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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

mood pro resto da semana

Já tô vendo como vai ser até o final das provas...



Tô bem de baixo prá poder subir
Tô bem de cima prá poder cair
Tô dividindo prá poder sobrar
Desperdiçando prá poder faltar
Devagarinho prá poder caber
Bem de leve prá não perdoar
Tô estudando prá saber ignorar
Eu tô aqui comendo para vomitar

Tô te explicando
Prá te confundir
Tô te confundindo
Prá te esclarecer
Tô iluminado
Prá poder cegar
Tô ficando cego
Prá poder guiar

Devagarinho prá poder rasgar
Olho fechado prá te ver melhor
Com alegria prá poder chorar
Desesperado prá ter paciência
Carinhoso prá poder ferir
Lentamente prá não atrasar
Atrás da vida prá poder morrer
Eu tô me despedindo prá poder voltar

sábado, 15 de agosto de 2015

faxina do sábado

Post embalado por mulheres sofredoras cantando folk americana...

Tirar um tempinho para mim mesma parece um luxo que ando adiando desde ano passado em um ritmo nada saudável. Assim como qualquer ser humano teimoso, só recebo o aviso quando tá já na cara e ferrando com tudo - porque eu não quero ver, não preciso ver - logo parar, respirar, planejar as coisas é impossível quando a batata tá pelando na minha mão.

A dorzinha chata no pé voltou, apenas dando um alerta que o meu relaxamento quanto a prevenção de qualquer outra coisa pior foi ao máximo, sem conseguir dormir direito com os picos de dor ao virar para um lado errado me fez ter que pedir penico e ir pra codeína (yey não, horrível). Ao ser vencida pelo cansaço e o efeito do remédio, acordei num humor do cão.

Percebo um padrão aí: eu acordo puta da cara, quero morder alguém na jugular, desconto minha frustração por não cometer tentativa de homicídio em limpeza e acabou que deu um daqueles chiliques inspiradores para resolver um problema chato de espaço aqui na sala, sem café da manhã e um almoço às 15h resolvi a minha vida caseira em um ataque de limpeza básico, colocando tudo que queria no lugar e inventando moda. O trem até que saiu do jeito que eu esperava:

Como se livrar de um estrado que a cama não aguenta mais?! Facim, facim!
Esse foi o resultado parcial, pois algo pinicou no fundo do cérebro e me lembrou que sou uma beeeeeeesha cheia dos balangandãs - mal de família, juro! - logo ter coisas agregadas na estante improvisada teria que ser arranjado e logo. Peguei tudo que tava escondido nos armários agora esvaziados e fui pregando até dar aquele efeito de bagunça organizada de livreiro antigo. Até então Walter não cismou em subir em lugar algum e me poupou de me preocupar com alguma possibilidade de escalar os livros.

Sobrou o espaço que eu queria, ficou bem cheio das firulinhas que adoro e senti o humor melhorar drasticamente. Já no final da tarde estava saltitante, mas completamente dolorida de todas as manieras possíveis (Menos o pé machucado, esse é o último a dar sinal de vida), sentar e ver o resultado me deu aquela sensação de "lar, doce lar", tava demorando para chegar essa familiaridade.

Prestar atenção em algumas coisinhas me fez rever uns conceitos, isso é sempre bom quando vem com aprendizado silencioso. Ficar sozinha por muito tempo às vezes me é necessário, só assim que consigo colocar alguma ordem direta nos meus objetivos e no que devo fazer no futuro, o bom é que as pessoas com quem eu convivo sabem desse lado meu de querer entrar na conchinha e ficar lá dentro arrumando tudinho antes de sair... Agradeço demais por elas terem essa paciência de Jó pra me aguentar no grumpy-cat-mood e no anxious-party-hard

Walter photobombed!

A bagunça organizada começa a ter seu charminho... 
Vou tentar ir juntando mais tranqueiras pra enfeitar, pois quero deixar a sala com uma cara de loja de quinquilharias falida de Nova Orleans/Dublin. Próximo passo será dar um jeito na montoeira de roupa para lavar acumulada da semana - e o probleminha de pulguinhas do Sr. Zé Bunitoso.

Levou cerca de 3 anos pra me acostumar com esse lugar que resolvi chamar de meu, só agora que tá pegando no tranco, vai entender...

terça-feira, 28 de julho de 2015

Bibliotequices - 14k lá em Veranópolis (RS)

Peralá que tem fundamento!!
Estreando uma sessão que já deveria estar aqui faz tempo, já que a quantidade de absurdos que vejo dentro da Biblioteconomia está ultrapassando os limites do aceitável para nós, cultistas de Cthulhu. A incoerência é tanta que creio que devemos acrescentar mais um dado de Pontos de Babaquice com os de Sanidade.

