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domingo, 3 de julho de 2016

análise do Discurso arruína vidas

Análise do Discurso arruína vidas.
Ou o que a gente promulga como vida.

Essa criatura abençoada da terças e sextas me faz ter ataques escalafobéticos todo final de aula, poderia culpar o Foucault ou os teóricos, mas a persona em si, um docente, me fascina.

Estávamos na aula introdução da Análise do Discurso Crítica dos anglo-saxões - muita paciência e força na peruca com eles - e as ideias que eu tinha de organizar o TCC foram despedaçadas. E isso ao invés de me deixar pior ainda que já me sinto emocionalmente falando (sim, o monstro miserável aqui também fica estafado em sentir diversas coisas ao mesmo tempo), fez aquela chama do Prometeu saindo da caverna e dizendo: YOLO modafócas!! Chega da escuridão e Bora Rave!

Debaixo do link, problemáticas, discussões intelectuais comigo mesma (Faço isso direto no busão) AND possível tema de TCC futuro.
#RanganathanAbençoaFaixFavô

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Bibliotequices - Biblioródias: TCC é um só

Uma e pouca da manhã e o que tou fazendo?
Óbvio que não é o trabalho de Gestão Estratégica!



Tava cansada de ver gráficos e analisar cadeias hereditárias (E acredite, não vai mudar a situação precária...), resolvi brincar um pouco no ukulele. Tou ficando melhorzinha na tosqueira com a Perry (O nome do instrumento, pretty please?), fiquei satisfeita :)

Convivo com amigolhes em pleno desenvolvimento/parto de seus TCCs, logo fui solidária. Não custa nada fazer graça com algo que nos deixa a beira da loucura sem nem ao menos precisar de Cthulhu dar uma forcinha. Saiu esse trem aí.

Melodia é da linda cutch-cutch da Clarice Falcão - "Um só" mais info dela aqui [x] e aqui [x] e a letra foi modificada.
Dá até pra cantar em dia ruim de orientação (Ou não).
"Eu pensei direito
Fiz um (projeto de) pesquisa
Eu li a respeito
E a gente é um só
Eu nos vi no espelho (de matrícula)
E contei nossos dedos
Não (volta com anotação em) vermelho
A gente é um só
Sem você, eu sumo
Eu morro de fome
Eu perco meu rumo
Eu fico (com a nota) menor
Eu tenho um bom gosto
Escrevi do meu jeito
A cor d(a sua folha de) rosto
Eu já sei de cor
Mas se (orientador) planeja
Nos partir ao meio
Então nem pestaneja
(Que) faça sem dó
O meu desespero
É que quando (a banca) acaba
Você fica inteiro (no repositório)
E eu fico o pó"

segunda-feira, 11 de maio de 2015

TCC da depressão (o seu, não o meu)

Convivo com três pessoinhas próximas que estão nos frangalhos - okay duas estão entrando em parafusos, a outra está sapateando na cara do perigo - por conta do querido TCC.

Trabalho de Conclusão de Curso.

Eu fui privilegiada na Letras por só precisar do Relatório de Estágio - o que não me isentou de milhares de edições, muita dor de cabeça, choro e ranger de dentes, além de encarar duas salas de ensino fundamental e ensino médio para montar o bendito.

O que na Biblioteconomia é exatamente o inverso, pois além do estágio - pelo que vi parece projeto de pesquisa e eu nope, just nope nope noooooooo módafóca! - tem esse lindo objeto científico de puro desprezo e rancor.

Engraçado é digitar no Google TCC e aparecer Terapia Cognitiva-Comportamental e eu não achar que a coincidência não foi tão coincidência assim. Já vi pessoas surtarem de vez com isso, já ouvi histórias macabras também e também convivi de perto com uma irmã que passou quase 1 ano escrevendo o dela de saco cheio com o tema porque orientador sem noção empurrou por goela abaixo.

Eu quero fazer diferente.

Já sou macaca véia, não vou deixar ninguém entrar no meu quadrado assim do nada. A orientadora já está pré-escolhida (Coitada da fessora), já tenho tema definido, já estou montando alguns objetivos a explorar no Projeto de Pesquisa, já sei que vai ser de longo prazo, sim, eu já sei que vai demorar mais 2 anos pra chegar nesse desespero, mas tá tudo aqui. Não tem como negar.

Não quero entrar em parafusos durante 6 meses tentando escrever algo que não vou curtir, então já começo a testar a profundidade das águas agora pra me preparar pra me afogar depois (Porque sei que irei, logo, vairy soon).

Quando entrei na Biblioteconomia, fiquei intrigada com um discurso repetitivo nos corredores do curso sobre alguns tópicos, bibliotecário em escola pública por exemplo: parece que somos uns desgarrados da matilha e provavelmente insanos. Quando comento que é isso que quero fazer da vida, ganho o mesmo olhar quando alguém diz que quer ser professor do ensino fundamental (Pena, estranheza, surpresa, indignação?). E isso me é estranho testemunhar.

Bibliotecário deveria ser valorizado por n motivos, mas pelo menos achei que a prepotência e arrogância chegaria a outro patamar aqui nesse salto - a auto-estima deveria ser mais alta, sabe? - vejo o contrário. Vejo profissionais múmias se arrastando em rotinas com um discurso bem delineado de cansaço. Até os mais novos são contagiados por isso!!

(Eu tou sendo contagiada por esse tipo de feeling de whatever, não vou fazer diferença)

O "cansei!" é tão forte que afeta toda uma estrutura interna e externa deles - de TODOS os bibliotecários que já conversei na minha vida de graduanda TODOS tinham problemas na coluna, nos joelhos, algo dentro deslocado, herniado, furado, destrambelhado - e gente... Hiena Hardy já tá lotando os esquema na Educação. Queria dar uma investigada nisso, saber o que mais posso descobrir nesse perfil de profissional da Biblioteconomia, tem tanta coisa legal pra se fazer, minha gente!

Então, sim. Oficialmente pensando no teórico do meu TCC.




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