but not right now

Had your arm around her shoulder, a regimental soldier
An' mamma starts pushing that wedding gown
Yeah, you wanna do right but not right now

Oh me oh my oh, would you look at Miss Ohio
She’s a runnin’ around with the rag-top down
She says I wanna do right but not right now

I know all about it, so you don’t have to shout it
I’m gonna straighten it out somehow
Yeah, I wanna do right but not right now

Oh me oh my oh, look at Miss Ohio
She a runnin’ around with her rag-top down
She says I wanna do right , but not right now
Oh, I want do right but not right now


Outro domingo pra fechar essa semana estranha.
Apenas um lembrete: fiz o teste hoje, yep sistema circulatório funcionando, só o músculo entre os bofes que não se parece estar tão animado quanto antes. Talvez deva ser a idade.

domingo, 9 de agosto de 2015

poderia ser pior: edição mistah macphisto


Então o rockstar vestindo paletó dourado, sapatos plataforma e maquiagem exagerada pega o telefone e disca no speed-dial. Obviamente o meu telefone aqui desconectado da parede iria tocar, o seguinte diálogo iria ser travado:


 - Helloooooo?
 - Ah alô, quem é?
 - I'm Mistah MacPhisto and I'm here to inform you about your future.
 - Oh, mesmo? Será que é algo sobre amanhã ter que ir trabalhar sem saber se vai receber o salário de estágio, ter passado o final de semana sem um tostão e que a Federal recusou minha admissão nas aulas de natação?
 - Hell yeah. And procrastinação.
 - Pode pedir ajuda pra Lady Murphy? Fazer reza braba pra Loki?
 - Noooooooooo? He's an arse anyway...
 - Não posso nem pedir limões pra vida?

Lemon? Did you just say lemon?

sábado, 1 de agosto de 2015

[videos] It takes a lot to know a man - Damien Rice

Tudo que precisa é de um palco enorme, uma multidão, um violão todo arrebentado, vários instrumentos a disposição e um irlandês maluco. Se esse cara fizer show aqui no Brasil não sei qual outro órgão terei que vender pra comprar ingresso.


Yep, ele conseguiu. O vinhado vai fazer show aqui no Brasil e pro meu desespero não terei órgão algum para vender a tempo. Valeu irlandês com nome de cereal mais cultivado na China!

Vou ali no cantinho chorar...


It takes a lot to know a man
It takes a lot to understand
The warrior, the sage
The little boy enraged

It takes a lot to know a woman
A lot to understand what's humming
The honeybee, the sting
The little girl with wings

It takes a lot to give, to ask for help
To be yourself, to know and love what you live with
It takes a lot to breathe, to touch, to feel
The slow reveal of what another body needs

It takes a lot to know a man
A lot to know, to understand
The father and the son
The hunter and the gun

It takes a lot know a woman
A lot to comprehend what's coming
The mother and the child
The muse and the beguiled

It takes a lot to give, to ask for help
To be yourself, to know and love what you live with
It takes a lot to breathe, to touch, to feel
The slow reveal of what another body needs

It takes a lot to give, to ask for help
To be yourself, to know and love what you live with
It takes a lot to breathe, to touch, to feel
The slow reveal of what another body needs

It takes a lot to live, to ask for help
To be yourself, to know and love what you live with
It takes a lot to breathe, to touch, to feel
The slow reveal of what another body needs

What are you so afraid to lose?
What is it you're thinking that will happen if you do?
What are you so afraid to lose?
(You wrote me to tell me you're nervous and you're sorry)
What is it you're thinking that will happen if you do?
(Crying like a baby saying "this thing is killing me")
What are you so afraid to lose?
(You wrote me to tell me you're nervous and you're sorry)
What is it you're thinking that will happen if you do?
(Crying like a baby saying "this thing is killing me")
You wrote me to tell me you're nervous and you're sorry
Crying like a baby saying "this thing is killing me"

sexta-feira, 31 de julho de 2015

[contos] I ain't leaving

Com prometido há 1 semana atrás - e minha cabeça nem lembrou desse detalhe - a nova fanfiction que ando montando aos poucos.

