Pesquisando

Mostrando postagens com marcador musiK. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador musiK. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Patrono Bowie: para sempre seja louvado

[Texto integral originalmente publicado no site Nerdivinas.com no dia 11 de abril de 2013]

O camaleão da música, o revolucionário do Glam Rock, o alien marciano, o garoto de Berlim, o David Bowie!

O maravilhoso artista de diversas faces e fases está de volta com seu novo álbum The Next Day, mostrando que não perdeu o encanto e a magia dos anos anteriores. Lançado no começo de fevereiro, The Next Day, traz um conjunto de baladas compostas na medida certa que Bowie pode fazer. Os flertes com a música eletrônica continuam, mas não tão intensos quanto seus últimos álbuns de estúdio Heathen (2002) e Reality (2003). Dez anos depois, o puro rock mesclado com o jazz e umas pitadas de modernismo fazem parte de The Next Day, sendo que sua campanha de lançamento foi altamente compartilhada nas Redes Sociais para a escolha da capa (e sub-capas) do CD.

O primeiro single, Where are we now? é uma balada melancólica com um vídeo dirigido por Tony Oursler seguindo um padrão que os fãs do Bowie já estão acostumados, a esquisitice cinematográfica.

 
Já o single lançado há algumas semanas atrás, Stars (Are out tonight), foi dirigido por Floria Sigismondi em formato de filme estrelando a atriz Tilda Swinton (a impecável Feiticeira Branca de Crônicas de Nárnia e Gabriel de Constantine) sobre um casal de meia idade atormentado por fantasmas do passado.

terça-feira, 16 de abril de 2013

breve momento de interlúdio entre um poço e outro




Are you sleeping? Still dreaming? Still drifting off alone.
I'm not leaving with this feeling, so you'd better best be told
And how in the world did you come to be such a lazy love?

It's so simple, and fitting the path that you are on
We're not talking, there's no secrets, there's just a note that you have gone
And all that you've ever owned is packed in the hall to go

And how am I supposed to live without you?
A wrong word said in anger and you were gone

I'm not listening for signals, it's all dust now on the shelf
Are you still working? Still counting? Still buried in yourself?
And how in the world did we come to have such an absent love?

And how am I supposed to live without you?
A wrong word said in anger and you were gone
And how am I supposed to live without anyone?

And how in the world did you come to be such a lazy love?
And where did you go?

sexta-feira, 15 de março de 2013

Mademoiselle K - Célula Showcase



A Aliança Francesa (Que pelo jeito deve farmar em Goldshire e fazer raid em cima do Hogger...) está realizando um evento ótimo para quem quer conhecer música diferente na lingua mais sedutora do mundo. Uma maratona de shows com a banda indie Mademoiselle K deu as caras aqui em Florianópolis e fui dar uma olhada no som deles. Não sabia de nada, ouvi apenas um preview de uma das músicas do álbum novo no site e só.

É indie, é rock, tem pegada punk, mas dude, é francês. Tem o quê francês. Aquela coisa que não sabemos o que é, mas está lá, mesmo se a vocalista - ótima presença de palco da mlle. Katerine Gierak - está gritando fuck yaaaaaaah!!

Eles já passaram por aqui pelo Brasil diversas vezes - incluindo Belo Horizonte - e na platéia havia pessoas cantarolando animadas as músicas (E gritando por algumas músicas também). A experiência de estar em pocketshow (Eles tocaram mais ou menos 50 minutos) em uma língua que não entendo nada, é engraçado. Primeiro porque você acaba se ligando mais na melodia do que na letra - não ia entender nada mesmo - e depois que a banda era um quarteto muito curioso. As influências (pelo que pesquisei) são de bandas mais old school do rock, mas senti umas vibes de Muse, e britpop ali. I dunno, vocês sabem como são os franceses com os ingleses (Vide Monty Python)...

quinta-feira, 14 de março de 2013

Nerd vídeo - Lindsey Stirling

[Texto originalmente produzido e publicado para o blog Nerdivinas no dia 23 de fevereiro de 2013. Reprodução total do conteúdo com permissão da autora]


Mais outro post musical, já que estamos no embalo de músicos nerds e geekies!

