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sábado, 28 de novembro de 2015

sonhos estranhos com detalhes - ultimato de personagens favoritos

[Esse post é para eu me lembrar que preciso levar mais a sério a escrita literária. O Projeto Feérico tá parado faz tempos e não continuo por pura distração, procrastinação, medo ou sei lá o quê]

Fazia tempos que não sonhava com a Ângela Maricotinha da Silva Sauro dando pitaco nos meus sonhos, acho que meu cérebro foi induzido pelo excesso de adrenalina de ontem com o cd novo do The Corrs.

A criaturinha vestida como um acidente de carro estava comendo na minha cozinha (óbvio) e fazendo alguma coisa no meu celular, mas acho que era o celular dela, mas parecia com o meu, sei que saí do quarto e perguntei pra ela se queria café e talz - coisa de anfitriã nada organizada como eu faço - e aí ela emendou que já tinha feito e tava esperando o ônibus para voltar pra casa.

Até aí tudo bem, dá para se relevar um sonho sendo comum com algo do cotidiano acontecendo - não que eu vá ter gente na minha casa todos os dias, muito difícil - mas aí ela mastigou o biscoito que tava na mão e terminou de escrever algo no celular e me olhou. O diálogo a seguir foi feito em um inglês confuso com sotaque redneck e com um certo tom histérico vindo de minha parte.

Bem, a Angie disse que tava morta (???) eu entrei em modo WTF NÃO A MINHA PERSONAGEM FAVORITA!!!, mas ela me acalmou dizendo que sempre foi assim, meu costume de matar os protagonistas tinha que se perpetuar. Aí barganhei dizendo que matava qualquer outra pessoa, todo mundo se necessário, não ela, mas ela falou que não havia happie ending para essa história (Da onde ela tirou isso, pelamor?! Vai ser um livro infanto-juvenil, por que não tem final feliz?!) e eu neguei de novo e ela disse que eu disse isso, repliquei que não, ela disse que sim, que eu tinha pensado nisso a semana inteira, mas ela podia voltar nos flashbacks. Mas aí eu disse que se ela morresse a história toda perdia o sentido, que não tinha como continuar, que Dr. Horrible não precisa ser levado ao pé da letra em certas narrativas e ela me abraçou do nada e bateu de leve na minha cabeça e respondeu apenas: "Cause I told ya so." 

E foi embora, me deixando no meio da sala pensando WTF a minha personagem de RPG e futuro talvez-bem-mais-lá-na-frente livro me dar um ultimato que ela morreria na história.
Why Angie, why fucking why?!
Se veio para me dar um empurrãozinho pra escrever, não precisava vir de sopetão, oras!

Ps: Sim, vou voltar a escrever, beeeesha drástica, mas só depois de terminar de ver Lost Girl.
Ps²: Se algum outro personagem meu aparecer em sonho pra dar o sermão que preciso voltar pro meu ofício primário, VAI GANHAR A VAGA DA ANGIE!! (a.k.a. mato sem dó).


[Edit] Pensando bem, com essa mudança de plot dá pra encaixar a desculpa do Devorador de Sonhos... Hmmmmmmmmmmmmmmm... Well done little redneck...

quinta-feira, 2 de julho de 2015

[videos] CODA - animação irlandesa

Não, não sou eu final de semestre, é o protagonista de CODA
Desde que conheci o cenário de Mago, os Adeptos da Virtualidade sempre foram meus favoritos - dããããn hello? - mas uma Tradição que me chamava atenção demais era o Eutanatos (O plural é assim? Espero que sim).

Toda a questão da Roda, do começo, meio e fim, renovação, retribuição, karma, darma, tudo isso me interessou desde muito cedo e é difícil ver cinema ou tv ou jogo tratando o assunto Morte com a devida sensibilidade. O pavor que temos da Primeira parece estar enraizado no nosso DNA desde os primórdios, os avanços de pesquisa que já fiz sobre o assunto nas diversas faces que a Humanidade A coloca parece ser muito... intimidadores.