Então a Bibliotequices será um espaço bem raso nesse poço de desinformação que nos permeia na sociedade moderna com as babaquices cometidas por diversos agentes ligados a essa linda e maravilhosa e suprema profissão que decidi canalizar dentro desse meu coraçãozinho rude, sarcástico e extremamente crítico.

O motivo de tanta revolta (Sim, tenho esse direito, caso não saibam, estou me formando pra ser um deles e definitivamente a única coisa que quero fazer com a Tecnocracia, é dinheiro).
A notícia foi essa aí embaixo.





Então, eu odeio quando isso acontece. De com força (sic).
Já trabalhei em ONG e sei como é uma politicagem ferrada para cargos, contratações e terceirizados, sei como é estar nos bastidores, esperando vir a verba de algum lugar milagroso not so milagroso hello para manter as coisas funcionando e estar pelo menos dando o básico de serviços para a população que precisa da ONG. E acreditem, é gente como a gente, sua vizinha, vizinho, a tia/tio prima/primo do seu amigo/amiga da esquina do bar do seu Bartolomeu. É tipo que nem eu e você, que talvez antes de ter entrado no curso de Biblioteconomia ou faculdade que fosse e nem tivesse onde ir para saber que raios o que uma biblioteca poderia oferecer. Talvez você soubesse, mas hey! Sabe a tia/tio do vizinho/vizinha do primo/prima do Zé Botinha? Pois é, esse/essa não sabe e é pra isso que bibliotecas comunitárias servem: para democratizar a leitura em lugares onde o poder público não chega ou não tem o mínimo interesse de chegar. Ou seja, tapar buraco da ineficiência do Estado.
Aí temos a Lei Federal linda que impõe que em qualquer unidade de informação DEVE haver um profissional bibliotecário para administrar - nos limites estabelecidos e pormenores e tralalalala lelelê, mais de 5 mil título? Menos de 8 mil? Tem isso, tem aquilo? Tem estantes? Tem sala de estudos? Oh que chique tem uma televisão velha com um video-cassete capengando? Que maravilha! Esquece que tem gente, ser humano, homo sapiens, circulando pelo local, não importa se os pormenores não forem atendidos sumariamente, esquece desse detalhe menor que o pormenor, esquece...
Ótimo, leis são legais! Leis são sensacionais! Mas aí tem um Conselho que fiscaliza, certo? O nosso é da região 14, CRB, supervisionado pelo CFB, o Conselho Federal, hierarquia faz parte do pacote. Tem que haver alguém pra estar de olho se a lei está sendo cumprida. 

É um país democrático, tem que haver um órgão específico para tratar disso com responsabilidade, imparcialidade e a missão de fazer a sociedade entender que "Hey, sabe por que toda biblioteca deve conter um bibliotecário dentro dela? Porque eles são preparados por anos para fazerem isso tudo funcionar direitinho. Yep, isso mesmo: um profissional especializado em disseminar informação e atender gente, seres humanos, homo sapiens com uma devoção tão exótica que a gente fica até com medo de divulgar muito sobre isso." - e sabe por que tem que ter o Conselho pra verificar se a lei tá sendo cumprida? Porque secretamente há um plano de se educar melhor as pessoas no nosso país sobre a importância da leitura como forte instrumento para construção da cidadania e direitos básicos de convivência social. Tipo, algo muito, muito, super secreto, muitos desconhecem, pessoas deveriam saber, oh se deveriam... E supostamente é tarefa do Conselho se certificar disso. Senão não haveria fiscalização se a Lei fosse absoluta e cumprida e tudo mais...
(Deu para entender como as coisas funcionam num espiral aqui nos esquemas? Okay, continuando...)

Eu gosto disso aqui [x] , desse trem aqui também [x] e rio bastante com essa aqui [x], sempre bom voltar e ler de cabo a rabo pra entender como esse po(l)vo consegue ser altamente incoerente.

(TL;DR - desabafos momentâneos, porque às vezes é preciso)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

[dica de site] Ship Your Enemies Glitter - faaaaaabuloso!

Totalmente aprovo!
Encomendando várias e várias vezes pra girar e girar e girar lá na Floresta das Trevas!



Fonte [x]

Pelos módicos $9,99 de dólares australianos (R$ 21,27 no total), com pagamento pelo PayPal, você pode se vingar de qualquer pessoa no mundo com essa simples e fabulosa tática passiva-agressiva: uma carta recheada de glitter com uma nota dizendo algo realmente estúpido.

O mais legal de tudo é o FAQ do site Ship Your Enemies Glitter, no qual está escrito explicitamente o porquê de tal punição purpurinada:

Página do FAQ totalmente zoada /lolhackadmin ;]


Não sei se realmente funciona, mas é algo a se deliberar com calma. Não há nada mais contraditório em planejar uma tortura tão demorada e planejada do que enviar glitter para seus inimigos e vê-los fracassarem por anos e anos a fio para tentar tirar qualquer resquício do material dos cantos, frestas e qualquer lugar.

E essa foi a lição bonita de hoje, quiançada!
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