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domingo, 27 de novembro de 2016

[conto] a música do diafragma


Título: a música do diafragma (por BRMorgado)
Cenário: Original/Cotidiano - Nova Orleans.
Classificação: 18 anos. (linguagem inapropriada).
Tamanho: 3.412 palavras
Status: Completa.
Resumo
N/A: Como não largo as vibes de Nova Orleans e aproveitei o cenário que já tenho (Felicidade Adormecida, em breve um link prestável) para colocar essa pequena peça de diálogo. Faz parte desse cenário aqui também [x]
Trilha sonora:

 - Cê sabe que minha visão lá é lá boa...
 - Quantos anos você tem, moleca? - dou de ombros, o velho do meu lado parece irritado.
 - Pede pro guri ali, ele tem mais noção nessas coisas que eu, oras! - aponto para o primo do Cavillar, um adolescente chato que colou no grupo esses dias. Ele deve ter um olho melhor que eu, isso com certeza.

Fantasias de Mardi Gras não eram meu forte, vou ser sincera. Gostava muito da festa, demais até, como qualquer pessoa nascida aqui honra as calças que usa com a barra suja da lama do Mississípi, mas sinceramente a tradição das fantasias me assustavam. Culpe o catolicismo traumatizante na minha vida de viciada, qualquer coisa muito colorida e que trazia alguma simbologia cultural me fazia querer correr na direção oposta.

Vai ver que é isso que não gosto tanto de entrar nas casas de memória ou nos museus. Muita simbologia para decifrar. Ah! Ironia do destino: estar com alguém que é expert nisso. Que classifica essas coisas... culturais... sei lá o nome pra isso, sempre achei que ela tava zoando quando me disse que trabalhava em uma reserva indígena no oeste fazendo catalogação de objetos usados por índios há um milhão de anos atrás. Tá, um milhão não, centenas de anos atrás. Ela explicou umas outras coisas também que não consegui acompanhar, meu cérebro virou pudim depois desse último verão e a abstinência tava queimando o restante daquilo que eu já não tinha, então ficava assim: eu escutava, mas não entendia bulhufas. Ela na paciência infinita, me explicava de novo. A gente fazia umas comparações com as coisas aqui da cidade e aí nos entendíamos.

Melhor isso que aquele silêncio péssimo que tanto odeio.

Tava no semáforo quebrado da St. Charles essa semana (ou era hoje de manhã?), parada como sempre, esperando o verde aparecer. veio de novo, como quando eu percebi quando criança, compasso 4 por 4, valsa, rock, um pouco puxado pro country, deu para seguir o compasso com a cabeça, mas tinha que atravessar a rua, ir para o Centro Social, dar palestra sobre teoria musical, o ritmo do semáforo foi perdido. Antes isso me dava muita raiva, assim de surtar, mas agora como a medicação tinha voltado ao normal dava pra segurar a explosão de humor. Do 8 ao 800 em poucos segundos, agora demoravam horas. Seja lá o que colocaram na mudança de pilulas, nem sentindo dor no estômago eu tava mais.

Oh! Sim, palestra! O basicão pra garotada. Nada muito aprofundado, um pouco mais puxado pros sopros e as latas, eu queria achar um ali que entendesse de cordas, umzinho que respeitava o sagrado violoncelo, mas nadinha. Tudo vidrado na tradição do latão com o trio que a Big Easy perpetuou como a verdadeira música americana. Isso me cansa também, entendo só da teoria dos latões, não da espiritualidade. Pra tocar um trompete, um sax, uma tuba tem que ter a alma grudada na porra do latão, como uma parte do teu pulmão ali arfando, é essa a filosofia dos mais velhos. A única coisa que consigo sentir isso é com um cello no meio das pernas.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

[contos] I ain't leaving

Com prometido há 1 semana atrás - e minha cabeça nem lembrou desse detalhe - a nova fanfiction que ando montando aos poucos.

I ain't leaving (3766 words) by brmorgan
Chapters: [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] /?
Fandom: Original Work
Rating: Mature
Warnings: No Archive Warnings Apply
Additional Tags: Original Character(s), Nova Orleans, Fluff and Smut, Brasil - Freeform, Português Brasileiro
Summary: Sarah escapou por pouco da tempestade que inundou Nova Orleans (EUA) em 2006, já Cassandra tenta ajudar a família que perdeu tudo no furacão em Xanxerê (Brasil). Recebendo a visita inesperada da mãe de Cassandra, as duas são obrigadas a enfrentarem os dilemas de eventos tão parecidos em suas vidas.
Disclaimer: Conteúdo da história pode ser fofuxo, meigo, mas algumas partes NÃO são apropriadas para menores de 18 conforme as tabelinhas de classificação indicativa de filmes/seriados/livros e tudo mais. Então já sabe, foram avisadxs!



segunda-feira, 27 de julho de 2015

e enquanto o modem não funcionava

Então isso aconteceu enquanto o meu modem estava batendo um papo com o Barqueiro e não tive receio algum em postar uma história tão normal assim desse tipo. Talvez era o que eu precisava antes de voltar aos projetos extensos - sinceramente já tou perdendo a paciência com o que idealizo e o que realmente foi para o papel, é frustrante!