I ain't leaving (3766 words) by brmorgan
Chapters: [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] /?
Fandom: Original Work
Rating: Mature
Warnings: No Archive Warnings Apply
Additional Tags: Original Character(s), Nova Orleans, Fluff and Smut, Brasil - Freeform, Português Brasileiro
Summary: Sarah escapou por pouco da tempestade que inundou Nova Orleans (EUA) em 2006, já Cassandra tenta ajudar a família que perdeu tudo no furacão em Xanxerê (Brasil). Recebendo a visita inesperada da mãe de Cassandra, as duas são obrigadas a enfrentarem os dilemas de eventos tão parecidos em suas vidas.
Disclaimer: Conteúdo da história pode ser fofuxo, meigo, mas algumas partes NÃO são apropriadas para menores de 18 conforme as tabelinhas de classificação indicativa de filmes/seriados/livros e tudo mais. Então já sabe, foram avisadxs!



terça-feira, 28 de abril de 2015

[video] ed sheeran - give me love

Postei A-team uns dias atrás, mas caramba! Essa música anda me perseguindo na playlist :3


(Sawrry, not so sawrry)

Acho fofo o modo como os vídeos dele direcionam pra algo mais fantasioso, I approves totalmente.

Give me love like her,
'Cause lately I've been waking up alone,
Paint splattered teardrops on my shirt,
Told you I'd let them go,
And that I'll fight my corner,
Maybe tonight I'll call ya,
After my blood turns into alcohol,
No, I just wanna hold ya.
Give a little time to me or burn this out,
We'll play hide and seek to turn this around,
All I want is the taste that your lips allow,
My, my, my, my, oh give me love,
My, my, my, my, oh give me love,
My, my, my, my, oh give me love,
My, my, my, my, oh give me love,
My, my, my, my, give me love,
Give me love like never before,
'Cause lately I've been craving more,
And it's been a while but I still feel the same,
Maybe I should let you go,
You know I'll fight my corner,
And that tonight I'll call ya,
After my blood is drowning in alcohol,
No, I just wanna hold ya.
Give a little time to me or burn this out,
We'll play hide and seek to turn this around,
All I want is the taste that your lips allow,
My, my, my, my, oh give me love,
Give a little time to me or burn this out,
We'll play hide and seek to turn this around,
All I want is the taste that your lips allow,
My, my, my, my, oh give me love,
My, my, my, my, oh give me love,
My, my, my, my, oh give me love,
My, my, my, my, oh give me love,
My, my, my, my, oh give me love.

sábado, 25 de abril de 2015

[video] Ed Sheeran - The A-team

Nisso que dá quando você ouve a música trocentas vezes sem prestar atenção na letra. A minha mania chata de só ouvir a melodia acaba me dando alguns probleminhas de entendimento depois. Minha impressão errada foi de achar que toda música feita pelo Ed Sheeran soa como algo fofo, mas não.

Aí fui ler a letra pra poder tocar no violão e blam! Porrada na cara no sentido de detecção de invisíveis:


E cacete, é cruel ver a letra transposta em vídeo de forma tão assim... real.
Achei o vídeo awesome de "A-team", mas que deu nó na garganta ao interpretar a letra pela primeira vez com imagem, ah isso deu. A música se refere ao tipo de usuário de drogas da classe A (As mais viciantes e danosas pro organismo) e que frequentemente acabam se rendendo a prostituição para manter o vício.

