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quinta-feira, 19 de maio de 2016

algo que não acredito mais

Tá, sério, acabei esquecendo de finalizar o desafio de escrever as 20 coisas para se escrever quando estiver em um bloqueio de escrita e vi que deixei o assunto delicado pra último e lá nos fundilhos da negação existencial.

Write about something you no longer believe.
Escreve sobre algo que você não acredita mais.



É disso que esse último tópico fala : algo que não acredito/tenho fé mais é no Amor Romântico

Aquele maldito Eros que confunde minha Sophia e a adorável Psiquê. Esse vendido já atingiu o limite de dados usados comigo, logo decidi entregar as funções corporais aos seus devidos lugares e tratar de cuidar da minha cabeça (falha, mas única confiável nessa altura da minha vida de escriba) para tornar o mundo em que estou inserida um lugar mais legalzinho e suportável de sobreviver. 

Que seja por trollando o curso, fazendo parte do movimento estudantil, rolando no chão de casa com gatos ou conversando com pessoas queridas que não me sufocam emocionalmente, assim vou deixando a Razão tomar mais conta que a Emoção.
(mas se falar do meu fandom, vai ter ranting emotivo até dizer chega - isso meu miocárdio não endurece) 

Como uma vez certa criatura élfica disfarçada de cantora inglesa cantou: "se eu não acredito no Amor, nada é o suficiente para mim",  e não é, não está sendo, dificilmente será algum dia. A cobrança pelo perfeito aqui é constante, mas calibrável. Não vou deixar o monstro da ansiedade comer meu fígado (só um certo pássaro pode fazer isso e ele ultimamente tá digerindo outro órgão invisível meu), até porque não há mais razão para tal. 

Tou pagando minhas contas, estudando o que amo, trabalhando onde queria estar - pelas diretrizes curriculares do capitalismo neoliberal, tou nos padrões de aceitação como cidadã de bem. Tá certo que não tá bom, mas gente a coisa já foi muito pior. 

A crença pelo Amor (seja lá qual instância) se tornou sem sentido quando se tranca suas emoções a sete chaves e joga o molho fora. Realmente não me é mais necessário entrar nesse ciclo novamente.  Apesar que parece não estar mais apta (ou de saco cheio das firula por N motivos) não me livra de certas manifestações. 

Ainda sinto desejo por pessoas. Ainda tenho devaneios impróprios. Ainda sou humana, mas não quer dizer que isso signifique muito no grande esquemas das coisas. O amor incondicional se tornou presente na minha vida através da admiração que nutro por pessoas que me inspiram, o moleque teimoso e sua mãe impiedosa? Nopes, passam longe porque minha devoção foi para outra entidade (Hello? Patrão Morfeu, câmbio?)

Ainda há Amor, mas ele se tornou nessa pasta de "coisas que não preciso mais me preocupar". E véi de Bowie: se o trem tá te prejudicando com emoções negativas de si mesma e do resto do mundo, desapega. Apenas. Algum dia o mecanismo se ajeita, mas não precisa vir do s2 - aquele idealizado tão fervorosamente outrora. Já vi isso acontecer na família e creio que é satisfatório viver sabendo  que não se seguiu a mesma regra de sempre. 

Talvez seja isso, você nasce, cresce, percebe que tem emoções que mais te destroem do que trazem algo de relevante e decide seguir com um plano alternativo de felicidade.

Podia ser pior.
Eu podia ser fanática religiosa. 

domingo, 24 de novembro de 2013

percepções familiares nos diversos Amores

Gosto de metáforas. Elas me são úteis no futuro quando preciso revisitar aqui para entender porquê raios escrevi tal coisa em tal tempo e em tal situação, é um exercício de autoconhecimento que pratico desde os 13 anos e mesmo com a interrupção por conta de Sumo-sacerdote de Deus Ancião nas Profundezas do Mar, creio que voltar ao seu próprio texto pode trazer benefícios para a saúde mental.

Para mim, em minha opinião afetada pelo imperceptível joguinho cósmico de emoções e razões, o Amor seria representado como uma reunião familiar bem desconfortável.

Afrodite: "Vai lá, apronta mil confusões com uma turminha do barulho e
volta pra casa pra me contar os babados, ok fiote?"
Eros: "Mas mainha, e o estrago? E minha merenda?"
Afrodite: "Isso fala com teu pai, ele que cuida disso..."


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