Essa história foi meio que mastigada enquanto estava dando uma revisada em um velho conto meu chamado Felicidade Adormecida - já devo ter mencionado ele aqui antes - e havia um bloco de notas com os "what ifs" ou "e se" de como a história iria pra frente, mas essa era a pegadinha do conto todo, ele não ia ter final e ficaria pela metade não devido a minha autoflagelação em não terminar, mas de estar comprometida em fazer a personagem principal ter essa interrupção de narrativa, seja lá qual fosse. A Sarah já passeou como secundária em algumas histórias minhas, tanto com a Jojo Ulhoa (A médica-legista hipocondríaca?), tanto em alguns cenários de RPG e afins, ela sempre volta porque está ligada a um fato interessante de se pesquisar - ainda mais minha experiência nada feliz com os derivados do que ela tomava.

Três coisas a se destacar aqui: 1 - Furacão Katrina e em Xanxerê - 2 - Heroína - 3 - Sotaque Sulista.

Foi como juntar todos os ingredientes de dramallama que mais gosto em fics lotadas de angst e jogar aqui. Só espero conseguir ir escrevendo de boas, pelo menos um capítulo por semana, então...


Depois faço uma postagem a parte com a história anexada aqui. Por enquanto é esse trem aí embaixo.

===xxx===

I ain't leaving (3766 words) by brmorgan
Chapters: 1/?
Fandom: Original Work
Rating: Mature
Warnings: No Archive Warnings Apply
Additional Tags: Original Character(s), Nova Orleans, Fluff and Smut, Brasil - Freeform
Summary: Sarah escapou por pouco da tempestade que inundou Nova Orleans (EUA) em 2006, já Cassandra tenta ajudar a família que perdeu tudo no furacão em Xanxerê (Brasil). Recebendo a visita inesperada da mãe de Cassandra, as duas são obrigadas a enfrentarem os dilemas de eventos tão parecidos em suas vidas.
Disclaimer: Conteúdo da história pode ser fofuxo, meigo, mas algumas partes NÃO são apropriadas para menores de 18 conforme as tabelinhas de classificação indicativa de filmes/seriados/livros e tudo mais. Então já sabe, foram avisadxs!

segunda-feira, 18 de maio de 2015

[contos] cobertas e regras - NSFW

Título: Cobertas e regras (por BRMorgado)
Cenário: Original/Cotidiano.
Classificação: 18 anos. (Cenas insinuantes entre mulheres, f/f, menções de BDSM).
Tamanho: 1407 palavras.
Status: Completa.
Resumo: Algumas regras são acertadas entre as cobertas.
Disclaimer: Conteúdo abaixo do link NÃO É apropriado para menores de 18 conforme as tabelinhas de classificação indicativa de filmes/seriados/livros e tudo mais. Então se não gosta dos temas acima, esqueça, vá ler outra coisa, pule de postagem. Não me culpe de corromper vossa mente ou que fui uma má influência


(Voltando a escrever algumas coisinhas, isso é um bom sinal...)


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

[conto] arrumando o quarto


Título: Arrumando a cama (por @_brmorgan)
Cenário: Original/Cotidiano.
Classificação: 18 anos. (Angst & sorta of Pain, como sempre, um bocadim de insinuações, linguagem inapropriada).
Tamanho: 2.552 palavras
Status: Completa.
Resumo: Diálogo simples ao se arrumar uma cama.
N/A: Fui embalada pelas vibes Nova Orleans e aproveitei o cenário que já tenho (Felicidade Adormecida, em breve um link prestável) para colocar essa pequena peça de diálogo.

===xxx===
A festa de "reinauguração" foi um sucesso.
Bem se sucesso pudesse ser descrito como um bocado de gente entulhada no andar debaixo, com música improvisada com qualquer coisa que estivesse a disposição, então sim: a festa foi um sucesso.

Motivos para chorar todo mundo tem, para sorrir bastava ter essa turma por perto. No meu caso para me lembrar que eu poderia viver mais um dia debaixo daquele teto sem ter um ataque de pânico fodido e me atirar da ponte da interestadual pra terminar de logo de vez com essa vida de merda que vivia.

(Bem, se pensar melhor, todos nós vivíamos uma vida de merda, sem exceção.)

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