Quem ainda não conhece Lindsey Stirling, não sabe o que está perdendo!
Em meados de 2010 uma garota baixinha, de sorriso largo, grandes olhos azuis entrou no palco do reality show America's got Talent e impressionou jurados e espectadores ao fundir música pop e rap com arranjos em seu violino clássico. Partindo dessa premissa, Lindsey começou sua carreira como a violinista hip-hop de performance impressionante.

O estilo de Lindsey chama atenção por ter a capacidade única de tocar violino e dançar balé ao mesmo tempo! Em todos seus vídeos ela mostra as suas habilidades musicais unidas com uma harmonia invejável. Assim como todas as crianças prodígio, a garota começou a tocar violino aos 5 anos de idade e manteve sua educação musical desde então, misturando elementos de dubstep, música clássica, hip-hop, pop e rock em seus arranjos musicais.





Seu canal no YouTube se tornou popular por fazer versões de trilhas sonoras conhecidas, como a dos filmes Senhor dos Anéis e Missão Impossível (colaboração com o grupo The Piano Guys), o seriado Game of Thrones, os games The Legend of Zelda, Skyrim e Assassin's Creed e uma versão rock do tema principal da peça teatral Fantasma da Ópera. No começo do ano foi chamada pela Ubisoft para encenar umas das músicas que podem ser escolhidas pelos jogadores no dancing game Just dance 4. O vlogger Freddiew em seu site Rocket Jump a chamou para participar de um projeto curioso: Legend of Zelda - the Pot Smasher (Vide vídeo abaixo).




Seu 1º álbum - Lindsey Stirling - foi lançado há pouco tempo (setembro de 2012) e contém apenas músicas inéditas. Atualmente está em tour pelos Estados Unidos. Para mais informações sobre ela, visite o canal do YouTube e deixe a playlist tocando!

domingo, 19 de agosto de 2012

De Opheliac para Fight Like a Girl.


Edit: Apagando novamente o 7º rascunho para poder ser mais objetiva.
Emilie Autumn, ou Emilie Autumn Liddell, ou até Emilie Fritzges como muitos gostariam de saber, é considerada uma vanguardista em sua própria cronologia. Violinista clássica, amante da cultura Vitoriana, poetisa carregada de influências shakeasperianas, cantora lírica de timbre forte, assumidamente bipolar, artista em todas as maneiras possíveis de se entreter uma pessoa por horas e horas. Essa estadunidense de 32 anos aos poucos chamou minha atenção não pelo seu visual gothic lolita ou pela música ligada ao EBM, mas sim pela criatividade insana que permeia sua obra.

A minha saga começa com Opheliac de 2006 - que nem eu sonhava que existia Dark Cabaret e EBM - e um Universo Paralelo rascunhado em um possível livro autobiográfico intitulado The Asylum for Wayward Victorian Girls. A primeira parte da obra relatava a decadente história da rotina de um Hospital Psiquiátrico atual e sua contra parte na Era Vitoriana. Emilie aqui em nossa época, Emily lá no século 18. O que se assemelhava a própria condição em que a cantora teve que passar durante uma internação em uma Clínica Psiquiátrica após tentativa de suícidio - e aborto envolvido nessa equação - em meados de 2005.
Garotas indefesas, hospitais psiquiátricos, gênios musicais, era vitoriana e show burlesco? Algo me diz que irei me me enveredar nesse mundinho obscuro e insano que Emilie Autumn criou para escapar de seus demônios internos...

Primeiramente falar sabre a obra dela é também dar uma bicada na vida pessoal de Emilie, já que está tudo tão atrelado com as passagens do livro e as músicas. Difícil vai ser manter uma coerência na hora de explicar tudo - yep, a não-linearidade da obra é contagiosa. Quem já viu a Emilie dando entrevista sobre qualquer coisa vai entender o quanto o discurso pode ser longo, confuso, cheio de referências e muitas entrelinhas para desvendar. Para não ter momento mindfuck no post, irei me atrelar aos álbuns Opheliac (2006) e o mais novo Fight Like a Girl (2012).

sábado, 14 de janeiro de 2012

Agradeço ao Last.Fm pela graça conseguida

[originalmente postado em 22/06/11 12:34]

O LastFM tem feito milagres na minha vida. Primeiro que não saberia que existe I:Scintilla sem ele – graças ao NCIS que me indicou o Collide que me indicou a similaridade de estilo com o I:S – e então vasculhando mais sobre o I:S (fangirling a B.Bindrim) já estava marcado a Discografia do Projeto Ayria o que me pareceu ser bem parecido com a banda alemã Pzychobitch e um pouco da batida de Helalyn Flowers.