Sem mais palavras, esse cara sabe como escrever sobre temas polêmicos.

terça-feira, 21 de abril de 2015

[videos] A bicha do demónio por ForeverNotYours

Faz 8 anos (2007) que fui introduzida ao canal de ForeverNotYours, alguém muito tr0ll lá de Portugal que fez uma compilação de videos sobre Senhor dos Anéis. Como não sou fã hardcore (Mas sou nascida e criada na Terra-média!) e muito menos levo muito a sério o universo filmográfico de Peter Jackson, resolvi prestar homenagem a genialidade da criatura que até hoje não descobri se é real ou não.



O importante é que a preciosidade está no ar ainda e pelo jeito vai continuar.
Que as irmãs de Pernambuco abençooooooem sua balada!!

adendos do feriado

Sejemos onestos quiridus, Jozéfi Climber estáile.
A vida é uma caichinha de surprezas.
Às vezes é um quinderovo - com brinquedinho legau drento.
Às vezes é uma caicha vasia sem prástico bolha pra brincá.
Tem dias que tá bão, outros dias que tá pior.
Depende muito como varea a intensidade do sentir algumas coisas e ter amnésia quanto a outras.

E Tiradentes foi bode expiatório para os manés da Inconfidência. Quem pagou o pato maior foi ele por ser soldado raso e os "nobres" idealizadores do motim estavam a solta depois de terem pagosalguns milhares de réis para não serem acusados de "subversivos". Deu em powha nenhuma os esqueminha.

Ps: fandom de #Carmilla pirando na soda porque a série não ganhou nenhum prêmio no #ShortyAwards. É a v1d4 L0k4, manow.

Ps2: deixar o espírito de porco individualista de lado, vou postar o Projeto Feéricos no AO3, que se ferre direitos autorais, exclusividade e o sistema, quero é ter motivação pra escrever mais, gente lendo e construindo comigo esse cenário.

Ps3: a vida dá umas voltas tão engraçadas pra gente. Quando mal se percebe tá repetindo um padrão assinalado como perigoso para saúde emocional e não se senti culpada por isso.

Ps4: resolvi escutar Taylor Swift. Tá ouvível. Tá passável. Tá rebolável. Vou pros álbuns country dela. Maria Ev'Ângela Maricotinha da Silva Sauro se identifica e agradece por colocar mais pop-music na playlist *rebola rebola*


Ps5 e o mais importante: PENNY DREADFUL MÓDAFÓCA!!


domingo, 1 de março de 2015

[video] Cannonball por Damião Arroz

Santo Damião Arroz dos Pseudo-Irlandeses de Terceiro Mundo dando a iluminação linda de sempre para acalmarmos nossos nervos inquietos, nossos demônios internos, nossas frustrações diárias, nossa sede da água da Fonte de "Preciso saber de tudo ou enlouqueço".



Still a little bit of your taste in my mouth
Still a little bit of you laced with my doubt
Still a little hard to say what's going on

Still a little bit of your ghost, your witness
Still a little bit of your face I haven't kissed
You step a little closer each day
That I can't say what's going on

Stones taught me to fly
Love ‒ it taught me to lie
Life ‒ it taught me to die
So it's not hard to fall
When you float like a cannonball

Still a little bit of your song in my ear
Still a little bit of your words I long to hear
You step a little closer to me
So close that I can't see what's going on

Stones taught me to fly
Love ‒ it taught me to lie
Life taught me to die
So it's not hard to fall
When you float like a cannon

Stones taught me to fly
Love taught me to cry
So come on, courage, teach me to be shy
'Cause it's not hard to fall
And I don't wanna scare her
It's not hard to fall
And I don't wanna lose
It's not hard to grow
When you know that you just don't know

(Fonte: AZLyrics)

sábado, 14 de fevereiro de 2015

[videos] drowned world/substitute for love by Madonna (TDW Tour)


Eu amo essa música da Madonna, mesmo a letra não sendo totalmente voltada para assuntos que me concerne, mas há algo na melodia que me faz ficar hipnotizada por um bom momento, absorvendo qualquer que seja a lição ali passada.

Versão da The Drowned World Tour que me fez chorar que nem uma quiancinha ao assistir e cantar junto.
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