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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Projeto 1 praia por semana - Santinho

Mais uma semana de caça praia pra visitar - e ocasionalmente torrar - a escolhida foi a Praia do Santinho, bem ali depois da do Ingleses, depois das dunas e já citada no post anterior.

O que dizer da Praia do Santinho?

Foi de cara o lugar mais harmonioso que pisei quando me mudei aqui para o Norte da Ilha. Se a sutileza dos pescadores na dos Ingleses me cativou, além das dunas para o Leste me chamou atenção devido sua tranquilidade. Turista pra cacete, pois o Costão do Santinho - famoso resort que sediou uma das reuniões da FIFA na Copa do Mundo do ano passado- está localizado bem no final da praia, assim como a quantidade de casarões na vizinhança que devem valer alguns milhõezinhos.

Diferente da vizinha inglesa, Santinho tem uma área de preservação bem acentuada, com uma extensa faixa de vegetação nativa antes de chegar ao banco de areia enooooooorme, para então a margem da água. Não há comércio protuberante por todos os lados, não há degradação em boa parte do banco de areia, tem ponto de ônibus no final da rua e Salva-vidas centralizado com postos em toda a orla - esses caras devem trabalhar pra cacete.

O máximo de barraquinhas de comida e bebida estavam concentradas na principal entrada (final) da praia, atentos a movimentação dos turistas vindos das pousadas, hotéis e o Resort. O restante é bem tranquilo e sem zoeira. O único problema que encontrei nesse encontro direto e completo com o Santinho foi a rudeza do Mar.

Porradeira direto com pouco aproveitamento de mergulhinho. As ondas estavam quebrando muito perto uma da outra com uma intensidade maluca, em menos de 10 minutos o repuxo tava levando pra direita indo pro Costão. tenso. Uber-tenso.

Como anotado pelas meninas, a maldição de São Pedro para deter os esforços de ir à praia começam com o fator de uma integrante anunciar que vai, logo ao chegarmos estava tudo nublado, nuvens cheias pro Mar, nada muito preocupante já que os termômetros indicavam 32º no dia. Logo o Sol resolveu dar um olázinho assim como a multidão de turistas que foi descendo da rua principal e das pousadas.


A praia do Santinho é boa de se visitar durante o inverno, o vento é mais quentinho vindo do Mar e as possibilidades de momentos de tranquilidade são muitas, creio que no verão a coisa tende a piorar assim como qualquer praia do Norte. A faixa de areia é fininha, umedecida pela maré alta - chegou a assustar a faixa quase na metade da praia - com segurança boa dos bombeiros, infra-estrutura para comer, beber (mas cuidado com os preços, água de 500ml a R$3,00 é sacanagem), fazer pipi de boa, não é tão difícil chegar por lá de carro e de ônibus, mas foi dificultoso ir à pé sem saber qual servidão entrar (Seguimos o fluxo, paramos num lugar estranho meio condomínio abandonado e estradinha entre as dunas).

Para terminar o dia escaldante com alguma corzinha a mais, o Grande Mar estava com MUITA ressaca mesmo e decidiu se vingar de nós e todos os turistas: tacou uma onda maximizada (Que não consegui escapar na hora e tive que me afundar pra não ser arrastada) e saiu molhando tuuuuuuuuuuudo pela frente.


Foi bom conhecer essa parte do Santinho - já havia ido a Trilha do Morro das Aranhas quando me alojei aqui, a paisagem é fantástica - e saber que vai ser uma visita mais da areia do que dentro do Mar. Não obrigada, não quero mais ser surrada, okay?

O post ficou atrasadinho, mas próximo será sobre a Praia da Cachoeira do Bom Jesus, ainda aqui no Norte da Ilha! Até a próxima! ;]

sábado, 3 de janeiro de 2015

Projeto 1 praia por semana - Ingleses because

Praia dos Ingleses
Praia dos Ingleses (Fonte: Wikipedia)
No cheating here!
Houve uma mudança de planos extraordinária que interferiu para a ida a Armação no Sul da Ilha com as intrépidas malévolas...