Então lá vai com Ayria e ver o que se passa.

Na primeira impressão parecia ser algo ahn… muito cutch cutch, e a gente acaba se enganando com a roupa de gothic lolita definitivamente, mas a vocalista Jennifer Parkin vai de um vozeirão grave para um leve sussurro na mesma música. I like it! Destaque para o albúm Hearts For Bullets que é o carro-chefe do trabalho deles. Sem guitarras agressivas, muita parafernália tecnológica, muitos sintetizadores, sinto-me nos anos 90 agressivos xDDD

Só uma dúvida: Tem uma versão de Terrible Lie do Nine Inch Nails que o I:S faz cover em um show em Illinois e pela descrição do site onde eu peguei parece ser a Jennifer a 1ª voz na música o______________O nada confirmado pelo uploader, mas a música é awesum.




Já o The Birthday Massacre foi de pura sorte mesmo, cliquei porque achei que era o Lacuna CoilI know, FAIL mee – e whooooooa!! Eles são mais sinfônicos que o LC e mais metaaaal que Evanescence. E extremamente gótico.

Agradecendo também ao Blog Trip Hop X por propagar diversos grupos citados no post. Esse post é mazomeno, estou ainda escutando os álbuns quando dá tempo por aqui. Algo me diz que vou acabar estourando meus tímpanos de vez agora.

Banana Boat Song - Harry Belafonte

[originalmente postado em 14/06/11 19:02]



O nome do incrível cantor é Harry Belafonte e o nome da música é "Banana Boat Song".


Essa obra prima – Os Fantasmas se Divertem de Tim Burton – passava no Glitz* (Extinto e massacrado Animax) ontem à noite e virou motivo de festa aqui em casa. Além da música e da dancinha, percebemos o quanto essa música gruda na cabeça e não sai mais. MESMO!! Então cuidado ao escutar, pode ficar forévis em looping no seu HD interno.

Como preza as regulamentações brasileiras de títulos NADA a ver com o original, percebe-se também que a letra da tradução estava mais do que alterada no canal do que nesse vídeo – conforme o uploader informa na descrição, a tradução foi feita no MovieMaker, logo…

Mas peralá! Aquele negócio do Beetle Juice casar com a Lydia no final do filme? Isso tem nome, viu?

Quando Wynona Rider não era cleptomaníaca, quando toda a inocência de um filme de terror/comédia ainda nos fazia sorrir e apreciar a vida, quando possessões fantasmagóricas pareciam ser divertidas, quando ter um cara “exorcista” de pessoas vivas parecia ser legal! Segue o link e tenha uma boa semana com Tim Burton.

Nostalgia dos meus 7 anos - Ace of Base

Quando eu tinha uns 7 anos eu ainda morava em Capoeiras, na rua Thiago da Fonseca, sabia escrever meu nome, soltar pipa, sabia a escalação do time do Botafogo todo, sabia o placar de medalhas das Olimpíadas de Atlanta (1992) e tinha uma irmã 6 anos mais velha que só escutava poperô – ou Eurodance como é chamada.

Todo mundo na rua era mais velho que eu, sem exceção, então eu meio que era a sombra da minha irmã por um tempo. Ela escutava muito Ace of Base, muito mesmo, escrevia o nome da banda em tudo quanto era lugar e vandalizou um guarda-roupa que sobreviveu por muito tempo com corretivo e estilete e o nome da banda e outras. Eu lembro disso perfeitamente. Da música tuntuntuntiz que era o tempo todo, de não entender parcialmente o inglês, mas saber que no LP tinha a tradução.

O LP era esse aí – Happy Nation de 1992 – srsly business entrou no Guinness Book como um dos LP’s mais vendidos na história fonográfica e fazia parte da rotina lá de casa, mesmo que eu não prestasse atenção naquela época – eu preferia prestar mais atenção em Ursinhos Gummy e Tv Colosso tá?

