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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Joss Whedon e a confusão emocional


Acho que a função social de Joss Whedon no universo nerd é de confundir todos emocionalmente. Não tem como terminar de ver Dr. Horrible e não cair no choro, e querer dar parabéns ao Billy por conseguir ser o vilão que queria, ou ver Dollhouse e ter a Drª Saunders descobrindo que é uma doll e você se sentir aliviado com isso, mas perturbado com o desenrolar psicológico, ou a Buffy esfaqueando a Faith, mesmo depois de OBVIAMENTE as duas entrarem em um acordo silencioso que são conectadas pelo Destino, ou só sorrir triunfante com um suspiro de alívio porque Wash conseguiu pousar a Serenity sem nenhum dano feio e vê-lo ganhar uma estaca Reaver no meio do peito pra morrer ali, no silêncio das palavras do lindo poeminha que ele sempre recitava, ou ver sofridamente 2 episódios da Fred lutando para não morrer de gripe ancestral e do nada, DO NADA aparece um ser azulado na forma dela com o nome de Illyria (Inspirada no Cthulhu btw) e começar a ownar tudo e não querer chorar/gritar Halleluja/ficar wtfwtfwtfisgoingon!

Não tem como odiar os vilões, não tem como adorar os mocinhos, não tem razão para não gostar de um personagem em especial, não tem como não deixar de notar um personagem secundário dar valor a obra inteira, não tem como não ficar dividido em cada episódio de seriado/filme/musical que ele produz e escreve, não há como não ficar emocionalmente confuso após ver qualquer coisa de Joss Whedon.

E isso é storytelling, dudes. Isso é a real forma de se contar histórias.
In Whedon we trust, we praise too.
(E eu quero ser como ele quando crescer, oooooh por favor, deixa eu ser!!)

domingo, 15 de janeiro de 2012

Momentos de reflexão com Faith Lehane - Buffy The Vampire Slayer

[originalmente postado em 19 de março de 2009 às 17:42]

Esse é meu review sobre a personagem Faith Lehane dos seriados Buffy the Vampire Slayer e Angel.

Ela em Buffy - tVS - é um tanto redundante. Óbvia, eu não diria, mas repetitiva, mas como deveria ser alguém que tem sérios problemas psicológicos como ela. A agressão e a raiva estão lá, mas veladas pela simpatia do Grupo Scoobie e principalmente pela a tão notória Caçadora loira.
Ela tenta de tudo para manter a Faith na "normalidade", às vezes dá umas foras fenomenais, mas faz parte quando você não entende bem o que se passa na cabeça da pessoa que supostamente, em teoria, deveria ser igual a você.

Aí vem tudo de uma vez só e quando menos percebemos, lá está a Faith pedindo a vaga do Mr. Trick.
Para mim não foi um choque, mas como um alívio.
Todo mundo tem que conhecer o fundo do poço pra poder se reerguer.

Eu prefiro ela em Angel, sinceramente. O jeito dela é mais selvagem e terrivelmente insano. Ela age sem limites e não se importa com as conseqüências (Coisa que a Buffy tem neurose aguda o tempo todo!). O que mais me cativou foi a falta de valorização que ela dava a si mesma em Angel. Em Buffy víamos ela como a Bitch-Slayer, a garota que todo mundo quer ficar por perto, a contadora de histórias (Outra coisa que achei muito fofo da parte dela e psicológicamente correto pra quem viveu a infância cercada de solidão e um demônio-vingativo como amiga imaginária O__o), a femme-fatale que conquistava todos os garotos (E se meus sonhos perversos estiverem conectados com milhões de fangirls, isso foi com a Buffy também). Já em Angel ela quer se divertir, bater nos outros e pede ao Angel pra terminar logo com a vida dela.
Simples assim.

Acho que foi a única atitude interessante na vida/morte chata do Angel.

Dollhouse - 1ª Temporada

[originalmente postado em 16 de março de 2009]

[Edit - enxertos de posts sobre Dollhouse]

Eu já achava o Joss Whedon um cara muito nerd. depois de ver Dollhouse – 3 primeiros episódios – tive a certeza que ele é REALMENTE o nerd-mor fanfiqueiro. Ele sabe como construir um thriller de ação, como manter a história equilibrada entre suspense/ação/romance/mistério, sabe como extrair tudo dos personagens sem exceção e poxa vida, Eliza Dushku? Whoooooa!

O que mais me impressionou nem foi ela fazendo 64372993 papéis para satisfazer os “compromissos” da Dollhouse, mas sim a Amy Acker aka já foi a Fred de Angel, ou Doutora Claire Saunders. Ela é misteriosa, silenciosa e machucada, literalmente. Ela era tão meiguinha como a Fred em Angel, mas espero muitas surpresas para ela.

Gostei do enredo – ooooh temos uma super-agencia super secreta que faz de pessoas comuns em super agentes e depois apagamos as memórias delas com um super computador!! – e dos diálogos. Como já disse, nada desperdiçado.

Dia Histórico na Nerdice Suprema

[originalmente postado em 12/07/11 22:32]

Como o meu léxico foi lavrado pelo entusiasmo crescente das obras-primas de Joss Whedon, apenas digo que hoje foi o dia Histórico para a minha vidinha nérdica. Vi pela primeira vez Dr.Horrible Sing-along Blog.

E tive uma ótima tarde ao lado da incrível Max Summers (Ou Dani Figueiredo como muitos mortais a conhecem) - vendo The Guild 4ª temporada, Legend of Neil e tendo ataques de fangirling de diversas espécies.

O melhor de tudo foi saber que a @maxsummers foi tragada pelo Universo Azerothiano e está se enterrando no WoW novamente. Perdoo a parte de ser da Alliance, Gnome e Mage. Tudo bem, tudo bem, ela não gostou de saber que eu seria Alliance no Universo de Firefly. Browcoats jamais entenderão a diversão extra que se tem do Lado Hands of Blue do ‘Verse.

E ganhei um leprechaun de brinde! Nome pro carinha? Oscar… É vocês já sabem do que estou falando hehehe.

Meus olhos estão me matando hoje.