Tive a obrigação moral e sentimental de ficar em terras do Norte devido presença de mãe que não via há muito tempo, logo como o projeto deveria ser mantido - e a própria Entesposa queria dar um pulinho para ver o Mar - fomos a famigerada Praia dos Ingleses, uma das mais visitadas, frequentadas, lotadas, pisoteadas, entupidas de todo o Norte da Ilha.

Yeeeeeeeeeey #SqN.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Projeto 1 praia por semana: problemas climáticos

Devido as oscilações absurdas do clima florianopolitano, essa semana fui incapaz de ir a qualquer praia que estivesse ao alcance. De manhã um calor do caramba, para então após o almoço cair o mundo em forma de chuva e a temperatura baixar drasticamente.

Esquizofrenia climatérica, perfeito.

Para compensar a falta da semana, na segunda haverá visita ao Santinho e refazer a trilha do morro das Aranhas que muito aprecio, Mar e Vento se encontram que é uma beleza e não é tão difícil de chegar. Se o tempo ajudar, dá para subir de boa e ficar por lá avistando esse lugar lindo em que vivo.

===xxx===
Tentando me ocupar com coisas e descobri uma diversão imensa ao traduzir legendas.
A quantidade de pesquisa envolvida que necessito fazer para achar o termo certo é tão acolhedora que acho que me manterei nesse ritmo por um bom tempo.

Enquanto o tempo não abre pra um solzinho camarada, vou madrugar por aqui.
Há muita legenda pra transcrever e traduzir depois.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Projeto 1 praia por semana - Santo Antônio de Lisboa



Santo Antônio de Lisboa.

Aqui começou a "história" catarinense literalmente, pois quando ainda se chamava Desterro, foi o primeiro lugar onde o Imperador Dom Pedro II deu um pulinho quando veio ao solo sulista. Ninguém, é claro, entendeu wtpowha um cara cercado de guardinhas imperiais e dando tchauzinho pra todo mundo fazia tanto sucesso, até que ele mandou pavimentar a primeira rua da Ilha.

Até hoje a praça tá lá, e os casarões da época açoriana (Aquela ilhazinha perto da África que os portugueses também colonizaram) e as ruas de pedra e o pôr-do-sol mais lindo de toda cidade.

Fui particularmente abençoada em poder trabalhar bem no centro histórico, a escola onde estagio fica há poucos metros da primeira Igreja açoriana - Nossa Senhora das Necessidades - e dessa praça citada aí em cima. Da janela da biblioteca dá para ver o Grande Mar, dá para sentir a maresia em dias mais úmidos, dá pra ouvir a brisa vindo do Mar e assoviando entre as árvores, e durante o almoço, quando dá tempo, desço em passadas rápidas para a orla, sento perto do banco de areia de poucos metros e observo as gaivotas malucas bicando coisas que estão ali: barcos de pescadores, redes de pesca, barcos maiores, etc.

O pôr-do-sol aqui é lindo, lindo, lindo!

É um lugar de muitas lembranças também. Muitas que prefiro segurar bem bem bem bem guardadinhas aqui comigo e deixá-las morninhas enquanto posso. Há também outras de momentos pavorosos como abstinência de Pepsi, frio de congelar os ossos, calor do baraleo, cafés-da-manhã que resumiriam o dia todo e um balanço no parquinho que iria testemunhar lágrimas e muitos silêncios meus.

Aqui é um pedacinho de mim que sei que estou cultivando bem, em menos de 5 meses consegui ver Santo Antônio como uma extensão do meu lar particular, aquele pedacinho de terra no qual sinto meus pés pisando e toda a sensação de alívio me alcançar por completo.

A praia que mais me sinto perto de algo chamado lar - noldorin feelings - tá aí.