Então resgatando a Discografia vinda na última viagem a casa de minha irmã, lembrei de cada coisa anexada ao grupo sueco que agora posso afirmar que tenho memórias de infância incluindo meus 7 anos, Ace of Base era uma delas. Acho que a primeira música ouvida foi Happy Nation mesmo e a Jovem Pan era craque em colocar a música trocentas vezes para tocar até a exaustão, All that she wants que cantei a letra sem saber naaaaaada do que se tratava por pura força do memoramento infantil, Wheel of Fortune – que eu nem lembrava que existia, mas olha só!

A minha favorita é Beautiful Life pela letrinha chimfrim, mas que eu cantava muito bem aos 7 anos para alguém que mal sabia falar português direito xDDD



Where's my mind? - Pixies

[originalmente postado em 07/06/11 20:38]

Alguém muito querido em minha vida de universitária me indicou essa banda para escutar, mesmo eu dizendo que isso induzia a alto consumo de narcóticos e drogas legalizadas. Ela rebateu que a minha cabeça já estava ferrada por causa da Lingüística e dos Relatórios de Estágio e aí caímos na Real que sim: ambas as cabeças estavam ferradas devido a essas respectivas matérias curriculares.

Obrigada a professora N. e professora F.!! Vocês ferraram os nossos cérebros com Diretivas Educacionais e aquele MALDITO Parâmetros Curriculares Nacionais – que não serve pra powha nenhuma. Obrigada obrigada obrigada!

Então… Pixies… Aí a Cléo disse pra eu escutar Pixies e eu não escutei na época, mas aí a curiosidade matou o gato e também uma porção de gente e acabei sonhando que tinha escutado Pixies. Resultado? Discografia já tocando na playlist. E Kurt Cobain era fã deles, isso é um bom ou mal sinal…? Estou voltando a ter 13 anos e meio é?

Cléo, vou te processar!!



Oh oh o Placebo fez uma cover dessa música?! OMGOMGOMG!!
*corre atrás da menininha super educadinha do Placebo*

Ps: Esse post foi altamente induzido por drogas legalizadas como Amoxicilina, Cloridato de Benzidamina e Dipirona Sódica. Prevejo uma baita duma dor de cabeça daqui a 5 minutos.

Sucker Punch - Trilha Sonora

[originalmente postado em 10/05/11 21:05]




Ver Sucker Punch rippado do cinema foi algo desastroso, mas não estragou nem um pouco o filme de temática steampunker/ação-psicológica (Se é que isso existe?!). A realização de Zack Snyder (De 300 THIS IS SPARTAAAAAA!! e Watchmen e heeeey Dawn of Dead?! WUT?!) foi de fazer um Alice no País das Maravilhas com muitos elementos da cultura steampunk somado a herança da Trilogia Matrix e os Irmãos Wachowski ou como ele mesmo falou: “Alice com metralhadoras”… Okaaaaaay, eu já desconfiava que havia armas escondidas debaixo daquele cogumelo da Lagarta…

A coisa é confusa por assim dizer, quem gosta de ação vai amar os efeitos especiais e o non-stop violence, agora quem tenta entender o que se passa realmente se perde na metade do filme.

Baby Doll – a loirinha ali chamada Emily Browning que foi a maravilhosa Violet Baudelaire de Desventuras em Série – é internada em um sanatório após cometer um crime em defesa própria. Seu padrasto inescrupuloso dá um jeitinho para que ela fique lá até apodrecer e a sentença de “morte” para a pobre garota abusada é lobotomia que será realizada em 5 dias.


Pelo menos não foi 7 dias e não envolve a Samarinha…


Para fugir da tortura psicológica diária de um sanatório dos anos 50, Baby Doll – que não tem seu nome revelado em NENHUMA parte do filme – se refugia em sua própria mente, o que inclui alucinações sobre o cotidiano onde o sanatório é um bordel (Não tão longe da verdade, hahahaha!!) e as internas são dançarinas/mulheres de vida fácil todas comandadas por uma psiquiatra, Madame Gorski e o cafetão Blue (Que no mundo “real” é o médico responsável do sanatório).