Tem um rapaz lá no interior de São Paulo que escreveu um conto extremamente emocionante sobre o encontro com a Dona Muerte, e que por muito tempo me fez deliberar como a ironia da Sua existência começa quando termina. O primeiro encontro vai ser o último e guess what? Será o mais íntimo encontro que teremos algum dia. Infelizmente o Blog dele saiu do ar e não consegui recuperar o link (Vou lá encher o saco dele e pedir pra publicar em algum lugar, k?).

Aí pelas interwebs da vida, encontrei isso na timeline do grupo de Mago o Ascensorista¹ no Facebook e achei divino... Oh peraê, não divino, mas assim... tipo... algo parecido.




A animação se chama CODA - Santo Google explica - foi produzida na Irlanda, foi mencionada no Oscar desse ano (Mas nada muito sério) e tem a dublagem de Brian Gleeson (Filho do Brendan "Olho Tonto Moody" Gleeson) e Orla Fitzgerald (Tia, sua voz é linda!!). A produção tem como personagem principal uma alma perdida por aí que tenta barganhar com a Dona Morte pra não ir ver a luz branca e talz. Achei incrivelmente bem feita devido a pureza da mensagem... Vai ver, não vou dar spoilers...

A última vez que sonhei com a Maria Maricotinha Ângela dos Feéricos era algo parecido (!!!), só que numa calmaria danada com a mochilinha rosa e de triciclo. Estranho ver como alguns sinais na vida e nos sonhos podem nos levar para outros cantos inimagináveis...

¹ Essa piadinha infame nunca fica velha...

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

[conto] ode ao desmemoriado sonhar


Tão cansada desses pesadelos.
Cansada pra caralho.

Dá para manter a concentração depois dessa? Sonhar no loop de imagens que NÃO se precisa realmente relembrar. Bem que poderiam inventar aquela pílula de dissolver memória, não me importaria nem um pouco em tomar um pote inteiro e esperar ficar babando em algum canto por aí.

Tão estressada.

Às vezes eles vêm, como sonhos comuns, diários, triviais, disfarçados daquele arzinho de que são inofensivos e então quase no final, BAM! uma palavra, um som, um cheiro, um registro detalhado de cada falha efetuada na sua miserável vida.

É assim que tem que ser, criança. Fez aqui, se paga aqui.
Bobagem do cacete.

Não vim pra pagar coisa alguma, vim pra aprender.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

e no universo paralelo de Feéricos...


Maria Ev'Ângela Maricotinha seria assim, uma menina responsável.
(Olha só o detalhinho na roupinha fofa <3)

Source: [Ksenia Solo - Cliché Magazine]

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

baladééénha no 1007: e o feeling de hoje

Sim, fui em uma balada classic rock/alt rock.
Já choveu tudo que tinha que chover dias atrás, então acho que não tem como cair canivete, ou sapos, ou nevar. Sim, apreciei cada momento. Não, não irei repetir a dose pra hoje ou daqui há 1 mês, no mínimo. Post com mais detalhes absurdos de estudos sociológicos mais tarde.
(Ainda tenho que fazer uma porção de coisa no Mundo Real e o pescoço mole de headbangear não tá ajudando)

O feeling de hoje é traduzido em:

ONTEM EU ESTAVA:


HOJE COMO EU ESTOU:


COMO EU QUERIA TER FICADO (ESPECIFICAMENTE) CANSADA:


COMO ESTÁ MEU RELACIONAMENTO COM A MINHA CAMA:


MAS O MUNDO REAL PEDIU PRA:



Recado para posteridade: José Cuervo Gold não! Pega a Prata que a lucidez continua boa...

===xxx===

E esse gif é extra por que ela falou "Holy Potato", Kenzilla is PURE AWESOME <3


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Revista Pacheco: Café Literário: Testamento de Uma Mendiga

Revista Pacheco: Café Literário: Testamento de Uma Mendiga: Aos meus pais, deixo meu desprezo, tamanha é minha revolta pelo abandono; Para as madames de nariz fino, deixo o odor de minha carne a de...

Esse conto é um #AngieFeelings do dia.
O Roe Mesquita foi uma criatura linda que conheci na FIQ de 2011, com uma cabeça feita tão boa e mente aberta tão expansiva que não há o que comentar aqui o quanto ele é FODA no que faz.
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