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domingo, 20 de maio de 2018

o balanço da primeira semana

Ao que tudo indica, em 7 dias alocada em nossa morada, houve uma sessão descarrego no Zé Bunito e ele mudou da água pro vinho. Ver os dois gatos se entendendo tão bem, brincando, zoando, fazendo trapalhada e descobrindo novos cantos e jeitos de nos deixar desesperadas está sendo incrível.

O frio não tá ajudando, óbvio.
Todo mundo no estágio intensivo com Morfeu no meu quarto, pois é o local mais quente da casa.
Sério, mantenho esse local o mais protegido de friagem possível, pois a vida lá fora é cruel e gélida.
E NO MEU QUARTO É MODO ACIMA 26º GRAUX MODAFÓCA!

Tá rolando edredon com cheirinho gostoso de amaciante e secado ao sol, tá tendo modo analógico ouvindo CD em mini system de 2001, já rolou lágriminhas de nostalgia ao ver fotos minhas da década de 90 do século passado e também teve um alagamento básico por distraimento de água na máquina. Uma caixa de livros foi atingida, justamente a que tinha as primeiras edições de Rurouni Kenshin e Chobits.

Era pra entrar em pânico full mode?
Yep, mas convenhamos? 5 leis de Ranganathan na cabeça e respirar fundo, botar os encharcados na frente do aquecedor e esperar milagre. 

Há as dores também.
Elas voltaram com tudo. L5 e L6 estão fazendo campeonato de screamo nessa banda trash da minha coluna vertebral, nada que analgésicos não resolvam e paciência. Não adianta perder a calma dessa forma. 

A vida acadêmica tá sendo uma fucking bagunça, as usual. Teve barraquinho em postagem biblioteconômica como sempre e agora resolvi abstrair de um bocado de coisa pra não perder o fio da meada. Afinal de contas, foi exatamente isso que era o objetivo quando decidi ano passado voltar a morar com minha mãe novamente. Os 5 anos que fiquei longe dela nos ensinaram pra cacete como é difícil a convivência e os limites de uma e outra, mas acho que o que mais tá sendo surpreendente é o fato dela ter mais tolerância e eu mais calma.

Tudo que era preciso era um alinhamento de frequências de rádio.
Tá rolando isso também. Cada uma respeitando o lugar da outra e tomando conta da outra na questão de bem estar e saúde. A cabeça também tá ficando menos pesada com os pensamentos, o que agradeço imensamente, pois não preciso mais entrar no modo overthinking desde que estou dentro do busão voltando pra casa, o medo de estar sozinha em um lugar que não me dá mais segurança e plim, plim, saber que meus gatos estavam incomodados pra caramba com o confinamento.

Aqui pelo menos todo mundo tá fodido, mas se diverte.
(Referência #SddsOrkut)

Então tá indo bem, primeira semana okay.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Zé Walter entalado


Apenas para deixar registrado:

Hoje, às 8h17 da manhã fui resgatar um gato pseudo-siames entalado na estante de livros.
O dito gato ficou com metade do corpo pra fora das separações da estante - que na verdade é um estrado de cama de solteiro - impossibilitado de sair na hora do nomnomz.

O que o gato não esperava era que eu no impulso iria tirar fotos dele nessa situação, maaaaaaaas recorri ao meu bom senso e não tirei. Vergonha alheia, basta a minha.

O gato estava bem p*** quando foi retirado do entalamento, mas comeu tranquilamente e reassumiu o posto debaixo do sofá com um ar compenetrado e desconfiado.

Tal fato me deu crise de riso no meio do busão. E provavelmente dará mais pro resto do dia.

Atenciosamente,

xx Gateira tr0ll xx

sábado, 18 de julho de 2015

sonhei com gente estranha, mas não lembro

Seja lá quem visitou meus sonhos hoje: obrigada pela mensagem. Foi reconfortante.

Agora, por favor, ajuda o Zé Bunito dormir, ele já fez rave na cozinha, derrubou vasilha no chão e não para de miar. É como ter um mini-despertador ambulante de quatro patas, alarmando cada vez que isso acontece. (Essas quiança que percebe em tudo, viu?)