Finntroll – Under Bergets Rot

[originalmente postado em 16/04/11 23:16]

Coisas que irmãos mais velhos nos fazem escutar:




Odin de saias!! Um grupo de black metal folk que canta/grita sobre um grupo de clérigos/sacerdotes que tentam livrar o mundo de trolls e acabam sempre levando a pior (Se tivessem um paladino pra levar porrada no lugar, seria mais confiável tentar salvar o mundo sem ganhar sopapos de criaturas mitológicas e ranzinzas). Coitados dos trolls, eles têm culpa de serem os seres mais odiados da Mitologia Nórdica? Ganham até de imps, duendes e kobolds na tabela de ódio entre jogadores de D&D e afins. No WoW eles são seguidores de Djá, mó zen, peace and love mo, e voltamos às origens Tolkienianas.

Diga não a violência contra os Trolls, eles podem querer te comer vivo, esmagar sua cabeça com suas claves, correrem atrás de você ou quebrarem o banheiro da escola e você acabar sendo punido pela bagunça, mas eles são gente boa. Bem… Pelo menos os de O Hobbit pareciam ser razoáveis – chegavam até falar! – agora aquele de Harry Potter, pelamordedeos… os de D&D tem inteligência mínima e os de Tormenta parecem mais golens elementais que trolls, trolls mesmo.





Mas voltando ao Finntroll, foi engraçado comentar com o Arky sobre não conseguir entender porcaria nenhuma do que eles cantam nas letras porque é simplesmente incompreensível. Aí percebemos que se já é impossível entender vocal gutural em inglês, imagina em sueco?! Perguntas óbvias, respostas imbecis!!

Yep, o Finntroll só canta em sueco e olhe lá.

Pelo menos no In Extremo dava pra entender alguma coisinha, nesse aqui, sem chance. Depois de umas 3 músicas você acostuma o ouvido. Na verdade esqueço que tem cara gritando e fico ligada na música de fundo, bem mais aproveitável.

Survive - David Bowie

[originalmente postado em 05/04/11 11:10]


Não se esqueçam de ir a página no Youtube para ler os comentários: 80% era sobre as habilidades do tio Dave cozinhar um ovo, 5% de como ele sabe usar a Força e os outros 15% tá reclamando do povo que falou do ovo mal cozido. Hilário!!
A letra é fofa, e eu jurava que no bridge antes do refrão fosse give me money for french fries, eu sei é totalmente nonsense, mas faz sentido no contexto do vazio. Mas já que ele escreveu give me money for a change of face a alçada não é mais minha. Prefiro a do french fries. Duas possibilidades: Estou lentamente ficando insana (girar girar girar) ou pode ser Jedi Mind Trick na música pra dar o dinheiro pra ele comprar batata-frita. Batata-frita é legal…
(incoerente como sempre…)

Do Álbum Hours… até então Survive, The pretty things are going to Hell e If I’m dreaming of my life estão disputando minha playlist, já Thurday’s Child foi bizonho ouvir sem a versão do vídeo – Tio Dave canta junto com ele mesmo, pigarreia, escova os dentes, essas coisas que rippando áudio de vídeo dá.

Para a letra, segue o link: David Bowie – Survive Lyrics @ LyricsTime.com

Hoje não é um dia bom para falar direitinho, metade dos meus neurônios se foram com o último episódio de Firefly ontem – Jaynetown – e pelo filme francês maluco com a Clemmy. Enquanto não recupero a massa cinzenta, aproveito o friozinho bom aqui no Vilarejo-Brejeiro que resolveu aparecer, a chuva que persiste e o esfregão na porta da loja para limpar o rastro de lama que a galera traz pra dentro, ebaaaaaaaaaaaaa.
(girar girar girar e girar é uma sensação de… PÁRA com a moto na BR!! você não me conhece…)
$(function(){$.fn.scrollToTop=function(){$(this).hide().removeAttr("href");if($(window).scrollTop()!="0"){$(this).fadeIn("slow")}var scrollDiv=$(this);$(window).scroll(function(){if($(window).scrollTop()=="0"){$(scrollDiv).fadeOut("slow")}else{$(scrollDiv).fadeIn("slow")}});$(this).click(function(){$("html, body").animate({scrollTop:0},"slow")})}}); $(function() { $("#toTop").scrollToTop(); });